Quanto vale o BNDES?

Mauro Santayana
Jornal do Brasil

Para a Nação – assim como é o caso da Petrobrás – seu valor é incalculável, estratégico, insubstituível. Criado em 1952, pelo governo do Presidente Getúlio Vargas, e ampliado durante os governos militares, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é um dos pilares da nação. Ele apoia a cultura, a produção, a geração de tecnologia, a inovação, os grandes e os pequenos negócios que constituem a espinha dorsal da economia brasileira, da construção de hidrelétricas, tanques, refinarias de petróleo, armas, navios, aviões, pontes, viadutos, a milhares de empreendedores, que, em igual número de micro e pequenas empresas, podem ter acesso a seus recursos a juros mais baixos, por meio de instrumentos amplamente disseminados e acessíveis, como o Cartão BNDES.

Não fosse o BNDES e os outros bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal, e o Banco do Brasil, e o país teria ficado inerme, imobilizado, no contexto do financiamento a grandes projetos e ao consumo, nas diferentes crises criadas pela incompetência, imprevisibilidade e leniência dos governos, do FMI, do Banco Mundial e das “agências” de classificação – que hoje insistem em nos ditar regras – que quase levaram o mundo, por mais de uma vez, à bancarrota, desde o início deste novo século.

Só nos quatro primeiros meses deste ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social liberou um financiamento de dois bilhões e trezentos milhões de dólares para a construção de uma nova companhia siderúrgica, na Zona de Processamento de Exportação do Complexo Industrial e Portuário de Pecém, na cidade de São Gonçalo do Amarante, no Ceará, obra que gerará 17 mil empregos e produzirá 3 milhões de toneladas de aço por ano, para exportação, e participou da criação de um novo polo de produção de medicamentos no mesmo estado.

PÓLO AUTOMOTIVO

Viu ser inaugurado o novo pólo automotivo do Nordeste, com a entrada em funcionamento da fábrica da Jeep no Brasil, para a qual o BNDES aportou 3.3 bilhões de reais, e garantiu mais 650 milhões de reais em investimento para a expansão da Fiat em Minas Gerais. Liberou mais de 400 milhões de reais para novas obras na subida da serra, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Participou da constituição de uma nova empresa de logística portuária, criou um fundo de investimento em debêntures de infraestrutura, e novas opções para financiamento de bens de capital.

Ainda em abril, lançou um novo produto, o BNDES Soluções Tecnológicas, para estimular a inovação na indústria brasileira, e aumentou a garantia para a obtenção de empréstimos por micro e pequenas empresas, de financiamento junto a outras instituições financeiras de sua escolha, e criou outra linha destinada à recuperação ecológica de vegetação nativa. Financiou a construção de 10 novos parques eólicos no Nordeste, gerando, com apenas dois, um no Piauí, e outro na Bahia, no valor de 1.2 bilhão de reais, quase quatro mil novos empregos – depois de ter investido nessa área 6.6 bilhões de reais em 2014. E liberou mais centenas de milhões de reais em financiamento para a modernização de gestão de vários municípios, em microcrédito para pequenos empreendedores e investimentos para indústrias das áreas têxtil, calçadista, de caminhões e alimentícia.

SITUAÇÃO KAFKIANA

Estamos vivendo uma situação absurda, kafkiana, na qual se punem e atacam empresas que, no exterior, sempre mostraram que o Brasil pode concorrer à altura com outros países na execução de grandes e complexos projetos de engenharia, como a Mendes Júnior, a Andrade Gutierrez e a própria Odebrecht. Companhias que, historicamente, levaram o nome do Brasil e a capacidade de realização da gente brasileira das montanhas dos Andes aos desertos africanos, em países latino-americanos e em lugares como o Iraque e a Mauritânia, ainda nos anos 1970, empregando milhares de compatriotas, exportando produtos e serviços e trazendo para o país bilhões de dólares em divisas, permitindo, ainda na época dos governos militares, que o Brasil recebesse combustível em pagamento dessas obras, enfrentando, com sucesso, a crise do petróleo.

