Raul Lins e Silva: a “expulsória” injusta

O desembargador completa 70 anos, amanhã, quinta-feira, dia 8. Pela Constituição de 1891, seu cargo era VITALÍCIO. Pela emenda inconstitucional de 1926, continuou VITALÍCIO, mas só até os 70 anos.

É uma contradição em termos, violentando a própria linguagem. Obrigado a cumprir, pretende se despedir com discurso que seja lembrado.

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PS – Seu pai, grande advogado, também Raul (que morreu muito moço), e seu tio Evandro, foram meus primeiros advogados, por volta de 1952/53.

PS2 – Raul e Tecio, de calças curtas, “fuçavam” os livros de Direito, já convencidos do que lhes estava reservado.

PS3 – Raul não esperava que tão moço e tão competente, apesar de todos os títulos, lhe impingissem essa palavra, que lembra negativamente os velhos e gloriosos tempos, dos processos de “injúria, calúnia e difamação”.

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