Reflexões pessimistas sobre a decadência da Educação brasileira.

Paulino F. Campos

Como diria Boris Casoy, “Isto é uma vergonha!” A educação pública no Brasil só é boa (será?) para quem é rico. O rico estuda na escola privada (as melhores), depois vai para a universidade pública, que geralmente são as melhores.

O pobre estuda na escola pública e, se conseguir terminar o segundo grau e quiser fazer alguma universidade, se vira na universidade particular ou, melhor dizendo, faculdade particular(caça-níqueis), se for capaz e conseguir pagar.

O resultado é que a maioria nem tenta fazer uma faculdade. Razão tinha o então ministro da Educação Cristovam Buarque, quando defendia a federalização da Educação básica do Brasil para tentar corrigir os desníveis do ensino no País e, ainda mais, remunerar com mais dignidade os que trabalham na educação no Brasil.

Nada disso aconteceu. Buarque foi demitido (por telefone), botaram lá um garotão que o Brasil nem sabia quem era, e o governo optou por “programas” que lhe deem respostas imediatas para fins eleitoreiros, mas o País continua com uma educação precária.

Quando será que teremos um estadista à testa dos destinos do Brasil? A julgar pelo nível de consciência política que nosso povo tem, nunca chegaremos lá. Afinal cada um que chega ao poder, vem financiado pelos mesmos grupos de interesses pessoas ou empresariais. Assim, não vamos a lugar nenhum.

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