Quem gosta de oratória não pode perder este improviso de Dilma

Mário Assis

A presidente Dilma Rousseff está ficando famosa pelo seu modo peculiar de se expressar. A internet está cheia de vídeos em que a chefe do governo mostra seus dotes. E quem gosta de oratória não pode perder esse improviso dela. Confira aí, tem somente 1 minuto e 44 segundos.

2 thoughts on “Quem gosta de oratória não pode perder este improviso de Dilma

  1. RODRIGO CONSTANTINO

    “Daqui a pouco estaremos parecidos com países da antiga Cortina de Ferro”
    A indústria brasileira propõe firmar acordo de livre-comércio com os Estados Unidos:

    Pressionada pela perda de competitividade e pela queda na exportação de manufaturados, a indústria brasileira está defendendo um acordo de livre-comércio com os EUA.

    Ontem, em discurso para 200 empresários americanos em Denver (EUA), o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Andrade, afirmou que o Brasil deveria fechar um acordo de livre-comércio com os EUA e deixar em segundo plano o Mercosul para avançar em outros tratados importantes.

    “Defendemos um acordo com os EUA, que compram principalmente manufaturados”, disse à Folha Andrade.

    Foi a primeira vez desde o enterro da Alca, em 2003, que a indústria discutiu a abertura de mercado com os EUA.

    Até setores mais protecionistas, como o de eletroeletrônicos, defendem o acordo.

    “Mudamos o posicionamento. Há dez anos éramos refratários, e havia um açodamento para fechar um tratado“, disse Humberto Barbato, presidente da associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica.

    “Agora estamos isolados, o Brasil está fora das cadeias de valor, daqui a pouco estaremos parecidos com países da antiga Cortina de Ferro.“

    Pois é. O que os liberais defendem desde sempre? Exatamente a ideia, respaldada pela prática, de que o livre-comércio permite o avanço do país, enquanto o protecionismo é o caminho mais seguro para o atraso e os privilégios indevidos.

    Em nome do “interesse nacional”, mercantilistas erguem barreiras que impedem o comércio livre entre nações, prejudicando os próprios consumidores e muitos produtores brasileiros. É um feudo econômico criado artificialmente pelo estado, que protege apenas alguns poucos e grandes empresários, à custa do restante do país.

    Por fatores ideológicos, o governo Dilma tem se esforçado bastante para fechar ainda mais nossa economia, que já é bastante fechada. A insistência no Mercosul prova isso, apesar dos constantes abusos dos bolivarianos. Pura camisa de força ideológica, que prende o Brasil no atraso.

    A mesma esquerda que condena o acordo de livre-comércio com os Estados Unidos, costuma culpar o embargo americano pela miséria cubana. Ou seja, no fundo, eles reconhecem que praticar livre-comércio com os consumistas ianques é algo positivo!

    Agora a ficha caiu para nossa indústria também. Antes tarde do que nunca. Que abram nossas fronteiras!

  2. O besteirol improvisado pela presidenta vinha ganhando facilmente, mas nos metros finais o do primeiro comentarista atropelou com tanta ação por fora que levou para o olho mecânico o resultado.

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