Resposta a Guido Mantega, na frente de sua filha Marina

Mantega reclama que é hostilizado nos restaurantes

Stephen Kanitz

Seu artigo “Sobre Intolerâncias”, publicado na Folha, mostra como um Ministro da Fazenda mal preparado não consegue nem entender o mal que cometeu a sociedade. Quando lhe chamam de ladrão nos restaurantes, na frente de sua filha Marina Mantega, estes poucos corajosos nem sabem que a ladroagem foi de R$ 8.000.000.000.000,00. Nem você sabe disto.

Quando mostrei a Lula, na sua frente, a necessidade de resolver o déficit da previdência logo no início de governo, você interrompeu e arruinou a conversa dizendo que não havia sequer déficit da previdência. Santa ignorância, Prof. Guido Mantega.

Se você pelo menos tivesse estudado administração e contabilidade, saberia que o déficit era na época de R$ 260 bilhões por ano, financiado por uma dívida. Uma dívida para com as novas gerações, os R$ 260 bilhões que os jovens, incluindo a sua filha, estavam contribuindo.

Mas no seu despreparo, você achava que as despesas de R$ 260 bilhões estavam sendo “financiadas” por uma receita, uma receita previdenciária de R$ 260 bilhões, portanto déficit zero.

LULA TROCOU DE ASSUNTO

Santa ignorância, e você atrapalhou e destruiu minha tentativa de explicação ao Lula, naquela reunião com Antoninho Trevisan. Diante da nossa discussão ele decidiu mudar de assunto, dizendo: “Bom, vamos mudar de assunto, mas pelo que o Kanitz está afirmando, ainda bem que já sou aposentado, porque já garanti o meu”

Lula “garantiu o dele” às custas das receitas de sua própria filha, Marina Mantega , e você nem sabe disto.

Acontece que a nossa constituição federal é bem clara, Guido. “Art. 201. A previdência social será organizada observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial.”

O dinheiro da Marina Mantega deveria ter sido depositado por você num Fundo Financeiro, e as aposentadorias determinadas por cálculos atuarias.

Nenhum Fundo foi criado por você, por Arminio Fraga, por Pedro Malan, e pior, você sumiu com a contribuição da sua Marina para imediatamente pagar a velha geração, imprevidente, sem nenhum equilíbrio atuarial.

Os jovens brasileiros são literalmente roubados por economistas como você, em vez dos jovens terem seu dinheiro rendendo juros por 30 anos, e podendo se aposentar com um salário digno.

SUMIRAM 3 TRILHÕES

Só na sua gestão como Ministro, sumiram R$ 3 trilhões, que você roubou da nova geração, mas só você sabe exatamente o valor. E isto é muito mais do que a corrupção da Petrobras, da qual você foi presidente do Conselho, cargo que você jamais deveria ter acumulado.

Você está fora de si quando diz que a população se tornou intolerante com você. O Brasil está tolerante demais com economistas despreparados, que não sabem o que é déficit atuarial, que não sabem o que é gestão financeira, que nunca leram o artigo 201 da nossa Constituição.

Você vai devolver este dinheiro? Sim ou não ?

Sua filha deveria ter sido a primeira a lhe alertar, como eu lhe alertei na frente do Lula. Em vez de me ajudar convencer o sapo barbudo, você atrapalhou e cortou a discussão dizendo que não havia déficit.

“VOU ACUSÁ-LO”

Se eu lhe encontrar num restaurante, eu vou acusá-lo de ter desviado R$ 3 trilhões de jovens como a Marina Mantega. E de ter desviado R$ 3 trilhões de recursos de investimentos de longo prazo, 30 anos em média.

E de ter assim elevado os juros a estes níveis estratosféricos. E de ter condenado 20 milhões de jovens a uma aposentadoria mínima, tudo pela sua incompetência contábil e financeira.

Espero que sua filha Marina Mantega seja a primeira a cuspir no seu prato.

Você tem sorte que o brasileiro é tolerante e ignorante demais em termos de Financas e Atuaria. Tenho certeza que o Joaquim Levy está desviando da mesma forma, e ele é economista de Chicago. Por isto você vai escapar.

Mas eu sei, e a Marina Mantega também.

