Reportagem da Veja sobre a avó e a mãe de Michelle é rigorosamente verdadeira

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Ilustração reproduzida do Arquivo Google

Carlos Newton

É inacreditável, inaceitável e intolerável, mas rigorosamente verdadeira a reportagem de Nonato Viegas na revista Veja, sobre as condições de vida da avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Quando a matéria foi enviada à Tribuna da Internet pela comentarista Carmen Lins, sempre atenta, perguntando se era mais uma “fake news”, fiquei tão decepcionado que cheguei a pensar em não publicar. Mas acabei postando a dolorosa reportagem.

É TUDO FALSO – O descaso da primeira-dama com a mãe, a avó e os tios é algo que clama aos céus, enquanto ela tenta seguir o exemplo de D. Darcy Vargas e posa de defensora dos pobres e deficientes. Na verdade, Michele Bolsonaro se revela um ser humano deplorável, e o marido não fica atrás.

Tudo neles é falso. Enquanto Bolsonaro ainda finge ser um paladino da família, embora já esteja em seu terceiro casamento, Michele se apresenta como protetora dos deficientes e fez até discurso em Libras na posse do marido, dirigindo-se aos surdos. Agora fica-se sabendo que ela domina a linguagem dos sinais porque um dos tios abandonado por ela é deficiente auditivo.

SILÊNCIO ABSURDO – Escrevo este texto-desabafo às 16h30m deste sábado, após esperar até agora uma resposta do Planalto-Alvorada, uma mínima tentativa de explicação. Mas ninguém diz nada, nada, nada. Nem mesmo o porta-voz da Presidência, o general Rego Barros, veio a público para contestar a reportagem de Nonato Viegas.

E o mais incrível nisso tudo é que o casal Bolsonaro sempre se comportou assim em relação à família de Michele. Os dois jamais se interessaram pela pobreza em que os parentes dela vivem, mesmo sendo Jair Bolsonaro um homem de posses, dono de vultoso patrimônio imobiliário e excelente renda mensal.

Quando Bolsonaro foi eleito, os repórteres Paulo Silva Pinto e Roberta Belyse, do Correio Braziliense, insistiram durante três dias até serem recebidos por Angela Maria, tia de Michelle, que ainda mora na modesta casa em Ceilândia Norte onde a hoje primeira-dama vivia com seus pais, Maria das Graças e Paulo Reinaldo, motorista de ônibus. “Havia outro barraco ali”, disse Angela Maria, apontando aos jornalistas um espaço agora vazio nos fundos do lote, onde ela mesma esteve instalada na época.

TRÊS DIAS – A equipe de reportagem do jornal, junto com a TV Brasília, só foi atendida no terceiro dia, porque a tia de Michelle antes preparou a família para dar as entrevistas e até trouxe dona Maria Aparecida, avó da primeira dama e que há seis anos não vê a neta e nem foi convidada para o casamento dela com Bolsonaro.

A reportagem do jornal saiu no dia 26 de novembro e o bom senso determinava que Bolsonaro e Michele deveriam fazer alguma coisa para melhorar a vida da família dela, especialmente amparar a avó que está doente, anda com duas muletas e tem de se deslocar para buscar medicamentos no posto de saúde da favela Sol Nascente, a segunda maior do país, somente superada pela Rocinha, no Rio de Janeiro.

Se Bolsonaro e Michelle têm coração de pedra e não se preocupam com próprios familiares, mesmo assim deveriam assisti-los, até porque algum dia a imprensa constataria o abandono deles e isso viria a público. Mas nada fizeram. A mãe e a avô, que moram a apenas 40 minutos do Alvorada, jamais foram convidadas para tomar um café com Michele, que vive num paraíso pago pelo povo e abandonou sua família num inferno comunitário.

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P.S.
Bolsonaro e Michele se dizem religiosos – ele, católico batizado evangélico para ganhar votos; e ela, evangélica para ganhar a vida. Se as pessoas religiosas costumam proceder assim como o casal número 1, precisamos pedir a Deus que abençoe os ateus, porque os que se dizem fiéis estão deixando muito a desejar. (C.N.)

58 thoughts on “Reportagem da Veja sobre a avó e a mãe de Michelle é rigorosamente verdadeira

    • Eu juro que não entendo.
      Se deixa que cada um da família viva como pode e como e onde quer, ‘e porque não se interessa pelo familiar.
      Se deixa a família toda rica ou faz nepotismo, ‘e ladrão, corrupto, criminoso.
      Difícil agradar.
      Penso que ‘e melhor cada um andar com suas próprias pernas, já chega Lula e o resto da quadrilha que enriqueceram todos da família com nosso dinheiro.
      Esse governo não ‘e ladrão nem corrupto.

