PSB do Distrito Federal rompe com Agnelo Queiroz

José Carlos Werneck

Por 85% dos votos de seus filiados, o Partido Socialista Brasileiro, seção do Distrito Federal, decidiu, sábado, deixar a base aliada do governador Agnelo Queiroz. O partido já considerava abandonar a base do governo desde o princípio do ano. “O Governo do Distrito Federal tem uma política de decisões unilaterais, de patrimonialismo, e deixou de lado as promessas de campanha. As secretarias do PSB não tinham nem 1% do orçamento”, declarou  Marcos Dantas, presidente do PSB-DF, que deixou o Conselho da Terracap há duas semanas.

A sigla agora vai definir o que fazer com os 60 cargos no governo, entre eles a secretarias de Turismo e Agricultura, a Seasa e a Emater. De outubro a novembro, o PSB promoveu várias reuniões para avaliar os quase dois anos da administração petista. A maioria da militância optou pelo rompimento com Agnelo Queiroz.

Cotado para disputar o governo do DF, Rodrigo Rollemberg, senador do partido, nega que a decisão tenha a ver com as eleições de 2014. “O PSB questiona o caráter das alianças feitas por Agnelo. Por isso sairemos da base governista”, enfatizou Rollemberg.

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