Pretende-se investigar o financiamento pelo BNDES, um dos maiores bancos de fomento do mundo, fundamental para a exportação de serviços pelo Brasil, para países como Cuba e Angola, quando o principal cliente desse tipo de financiamento do banco, não são nações “comunistas” ou “bolivarianas”, mas os sacrossantos Estados Unidos da América do Norte, e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social não faz mais do que fazem instituições financeiras estatais concorrentes de países desenvolvidos – como os Eximbanks dos EUA e da Coreia do Sul, os JapanExport Bank e Japan Bank For InternationalCooperation, do Japão; os KFW e Deutsche Bank da Alemanha, o Export-Import Bank da China – e possui baixíssima inadimplência em suas operações internacionais, como afirmaram o próprio BNDES e a Odebrecht, por meio de documentos e declarações públicas, na última semana.

MULTIPLICANDO DESEMBOLSOS

O Brasil transformou o BNDES, nos últimos anos, em um dos maiores bancos de fomento do mundo, multiplicando seus desembolsos – que vão também para milhares de micro e pequenas empresas e empreendedores via Cartão BNDES – de 37 bilhões de reais em 2002, para 187 bilhões de reais em 2014, com um lucro de quase 9 bilhões de reais no ano passado, e essa conquista está sendo tratada como se fosse um crime de lesa-pátria.

É preciso lembrar que a exportação de serviços e produtos com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para países desenvolvidos e em desenvolvimento não é invenção do PT. Ela foi, sempre, um dos pilares da política externa brasileira e era costumeira no regime militar. Foi praticada – haja cinismo – no Governo Fernando Henrique Cardoso, que financiou com dinheiro desse banco, Cuba e o Governo de Hugo Chávez, na construção de parte do metrô da capital venezuelana. Há, do então Presidente da República, dessa época, famosa foto com Chaves e Fidel Castro – líderes que hoje tucanos procuram execrar de olho no eleitorado fascista – de mãos unidas, umas sobre as outras.

ESCÂNDALO DA TELEFONIA

O que deveria estar sendo investigado e punido, não é a exportação de serviços ou a compra de empresas estrangeiras no exterior com financiamento do grande banco brasileiro, em operações em que a inadimplência está próxima de zero, mas, sim, o uso de capital do banco para financiar a entrega de empresas brasileiras do setor de energia e telecomunicações, não para empresários brasileiros da iniciativa privada, mas a juros subsidiados e a perder de vista, para empresas estrangeiras – incluídas algumas de capital estatal ou controle estratégico governamental de outros países – em “negócios” nos quais “consultores”, “assessores” e lobistas de variada estirpe e camaleônico caráter fizeram fortunas, da noite para o dia, com tráfico de influência, nos anos 1990.

Há quem tenha participado da organização do processo de privatização da Telebrás, e depois chegado a altos cargos na ANATEL – que como as outras agências reguladoras, não passa de uma excrescência inventada no governo FHC que quase sempre só beneficia as empresas e nunca os consumidores – comandando a fiscalização de empresas telefônicas, para depois ocupar, já, há anos, o cargo de presidente de um dos maiores grupos estrangeiros de telefonia e telecomunicações em atividade no Brasil.

DEFENDER O PAÍS

Usar o BNDES para defender o país, o seu fortalecimento, e o de suas empresas, no exterior, como se orgulham de fazer outros países, e suas lideranças e ex-presidentes, não se pode. Fazer o mesmo para promover a entrega do Brasil para empresas de países altamente “desenvolvidos”, como Espanha e Portugal, como ocorria antes, não só se pode, como é altamente gratificante, tanto do ponto de vista econômico como do “moral”, como se pode ver pela “intocabilidade” de seus autores, relegados, com suas fortunas, a confortável e nababesco – e espera-se que não definitivo, para a história, ao menos – anonimato. Mesmo que essas empresas estrangeiras sequer paguem os financiamentos recebidos, a juros subsidiados, como foi o caso, por anos, da AES – America Energy Southern, na compra da Eletropaulo, a ponto de ter sido processada pelo governo Lula, para que o BNDES retomasse ao menos parte do negócio.