      • Ninguem ta pedindo pra ele roubar pra poder dar assistencia a familia, ele ganha o suficiente pra isso, a questão aqui é: Que tipo de pessoa abandona e desampara uma avó doente?

      • Patéticas suas explanações.
        O que uma senhora, daquela idade, doente, vai avariar no planalto?
        Não se trata de emprego, pois se trata de humanidade, de empatia, de amor ao próximo.
        Michelle não está posando de boa samaritana, de protetoras dos fracos e esquecidos? Então, comece pelos seus, ela não precisa tirar do estado para beneficiar seus parentes. O que eles ganham é suficiente para dar um pouco de qualidade de vida para seus familiares.
        Outra coisa, Lula não tem nada a ver com isso.
        Ele está lá preso, num grande conluio para que esses trastes pudessem estar no poder.
        Ler faz bem, desperta o pensamento crítico.

  1. Boa tarde, quando li isso a 1 vez também pensei se tratar de “fake news”, mas após a reprodução nesta TRIBUNA sem contestação alguma feita pelo Planalto mesmo horas após a divulgação, percebemos ser uma triste verdade. Nem Mourão se salva após o episódio fo filho no BB. Está difícil achar alguém a altura do cargo máximo da nação!

  2. Da deputada Janaína Paschoal para Jair sobre as ameaças de morte feitas pelo ministro do meio ambiente:

    Todo meu apoio à Deputada Federal Alê Silva. E agora, Presidente? O Ministro do Turismo fica? A Deputada Federal eleita também estaria mentindo? Exijo a demissão do Ministro! Não tem que esperar conclusão de inquérito nenhum!

    O que esperavam de alguém condenado em 1a instância na justiça militar? Acusado de ser um mal militar? E que escapou por detalhes técnicos, puro corporativismo?

  3. A fiação elétrica passava exatamente acima da calçada da casa de minha avó em Floriano/PI. Mas ela não tinha luz elétrica. Perguntava porque isso, e ela dizia que não gostava deste MENSAL, não aceitava ficar devendo durante um mês. Só porque a pessoa é pobre e tem parente rico não significa que ela aceite ajuda. Existe uma coisa chamada dignidade, a qual só diz respeito à própria pessoa e nenhum terceiro tem moral alguma para intervir. Também conheci uma senhora desempregada e com mais de quatro filhos pequenos que passava necessidade mas não aceitava bolsa família. Talvez ela nem goste mesmo de pisar lá nestes palácios! Quando ela disse que “um dia vai lá”, talvez ela queira se referir ao dia no qual a fachina esteja completa! VAI DEMORAR!

  4. Ué, estão surpresos, chocados?
    Eu não estou nenhum pouco.
    E o motivo é simples: são evangélicos, né? Uma religião – mais do que as outras – materialista e imediata em ambição.
    Só lembrar de muitos dos versículos. Em muitos “basta ter a fé, orar, crer que receberá que assim será”.
    Essa doutrina da teologia da prosperidade é a adotada em muitas religiões evangélicas…pentecostais, batistas, adventistas, etc

    • Nós que somos ovelhas ungidas pelo espirito santo, não seremos salvos pelas obras, mas pela fé.
      Obras são coisas do diabo. Tanto é que todos aqueles que se envolveram com as obras das olimpíadas, estão presos!
      DE FÉ,CADA ovelha vai morrendo tosquiada pelo pastor!
      Acorda para Jesus, irmão Leão da Tribo de Judá!

    • Caro Paulo III, eu não sigo a Tribo de Judá mas sim tento a de Budá.
      E sempre desconfiando como o próprio afirmava que deveria ser, com os sentidos atentos para a realidade. E a minha não é a mesma dele. O tempo passou…

