Repercussão da decisão da juiza Marisa Simões Mattos sobre o Flamengo

Três fatos que devem ser registrados inicialmente. 1) A absolvição de um socio-conselheiro que denunciou bandalheiras. 2) A falta de sensibilidade dos orgãos de comunicação, que fingem “lutar pela liberdade”, mas esquecem da sentença de uma juiza que devolveu a socios de clubes o DIREITO DE FAZER OPOSIÇÃO.

3) Apenas um trecho da sentença, que deveria ser “grafitada” nos muros do clube, pois só o engrandece e imortaliza: “Não há nada que diga respeito ao Flamengo que fique restrito às paredes de sua sede. Diante do gigantismo de sua torcida, a paixão que provoca nos milhares (MILHÕES) de torcedores e a fortuna que movimenta, nenhum assunto do Flamengo tem carater exclusivamente interno, algo que diga respeito à sede do clube”.

Reintegrado, Paulo Cesar Ferreira devia ser homenageado, obteve uma decisão, que o Flamengo é realmente “UMA NAÇÃO”, e que sua SEDE NÃO É APENAS UMACAIXA PRETA, como se fosse um avião desgovernado.Um clube desgovernado, isso constatou a juiza Marisa Simões Mattos, CONSTATOU e CONDENOU.

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