(Stephen Kanitz é um consultor de empresas, mestre em Administração de
Empresas de Harvard e bacharel em Contabilidade pela
Universidade de São Paulo. Artigo enviado por Dione Castro da Silva)

15 thoughts on “Resposta a Guido Mantega, na frente de sua filha Marina

  1. Sr Stephen Kanitz, li seu comentário, sempre livre de qualquer tendência, e sempre e somente no afã de ajudar os povos, peço que olhes tambem, para os EUA, tão desprotegidos de seus conselhos. Tem o maior déficit do mundo. Trilhões e trilhões de dólares fantasmas. Ligue para o Obama, e lhe sussurre na sua pequena orelha,a maneira correta de como ele deve conduzir os americanos. E depois vá dormir.

  2. O roto falando do esfarrapado. Kanitz nunca foi flor que se cheirasse. Uma historinha interessante ocorreu comigo em relação a esse cidadão em 2007, quando ele era articulista da Veja.

    A PRESSUPOSIÇÃO DA PREPOSTA

    Chegou às minhas mãos um texto do Stephen Kanitz, articulista da Veja, intitulado “A Viagem de Bush”. Acredito que muita gente já o tenha lido porque recebi o mesmo artigo de três fontes diferentes. O conteúdo não tem nada de novo e divaga sobre a visita do presidente norte-americano ao Brasil, só que, como eu achei que o assunto e a maneira de escrever não correspondiam muito com o que eu estou acostumado a ler de Kanitz na Veja, enviei um e-mail ao próprio solicitando que ele me confirmasse ou não a autoria.

    Qual foi minha surpresa ao receber, no dia seguinte, a resposta dada por uma preposta do articulista, confirmando a autoria e afirmando que se tratava de um “artigo inédito” de Kanitz que fora enviado aos leitores cadastrados no seu site. Até aí, tudo bem. O espantoso vem agora com o seguinte pedido: “Como não permitimos o reenvio a terceiros e republicação do artigo, pedimos que informe qual o email que enviou a mensagem ao seu site, para que possamos retirá-lo da lista por descumprimento de acordo”.

    (Prezada Sra. Leila Lorenzi:

    Lamento, mas não posso atender seu pedido. Não sei quem me mandou o “artigo inédito” de Kanitz porque, além não lembrar quem foi, no meio de uma centena de e-mails por dia, já excluí da minha caixa os que me mandaram a mensagem (foram dois).

    Eu só acho estranho esse tipo de pedido de identificação. A senhora realmente acha que eu forneceria o endereço de uma pessoa sem saber se foi ela que “descumpriu o acordo” ou se recebeu o artigo, como eu, de terceiros? Claro que não, e mesmo que soubesse, ainda assim eu negaria o pedido, porque não cabe a mim julgar ninguém, principalmente não entendendo o porquê desse sigilo todo.

    De minha parte posso assegurar sua tranqüilidade porque seu pedido inusitado me chamou muito mais atenção que o texto em questão, que não repassei a ninguém a não ser a vocês da Kanitz & Associados para identificação. O máximo que posso fazer no momento é aconselhar ao Sr. Kanitz a ter mais cuidado com o que escreve e com quem ele aceita como “leitor cadastrado”.

    Sem mais,

    Ricardo Froes)

    Existe coisa mais estapafúrdia? Primeiro, a tal senhora pressupõe que eu seja um dedo-duro; depois, quer que eu saia catando e-mails em meio a centenas de outros e, por fim, ela acha que vai descobrir o ponto G da coisa em meio a fulanos, que receberam de beltranos, que receberam de sicranos e por aí afora. De mais a mais, a dona preposta deveria entender que, mesmo se eu sobesse o nome do “traidor”, seria necessário que eu entendesse o motivo desse sigilo todo para avaliar a situação, sendo que, mesmo assim, eu não “entregaria” ninguém, porque não cabe a mim julgar assuntos de terceiros.

    Na verdade, o artigo é tão ruim, que eu acho que Kanitz arrependeu-se de tê-lo escrito. Por exemplo, dizer que “Chávez quer unir a América Latina, para somente depois atacar os Estados Unidos. E, para unir a América Latina, ele está mostrando as injustiças e o imperialismo estatal brasileiro.” e que “Chávez é inteligente, é um militar disciplinado”, é um pouco demais. E ele fala ataques bélicos: “Por que Chávez comprou nove submarinos por 3 bilhões de dólares? Para afundar navios de quem? Petroleiros americanos buscando petróleo? Algo para se meditar.” Meditar? Pelamordedeus!

