Rachaduras no Tribunal de Justiça podem causar outra tragédia no Rio de Janeiro

Paulo Peres

Pode acontecer outra tragédia no Rio de Janeiro, pois o edifício anexo III do Tribunal de Justiça do Rio, que foi inaugurado em 8 de dezembro de 2006, apenas seis anos depois já começa a apresentar problemas na estrutura, tanto que somente os serventuários permanecem trabalhando no local, uma vez que todos os magistrados que estavam instalados lá foram transferidos para o 12º e 13º andares do anexo II.

A assessoria do Tribunal nega, mas funcionários, advogados etc, que trabalham ou frequentam o local, dizem que as rachaduras nas paredes são visíveis e as que estão surgindo são de proporções consideráveis.

O perigo está à vista e nos próximos dias haverá visita da Defesa Civil para avaliar o estado do prédio, com participação de engenheiro calculista para dimensionar o risco provocado pelas rachaduras nos oito andares do prédio, onde funcionavam 20 Câmaras Cíveis, 110 gabinetes de desembargadores, 22 secretarias e 12 salas de sessões, além das bibliotecas do tribunal e da Escola da Magistratura.

Vale ressaltar que o prédio foi erguido pela velha conhecida Delta Construção, uma das campeãs em contratos com o estado, e custou a bagatela de R$ 60 milhões. E a Delta continua lá, tocando as novas obras do Tribunal.

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