Reflexões sobre o apoio estrangeiro aos rebeldes na Síria

Antonio Santos Aquino

As armas oficialmente não virão mais para os rebeldes da Síria, mas clandestinamente já tinham vindo. Haja vista a resistência dos rebeldes, que, em condições normais já teriam capitulado. O Exército Sírio é muito forte.

A mídia não-comprometida tem noticiado a prisão de elementos uriundos do Catar, Arabia Saudita e França. Além de armamento sofisticado, que o Exército Sírio não tem. Não fora a posição dura da Russia e China, Assad teria caido.

Entretando, as armas que Estados Unidos, França, Inglaterra e Alemanha principalmente, agora oferecem: telefones guiados por satélites e dinheiro em forma de salário para os rebeldes e famílias, são tão eficazes ou mais, que as armas de guerra. O futuro da Síria depende muito do apoio da Rússia e China.

O governo sírio com Bachar Al Assad é crucial para o equilíbrio da região. Caindo a Síria, cairá o Hezbolah e o Hamas. Ficando assim o Irã como o “prato principal” para Israel saciar seu ódio, jogando uma bomba atômica sobre o Estado Persa. Diz um velho ditado: sopa quente queima a boca. A resposta do Irã pode surpreender e mudar o rumo dos acontecimentos.

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