    Textos à parte, considerei o e-mail da preposta de Kanitz uma tremenda falta de educação e, um cidadão que faz questão de dizer sempre que é “consultor de empresas e conferencista, vem realizando seminários em grandes empresas no Brasil e no exterior. Já realizou mais de 500 palestras nos últimos 10 anos. Mestre em Administração de Empresas pela Harvard University, foi professor Titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.”, deveria, pelo menos, ser assessorado com mais competência.

    A única coisa que posso fazer, e pus isso em e-mail resposta, é aconselhar ao Sr. Kanitz a ter mais cuidados com o que escreve e com quem ele aceita como “leitor cadastrado”.

    • O tal artigo do Kanitz de 2007 em questão foi este:

      Por: STEPHEN KANITZ

      A vinda do Bush não tem nada a ver com o Brasil, muito menos com o etanol. Os Estados Unidos não querem estreitar os laços comerciais com o Brasil. Tentaram a ALCA, mas nós recusamos.

      O Brasil representa um acréscimo de somente 4% de potencial de venda para uma empresa americana. O mercado americano teria representado um acréscimo de 2000% para uma empresa brasileira.

      Quem tinha maior interesse na ALCA, as empresas brasileiras ou as americanas? Como não temos administradores no governo para fazerem estas contas, quem se opôs à ALCA fomos nós.

      Bush vem ao Brasil para avisar dos perigos do Hugo Chávez. Vai lembrar que enquanto Chávez minava a ALCA, fechava acordos para vender 80% de sua produção de petróleo para os Estados Unidos. O inimigo atual do Chávez não é os Estados Unidos, é o Brasil.

      Chávez quer unir a América Latina, para somente depois atacar os Estados Unidos. E, para unir a América Latina, ele está mostrando as injustiças e o imperialismo estatal brasileiro. Já convenceu Evo Morales a romper com a Petrobrás. Sua próxima cartada é fazer o Paraguai romper com a Eletrobrás.

      Lentamente, ele vai encarecendo a matriz energética brasileira e enfraquece a economia brasileira. Chávez irá lentamente isolar o Brasil da América Latina.

      Nós brasileiros, nunca nos identificamos com nossos vizinhos espanhóis, portanto a análise de Chávez é perfeita e fácil de realizar.

      Poderá Lula conter o objetivo de Chávez? Chávez é inteligente, é um militar disciplinado, tem poder absoluto sobre a Venezuela e se manterá no poder até 2020. Lula é inteligente, não é muito disciplinado, não comanda sequer seu partido e só tem mais três anos e nove meses de mandato.

      Fernando Henrique Cardoso desorganizou nosso exército, e a sociedade brasileira é hoje contra militares que precisariam agora nos defender. O Brasil ficará isolado da América Latina e do Mundo ao mesmo tempo.

      Enquanto Lula gastou quatro anos querendo ser o líder do Terceiro Mundo, Chávez vai se consolidar como o LÍDER inconteste da América Latina.

      Como sabemos, brasileiro nunca deu bola para a América Latina. Nosso povo e nossos empresários querem aprender inglês, e não espanhol. Nossos governantes e intelectuais querem aprender francês e tupi-guarani.

      Bush vem dizer a Lula e aos brasileiros que Chávez é um problema brasileiro.

      A tática brasileira de ameaçar apoiar a União Soviética para conseguir vantagens não funciona mais. O mundo não é mais bipolar, o mundo é um salve-se quem puder.

      E neste cenário, o petróleo da Venezuela é mais importante do que a soja brasileira. Bush não vai comprar etanol brasileiro para substituir o petróleo venezuelano. Ele continuará a comprar petróleo da Venezuela fortalecendo a economia venezuelana.

      Bush vem comprar matérias-primas do Brasil, como faz a China, e não produtos industrializados.

      Para entender nosso futuro é necessário observar o mapa mundo abaixo.

      É diferente de todos os que vocês conhecem, porque coloca a China no centro, e não Greenwich, Inglaterra.

      Com a China se tornando o país que mais cresce do mundo, ela será o centro das atenções, e países como Japão, Índia, Coréia, Singapura e Austrália estão estrategicamente posicionados para serem fornecedores deste crescimento. A pouca distância está a Europa, Oriente Médio e pasmem – Seattle, Oregon.