  5. Em verdade, quem faz essas acusações contra Micheline, quer mesmo é usá-la como tabela para enxovalhar o impoluto presidente Bolsonaro. O grande pecado dessa moça foi ter casado com um político, ora, proeminente no cenário nacional. Por isso, esse suposto caso de rejeição familiar vem ganhando visibilidade na mídia.
    Agora, eu quero ver se os colegas daqui são, deveras, solidários: a obrigação de uma filha para com a mãe, é mais forte do que o dever duma neta para com a avó? Não é? Então vamos lá:
    -Dona Ciriaca é limpadeira de vísceras de boi. Seu marido, Senfrózio, é mendigo. Acreditem: a genitora de Ciriaca, Nhá Sofrência, “véve” doente há 7 anos, morando debaixo duma árvore frondosa, quase ao relento.
    Pronto, se vocês são realmente sensíveis com o drama dos abandonados, esqueçam Michelle e virem suas metralhadoras somente para a ingrata Ciriaca. Talvez essa monstrenga tome jeito de gente! Fica lançado o desafio!
    -De antemão, já posso adiantar que ninguém vai topar mudar de alvo. Porque, no fundo mais profundo, cada apedrejador, embora anonimamente, quer mesmo é massagear o seu ego: “Olha lá, EU tão pequenino, dando palpite e tentando corrigir a esposa do PRESIDENTE da República! Vixe, nunca pensei; ela consegue ser pior do que EU? Ah, então não sou tão pequenino como eu pensava!” Isso eleva a autoestima e a autoconfiança. Dona Ciriaca, coitada, não pode servir tropolim para lançar vocês às alturas!
    Resguardada a profundidade dos dois exemplos, as manifestações aqui podem ser análogas àquela que levou o algoz de John Lennon assassiná-lo: “Pô, eu gostaria de ser tanto famoso quão John Lennon, mas sei que isso é impossível. Quem sabe se eu o executar, não fico tão famoso quanto o meu ídolo?” Pá, pá, pá, pá!!!!!!
    Como no texto aparecem Michelle e John Lennon, o que tal ouvirmos agora, Michelle! com The Beatles?

  6. Caro CN, até você rendeu-se aos comentários maldosos e a uma reportagem que deu voz a apenas um dos lados? Me surpreendi com a sua rapidez no gatilho, imediatamente fuzilou o casal presidencial.

    Sem fazer defesa do desleixo do casal presidencial com uma parte da família da Primeira Dama, lembro aos amigos da TI que relações familiares podem ser complicadas. É muito estranho que uma filha deixe de convidar a sua própria mãe para um evento importante da sua vida, isso aponta para uma relação familiar conflituosa, o que não é, e nunca foi, algo raro.
    Sobre a reportagem da VEJA, ela pode até ser verdadeira, mas só deu voz a um lado, CN … o repórter da só ouviu um lado. Vasculharam a vida pública do Bolsonaro e nada encontraram … então os mérdia partiram para atacar a vida familiar da Michelle … isso é o exemplo cagado e cuspido da canalhice.

    • Outro lado a ouvir? Acorda, Policarpo. Não existe outro lado a ouvir. A família da mulher está ao abandono. Somente isso. Não acredito que você também costume proceder assim com sua família. Por isso, não entendo a crítica a meu artigo.

      CN

    • Uma jovem mulher que arruma seu primeiro emprego numa casa legislativa…
      Basta atenção que tem significado bem simbólico o que estava em troca. Ou algo dela ou negócios de família.

  7. Reportagem tendenciosa. Mais uma prova de que o Bolsonaro não usa o poder político pra arranjar a vida de seus familiares.
    Tá certo. Acredito que a família da primeira dama sente muito orgulho de ter uma filha esposa do presidente.
    E se ela aprendeu libras por causa do tio, mais uma prova de que tem interesse nos problemas da própria família.
    Imagina, eu ganho na mega sena e então agora preciso enricar todo mundo da família, é?
    Em outras palavras, queria que Bolsonaro tivesse vendido seus imóveis e doado pra ajeitar a família da esposa? Raciocínio tipo de quem não entende de como é duro ganhar o pão honestamente.

  8. Reportagem tendenciosa?

    E por que o Planalto até agora não soltou uma notinha, como faz costumeiramente, rebatendo a reportagem?

    Engraçado como esses “Bolsopatas” defendem o indefensável.

  9. Diga o digníssimo eximíssimo laureadíssimo issoaíssímo puxassaquíssimo doutor beija…
    Uma dâuma….

    Ofendem as barbáries que escrevem aqui tentando fazer trapo parecer seda (e meus posts sendo censurados quando contestava a ofensa…)

    ACORDA BRASIL!
    BOLSONALDIO MATA!

  10. Caro Jornalista,

    Algumas vezes torna-se muito difícil para um homem remediado casar-se com mulher mais pobre do que ele, pois as pessoas e, principalmente, os parentes da noiva, acham que é obrigação do noivo casar com a moça e levar todos os parentes dela para casa. Que o salário dele deve ser dividido com todos os aderentes.