Não podemos ser um país poderoso, independente e forte – objetivo que nunca poderá ser atingido sem o decisivo, patriótico, trabalho do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e de seus funcionários. O que se quer é que sejamos uma província patética e subalterna, sem BNDES, sem Petrobras, sem Eletrobrás, como já ficamos sem a Telebrás, sem bancos essenciais para o desenvolvimento regional, como o Banespa, e outras importantes empresas e instituições, estratégicas para o desenvolvimento brasileiro.

VOLTAR A SER COLÔNIA

Querem que voltemos, rapidamente, em pleno século XXI, com o quinto território e população e a sétima economia do mundo, a uma posição de colônia, submetida ao interesse estrangeiro, com a total privatização da Petrobras, a entrega do pré-sal, o desmonte do BNDES, de instituições como a Amazônia Azul e de outras empresas de defesa que dele dependem direta e indiretamente, a destruição programada da indústria naval, da indústria bélica, de centenas de milhares de empregos, de bilhões em projetos já iniciados e das maiores empresas de engenharia do Brasil, para que não reste pedra sobre pedra.

O bom-senso, a informação, a visão histórica e estratégica, um mínimo de projeto de Nação, que se danem.

O que importa não é o Brasil. É a política de “terra arrasada”, para que depois se possa colocar a culpar em quem se está atacando agora.

10 thoughts on “Quanto vale o BNDES?

  1. O Santayana esquece, convenientemente, que o governo está injetando no BNDES dinheiro captado a juros altos para ser depois emprestado a juros baixos. Ou, pior ainda, como quer fazer agora, tirando dinheiro do FGTS para fazer a mesma coisa. Se o banco está usando dinheiro público para suas operações, o cidadão tem todo o direito de saber para financiar quem e como, o que, aliás, acontecia antes da gestão do Luciano Coutinho. Não cabe, para evitar esta Transparência, invocar necessidades de sigilo comercial. O dinheiro .é público, e tanto o banco como os financiados têm a obrigação de prestar contas dele para cada um de nós.

  2. “Estamos vivendo uma situação absurda, kafkiana”.
    O x da questão é tão manipulado e maquiado, que o autor parece até acreditar. Um dia, talvez, vc vai acordar, não se assuste se se descobrir uma barata!

  3. República capitalista americana x República Socialista Brasileira (Getúlio vargas )

    Felipe De Morais em Columbia (Missouri)

    Olá, pessoal. Sendo um brasileiro de origem e de coração, me sinto na obrigação de compartilhar uma das experiências que eu tive aqui nos Estados Unidos. Logo que me mudei para minha segunda universidade, University of Missouri (Mizzou), alguns amigos me falaram que para tirar a carteira de motorista eu precisaria fazer uma prova teórica, uma prova de sinalização, teste de visão e por último uma prova prática. Até aí tudo bem. O problema foi quando eles me falaram que eu poderia fazer tudo isso em um único dia e já sairia com a minha carteira em mãos. Tudo isso iria me custar U$ 10,00 dólares. Eu simplesmente não acreditei nisso tudo até começar o processo. Eu e mais 4 amigos alugamos um carro, chegamos no escritório as 11:00 da manhã de uma sexta-feira. Entregamos os papéis necessários e já estavamos aptos a fazer a prova teórica. Fizemos a prova em um computador. A prova é constituida de 25 questões envolvendo legislação, sinalização, situações no trânsinto e assim por diante. Bem similar ao Brasil. Dessas 25, tinhamos que acertar 20 para ser aprovados. Caso você não consiga, você pode refazer a prova na mesma hora. Sem custo nenhum. No meu caso, fiz a prova e passei de primeira pois eu havia estudado. Após terminar a prova, já fiz a prova de sinalização e o teste de visão. Após ter sido aprovado, eu já estava na fila de espera para fazer a prova prática. Esperei um tempo até ser chamado. Fiz a prova prática, na qual tive que dirigir seguindo as leis de trânsito dos Estados Unidos. Fiz baliza, estacionamento em subida, descida, ruas normais. A prova teve a duração de uns 20 minutos. Voltei para o escritório. Eles me entregaram um documento dizendo que eu estava apto a adquirir minha carteira. Após isso, fomos para um outro escritório para emitir a carteira. Alguns minutos na fila e saimos com uma carteira provisória na mão pelo preço de U$ 10,00 dólares. Após uma semana recebi minha carteira oficial em casa. O que me revolta é que eu acabei de olhar no site do Detran e vi que o valor para fazer uma carteira de motorista, categoria B, é de R$ 1.715,19 reais. Sem contar que o processo todo deve consumir uns 6 meses. Ai eu me pergunto, por que essa diferença? Por que devemos pagar 170 vezes mais que os americanos? E não venham me dizer que aqui eles não sabem dirigir. Porque eles sabem. Apenas acho que as coisas deveriam ser um pouco mais justas no nosso querido Brasil!