    Vou citar dois exemplos que eu não “ouvi dizer”, mas que eu vi pessoalmente:

    -O primeiro exemplo é o de uma professora que conheci na década de 80, quando ela estudava na Universidade do Distrito Federal UDF.
    Filha de viúva, moravam ela, a mãe, uma irmã e uma sobrinha (ainda criança) em uma casa na Ceilândia Sul, bairro pobre e violento do Distrito Federal.
    Moça bonita (para quem gostar de loira dos olhos verdes), fina e inteligente, sempre era assediada por homens por onde quer que passasse; namorados não lhe faltavam. Boa filha, sentia-se responsável pela mãe (que já não batia muito bem da cabeça), pela irmã (uma mulher que, além de vagabunda, ainda era agressiva com todos de casa) e mantinha a todos com o seu parco salário de professora.
    Pois bem.
    Mas com tantos bons predicativos, ela não conseguia manter nenhum namoro firme; até quando eu a vi pela última vez, ela já havia passado da casa dos trinta w poucos anos ainda sozinha. Os pretendentes chegavam lá, ficavam “acerando” no sofá da sala durante um certo tempo e, quando o negócio ia para ficar mais sério, sumiam!
    O motivo? Ora, ela dizia, indiretamente aos pretendentes, que quando casar-se, iria levar consigo a mãe, a irmã e a sobrinha, pois todas não tinham como se manter sozinhas. E sexo com ela? Só depois do casamento! Então, para os pretendentes que não quisessem “o barraco mais os anexos”, seria pura perda de tempo manter o relacionamento.
    Eu e um amigo ríamos quando, ao chegarmos na casa dela em algum final de semana, a víamos com algum namorado. Mais um! Sabíamos de antemão qual seria o desfecho do romance: Quando o “príncipe” soubesse das três malas da princesa, selaria no cavalo e esporaria no vazio do animal. Até quando eu soube, ela ainda estava solteirona.

    -O segundo caso não aconteceu. Ainda está acontecendo com um advogado, amigo meu:
    Viúvo, trabalhador e remediado de dinheiro, conheceu uma senhora na casa dos seus 50 anos. Solteirona invicta, criada pelas tias, moradora do Setor M Norte da cidade de Taguatinga, também no Distrito Federal. Só o fato dela não ter filhos já o fez ficar empolgado: não terá enteado, nem ex-marido para encherem o saco.
    Não sei se ele soube, se fingiu não saber ou se não deu importância: além da noiva ser uma pobre absoluta, ela ainda tinha uma mãe acamada depois de uma fratura no fêmur maltratada e mal curada, uma irmã com problemas mentais e cardíaca (que teima em usar, escondido, a escova de dente dele – diz ela que é só para escovar os dentes) e outra irmã mais velha, alcoólatra e com uma perna parcialmente infeccionada e apodrecida, resultado de uma picada de jararaca quando ainda era criança, todas moradoras de uma pequena cidade do interior do país.
    “-A pobreza e os dentes podres eu resolvo com dinheiro; a doença degenerativa articular eu cuido com um plano de saúde”, deve ter pensado o incauto.
    E assim foi.
    Mas mal casaram, a irmã da perna adoecida deu as caras na casa dos dois pombinhos para que o cunhado marcasse uma consulta particular para ela ou, na pior das hipóteses, no Hospital de Base, entre uma dose e outra da “brejeira”, devidamente acondicionada em um vasilhame de refrigerante de dois litros.
    Assim, as cobranças para que ele ajudasse a família dela começaram e só aumentaram.

    E quem vive na pobreza absoluta acha que quem ganha mais de cinco mil reais por mês é rico e pode ter gastos infinitos, infinitamente.
    E toma gastos com reformas na casa da sogra e da irmã inválida.
    E toma viagem para lá e para cá, conduzindo doentes e levando o bagageiro do carro sempre lotado de tralhas. E em uma dessas viagens, ao se hospedar na casa da alcoólatra, foi expulso de lá depois que ela tomou umas. Isso mesmo depois de ter feito um poço artesiano na casa para possibilitar o uso de um banheiro, de pagar exames para a perna dela e de apresentar sua excelência, o vaso sanitário, aos roceiros.
    Por mais que ele tenha ajudado a família, até hoje é tratado pelos parentes da moça como mão de vaca, pão-duro, avarento, sovina, unha de fome, mão-fechada, mesquinho, miserável, agarrado.

    Só ficava faltando ele ser chamado por aquele adjetivo bovino.
    Mas não ficou imune por muito tempo: ele teve a infelicidade de comprar a camioneta da Fiat, chamada de “Toro”, para levar cargas do DF para a família da consorte. Era o que faltava para que ele fosse reconhecido de longe e, antes dele chegar a qualquer lugar da cidadezinha, ouvia-se, entre os presentes, “lá vem o touro”…
    Não sei como, mas ele, percebendo a alcunha ou o trocadilho, tratou de vender logo o famigerado carro (uma empresa tem que ser muito incompetente para colocar um carro com esse nome no mercado brasileiro) e a família ficou sem o meio de transporte de carga.

    E, até hoje, por mais que ele tente agradar à família dela, até mesmo trocando a música clássica que tanto gostava de ouvir, por horas ininterruptas do forró do Grupo Risca-Faca; de abrir mão das suas viagens ao exterior para se hospedar em casas cheias de morcegos farfalhando a noite inteira sobre a cama, é sempre menosprezado por contribuir com “tão pouco” para o bem-estar de todos: “-E a cirurgia cardíaca da minha irmã? Será que ele não terá a coragem de ajudar? Quem é que vai levar ela ao hospital? Sovina maldito”!

    -Ou seja, as pessoas acham que quem casa com uma mulher mais pobre, tem a OBRIGAÇÃO de se casar com toda a família dela e de deixar todos bem de vida e com plano de saúde!
    -Por isso, fico com o ditado adaptado da EMÍLIA, do Sitio do Pica-Pau Amarelo: “Lé (casa) com lé; cré (casa) com cré.”

    Que sirva de lição aos incautos.

    Abraços.

    • PS: Se o Bolsonaro tivesse levado a idosa ao hospital, diriam que ele ESTÁ FURANDO A FILA, pois no Distrito Federal não tem tratamento nem para quem está com câncer e deve existir milhares de senhoras como ela na fila.

      Conheço uma jovem de uns 18 anos que está com três nódulos em uma das mamas e não tem a quem recorrer, pois não existe tratamento na saúde do Distrito Federal. Nem médico. Na última vez que tive notícias dela, estava tentando conseguir uma radiografia mamária.
      Ela sabe que será inútil somente a radiografia/mamografia: A mãe dela teve câncer no cérebro e foi jogada para morrer em casa…

    • O grande mal do derrotado é ficar semprer buscando um culpado para a desgraça dele.
      Diante dessa tentativa de alguém querer transferir seu fracasso a outrem, eu o aconselho: suicida-te!

    • Senhor Francisco, meus respeitos Mas posso não concordar com o senhor. Acho também que o senhor jamais trataria seus pais e avós dessa forma. Mãe e avós, dá para entender que não exploram ninguém. Têm nada a ver com os casos que o senhor citou.
      . Faz mais de seis anos que ela não vê a neta que ajudou a criar. A avó não foi convidada para a posse, nem ela nem sua filha, mãe de Michelle, Maria das Graças. Passados três meses de governo, ela não recebeu convite para uma visita ao Palácio da Alvorada, a residência oficial, que fica a apenas 40 quilômetros da favela. Por quê? Ela diz que não sabe responder.

      “Aprendi que só vamos a pessoas importantes quando somos convidados. É minha neta, cresceu lá em casa, mas agora ela é a primeira-dama”.

      O pastor Messias Rezende, da Assembleia de Deus, é um dos poucos confidentes que sabem do parentesco. Ele já se dispôs a tentar intermediar um encontro com o presidente Bolsonaro, mas dona Aparecida rejeitou.

      Se mãe e avó fossem mulheres exploradoras já viriam agindo assim fazendo desde muito tempo. Mas elas ficaram no seu quadrado de pobreza.
      Permita-me indicar-lhe o livro de Carpinejar “Cuide dos pais antes que seja tarde” Ele, Carpinejar, não diz “assuma seus pais”.

      • Prezada Carmen, a moça é uma sobrevivente. Conseguiu se salvar. Na atual falência econômica, sair da pobreza é um milagre até mesmo para os jovens intelectuais. Provavelmente ela não quer incomodar o seu marido. E se eu fosse o pai dela, estaria feliz em saber que pelo menos uma filha conseguiu vencer na vida. Mas a senhora não deixa de ter razão.
        Abraços.

  11. “…precisamos pedir a Deus que abençoe os ateus, porque os que se dizem fiéis estão deixando muito a desejar.”