    • A diferença, Mauro, é que para eles dirigir é um direito de todo cidadão capaz de fazê-lo, e para nós é uma concessão que o governo generosamente nos faz… Eles consideram que o governo lá tem a obrigação de testar e habilitar o cidadão que paga seus impostos, enquanto aqui é o cidadão que tem que sustentar toda uma estrutura de burocracia e de autoescolas para conseguir sua autorização. E veja que o nosso índice de mortes por acidentes de trânsito é várias vezes superior ao deles, o que desmonta qualquer alegação de que o nosso sistema seja melhor do que o deles.
      E não é só na carteira de motorista não, experimente abrir uma empresa lá e aqui que você verá a mesma diferença de burocracia e eficiência.

      • O nome desse peso que nós brasileiros temos que carregar se chama Estado Forte. Estado criado por Getulio na década de 30 que se orientou por uma ideologia nefasta que estava na moda em sua época, o socialismo, com o comunismo, o fascismo e o nazismo, que seduz os incautos com a sua demagogia de que o estado resolverá os problemas da população.

  4. O texto fez-me lembrar do ufanista-mor do brasil: o Conde de Afonso Celso – “porque me ufano do meu país!” E olha que eu gosto muito do articulista. Cresci lendo os seus artigos no Jornal do Brasil, periódico do qual meu pai era assinante. Mas esse texto, francamente… Essas empreiteiras, comprovadamente, são deletérias ao erário público. E o financiamento para obras de infraestrutura aqui no brasil? E a favelização exponencial com esgoto a céu aberto, hein? e o alto índice de tuberculose, hein? E os hospitais públicos sucateados, hein? E .. e… Agora mesmo, o sábio e honestíssimo governador do RJ vendeu o terreno onde estava instalado o 2º BPM há décadas, em Botafogo e transferiu o mesmo para a Rua Professor Álvaro Rodrigues, uma rua estreita, onde as viaturas, para saírem do quartel, encontram grande dificuldade, em caso de emergência. Mas, numa cidade ‘pacata’ como o RJ, onde o cidadão não tem ameaçado, pelos bandidos, o seu direito de ir e vir, violência quase inexistente, isso é bobagem. Essas grandes empreiteiras que tanto orgulham o articulista: nunca ouvi que, nesses países onde estas prestam tão grandes e relevantes serviços – financiadas por nós, pagadores de impostos, claro – elas construam obras do nível que aqui fazem – vide os viadutos que ‘despencam’ mesmo antes de finalizados, as ‘pistas’ dos tais brt’s aqui no RJ, cheias de ondulações, asfalto esfarelando, estações mal projetadas e pior realizadas, o estádio do Engenhão ameaçando desabar ao primeiro vento mais forte (sorte que aqui no Rio não temos grandes ventanias, senão…). E o preço que pagamos por essas porcarias? Sempre cinco, dez vezes o valor orçado, devido aos “aditivos” incorporados ao projeto original. E isso quando terminam as obras, porque muitas já pagamos cinco, dez vezes mais e só ficaram os “esqueletos” de pé, alguns já enegrecidos pelo tempo. Habitação popular? Para que? Sobra moradia no brasil. Que o senhor FHC e o seu partido(?) criaram essas tais agências reguladoras para ‘tungar’ mais o cidadão pagador de impostos é uma realidade perversa que todos sabemos. Que elas fizeram uma opção preferencial pelas empresas em prejuízo do cidadão também sabemos.E o senhor Luiz Inácio e o seu partido(?) por sua vez, por que não extinguiu tais excrecências numa só canetada? Sim, senhor, também sabemos da importância do bndes para a