    E de preferência os ateus do tipo que, durante a caça aos votos, recebe uma bíblia de um fiel e em seguida a joga no lixo.
    Jogar uma bíblia no lixo é muito menos grave do que jogar muitas vidas no lixo quando estes ateus, no poder, desviam porrilhares de bilhões dos cofres públicos, que poderiam evitar que muitas vidas fossem para o lixo. Neste caso o lançamento da Holy Bible a lixeira foi o menor pecado? Claro que nãããããão! Pois a atitude representa a magnitude da desimportãncia que o fiel tem para o ateu.

    Vade retro, cramulhão!

  12. Vou repetir, a unica contribuição da esquerda para com o governo é jogar um rato morto dentro da sopa.
    Eu se fosse o CN levaria a família dela no Programa do Ratinho.
    Ou no Silvio Santos, a velha moooooorreu, morrrreu!
    E vamos explorar a miséria alheia.
    Obs, já publiquei aqui a ficha do tal Viegas, o elemento é ou foi do PSOL, aquele partido especializado na modalidade olímpica de arremesso de bosta a pequena, média e longa distância.

  13. Duas coisas:
    – quem não tem pecados que atire a primeira pedra.
    – ninguém ama a Deus se não ama o próximo.
    Trabalhei com idosos por cinco anos e aconselho. Ama o seu idoso? Deixe-o no asilo mas não o abandone. Eles sentem muito.

  14. A verdade é a seguinte se Bolsonaro e Michele tivessem resolvido o problema financeiro dos familiares dela a imprensa e os adversários de Bolsonaro estariam investigando, criticando e lançando suspeitas de favorecimento. Mas esse é um mundo cão. As revistas tem que buscar matérias sensacionalistas para vender e os adversários não podem deixar passar uma vírgula sem fazer gigantescos estardalhaços. Agora mesmo vi um vídeo em que Maria do Rosário, em uma aglomeração de Deputados no plenário da Câmara, puxa o braço do Deputado Delegado Waldir, líder do governo na Câmara, para que o cotovelo dele atingisse a barriga de outro deputado, para que o deputado atingido revidasse contra o Deputado Delegado Waldir e os dois entrassem em luta corporal para, certamente, Maria do Rosário acusar o Deputado Waldir de violento e descaradamente em seguida ela tenta conter o Deputado Waldir. A nossa imprensa está raivosa contra o presidente porque ele se elegeu sem pagar gigantescas cifras de propaganda eleitoral e ainda por cima o PR, com toda a razão, suspendeu a publicidade institucional desnecessária, que sempre transferiu rios de dinheiro do contribuinte para a imprensa escrita, falada e televisiva. Simples assim.

    • Tenho certeza, Ervin Moretti. E o pior é que as entrevistas da família que estão sendo exibidas agora foram feitas em novembro, após a eleição, quando todos pensavam que iam ser convidados para a posse. A equipe de filmagem esperou três dias até a família se organizar, se arrumar, dar uma geral na avó Maria Aparecida e tudo o mais. Naquela época, eles estão elogiando Bolsonaro porque achavam que iriam à posse, mas o novo presidente só convidou a própria mãe. É muito triste esse abandono, jamais vi nenhum homem público proceder assim, e Bolsonaro se diz “defensor da família”.

      Abs.

      CN

  15. NINGUÉM ESTA PEDINDO PARA ELA PEGAR DO GOVERNO E DAR Á AVÓ. A QUESTÃO É ELE POSAR DE BOAZINHA QUANDO NA VERDADE NÃO É. E MAIS ELA E SEU MARIDO TEM O NECESSÁRIO PARA TIRAR A VÓ DA MISÉRIA SEM ROUBAR COMO VOCE DIZ. E QUERO- LEMBRÁ-LA QUE LULA NÃO ROUBOU UM TOSTÃO CONFORME FALA DO MINISTRO DA ECONOMIA DE BOLSONARO. OS FILHOS DE LULA NÃO ESTÃO RICOS E VIVEM COM DIFICULDADES POR CAUSA DA PERSEGUIÇÃO AO LULA. LE PARA FALAR AO CONTRÁRIO COMETE INJUSTIÇAS.

  16. Quando era o luiadrão.vcs não falavam nada .agora querem denegrir o nosso presidente.bando de comunistas.agora a teta secou.vcs vão ter que trabslhar suado psra ganhsr o seu sustento.bsndo de vagabundos.

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