realização dos “campeões nacionais” (todos amigos do ‘rei’ da hora: friboi, ambev(?), empresas “X”…) Empresários que, mal cai o dinheiro nas suas contas e de suas empresas, correm a entrar com Recuperação Judicial. E a “garantia dos empregos”, justificativa-mor de tais aportes financeiros, vai para o espaço. Interessante é que os empresários ‘falidos’ continuam a desfilar com seus carrões importados, continuam com sua mansões, seus jatos particulares, seus iates, seus jet-skis. Só o trabalhador fica sem emprego e sem renda.
    “O Brasil transformou o BNDES, nos últimos anos, em um dos maiores bancos de fomento do mundo, multiplicando seus desembolsos – que vão também para milhares de micro e pequenas empresas e empreendedores via Cartão BNDES – de 37 bilhões de reais em 2002, para 187 bilhões de reais em 2014, com um lucro de quase 9 bilhões de reais no ano passado, e essa conquista está sendo tratada como se fosse um crime de lesa-pátria.” “Financiamento de cultura?” Sei, aqueles artistas que constam da lista do hsbc, com dinheiro de financiamento da lei rouanet desviado para a Suiça. E de onde vem toda essa ‘dinheirama’, senhor articulista, senão dos nossos impostos (que vão para o Tesouro do ‘rei’ e daí para financiar toda essa farra, “que já vem armada antes de eu nascer?!”). E os “perdões” de dívidas de outros países? E os juros de mãe (“Grande pátria-mãe gentil”) para filho? Por favor, senhor Santayana, tenha um mínimo de respeito pela inteligência dos seus leitores (alguns que até o admiram). Que o senhor defenda o pt e sua prática política (a meu ver equivocada e dissonante do seu conteúdo programático) é uma coisa, agora, distorcer os fatos e atribuir os próprios erros a outrem, é má-fé. Para mim, o que a politicalha (tendo à frente as quadr…, digo, todos os partidos políticos, todos) faz aqui nesse país, desde o descobrimento, é sim, crime de lesa-pátria; é só compararmos as riquezas desse país com a miséria em que o povo vive, esbulhado nos seus direitos mais elementares a uma vida digna: sem moradia, sem saúde, sem educação, sem saneamento básico, enquanto “os amigos do rei” (royalties a Manuel Bandeira) vivem nababescamente. Não gostei desse texto: tendencioso e sofismático.

  5. Tudo que santayana tenta demonstrar não passa de meias verdades. E meias verdades é a alma da propaganda. Coisa que santayana, comunista de carteirinha, é garoto dela desde menino. Já até trabalhou para um instituição a “favor” do trabalhador ou pobre conhecida como Cortina de Ferro.
    A outra parte da verdade é o preço que o povo paga por “estado maravilhoso” com seus “maravilhosos” instrumentos para o progresso do país, que sabemos o quanto de podridão grassa por dentro deles, sob o comando do partido do crime do qual santayana é porta-voz.

  6. Uma leitura mais atenta demonstra que o articulista Santayana fez, aparentemente, uma primorosa matéria paga. De maneira estapafúrdia confundiu alhos com bugalhos ou furibundo com furo na bunda: Não se mete em discussão os méritos das finalidades do BNDES como pessoa jurídica, o problema são as indicações e recomendações políticas em conluio com empresários e a desonestidade de alguns funcionário do BNDES, POR INCOMPETÊNCIA, NEGLIGÊNCIA, OMISSÃO OU ACORDO COM OS ÓRGÃOS FISCALIZADORES INTERNOS COMO NO CASO DA PETROBRAS. Além de tudo cria-se dificuldades para vender facilidades.

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