      Distante, bem distante, encontra-se a América Latina. O Brasil fica pior ainda por causa da Cordilheira dos Andes. Nossos navios precisam passar pelo Canal do Panamá, costeando a Venezuela, esperando na fila duas semanas. Nossos intelectuais, nossos comentaristas e jornalistas sempre foram contra a ampliação do Canal do Panamá, lembram-se?

      O Brasil passa a ficar no fim do mundo cercado por países antagônicos como Argentina, Paraguai, Bolívia, Venezuela e Equador.

      Por que Chávez comprou nove submarinos por 3 bilhões de dólares? Para afundar navios de quem? Petroleiros americanos buscando petróleo? Algo para se meditar.

      Os franceses, que sempre estimularam o isolamento da América Latina, não estarão nem aí para nos proteger. Os amigos da Sorbonne dos nossos militares e políticos do PSDB, como Fernando Henrique Cardoso, estão interessados na União – na União Européia.

      O mundo já riscou o Brasil do mapa há muito tempo, pela nossa incompetência administrativa. Não inventamos nenhum produto, não temos nenhuma patente útil, não temos nenhuma empresa multinacional de que eles dependam, não temos matérias-primas que irão se esgotar.

      Nossos economistas nunca se preocuparam com isto, foram sempre antibusiness, anti-administradores, anti-negócios em geral.

      Seremos uma Nova Zelândia do turismo radical, do turismo barato e ocasional. Ninguém no Brasil pensa em investir na Nova Zelândia e no novo mapa-múndi. Ninguém pensará em investir no Brasil, pós Chávez.

      Nossos intelectuais já haviam nos isolado do mundo moderno, do neomarxismo, neoliberalismo, neoconservadorismo, de tudo que era novo e moderno.

      “Vocês estão absolutamente sozinhos”, dirá Bush aos seus interlocutores.

      “Eu quis ter o prazer de dizer isto a vocês, pessoalmente. Depois de recusar uma aliança com os Estados Unidos que poderia ter criado um bloco econômico poderoso, depois de dar ouvido aos franceses que queriam nos dividir para nos enfraquecer, e conseguiram, vocês brasileiros estão sem aliados.”

      “Os franceses os convenceram que nós, dos Estados Unidos, éramos os inimigos, e nenhum de vocês percebeu que tínhamos os mesmos imigrantes europeus, os mesmos negros africanos, o mesmo pavor da tirania européia, o mesmo clima, os mesmos ideais, e que nunca guerreamos em 500 anos de história. Enquanto que os franceses, alemães e ingleses, arquiinimigos, se uniam em torno da União Européia.”

      “Vocês se deixaram enganar pela política diplomática e maquiavélica francesa, que enviaram professores para a USP e adidos militares para a ADESG para enganá-los e empobrecê-los.”

      “Quero ter o prazer de dizer as últimas palavras de um governo americano que se encheu com o antiamericanismo constante de seus estudantes, jornalistas e elite intelectual.”

      “Goodbye”

      STEPHEN KANITZ, consultor de empresas e conferencista, vem realizando seminários em grandes empresas no Brasil e no exterior. Já realizou mais de 500 palestras nos últimos 10 anos.

      Mestre em Administração de Empresas pela Harvard University, foi professor Titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.

  3. Posso estar enganado mas os EUA não precisa de conselho. Os EUA mandam, e obedece quem tem juízo.
    Essa banânia é que precisa urgentemente de pessoas honestas na administração pública.
    A diferença entre os EUA e a banânia, está no fato de o político americano trabalhar em favor
    da pátria. Aqui, temos uma quadrilha organizada, trabalhando para o próprio bolso.

  4. Perfeito o que disse o Kanitz, quem conhece Finanças Públicas e nem é favorável a continuação dessa organização criminosa no poder tem diariamente este retrato da Gestão Pública brasileira em suas mãos. Não precisamos de Obama para analisar o que é nosso, essa crise é nacional, foi provocada pela organização criminosa que desde 2003 se apoderou de todos os espaços da vida pública nacional, sem escapar nenhum dos poderes institucionais, tudo conspirou e ainda conspira contra a Nação, somente o cidadão de bem ao lado do Juiz Moro e Equipe, MPF e PF, podem dar um fim aos crimes de lesa-pátria cometidos por essa gente desclassificada. Parabéns Stephen Kanitz por esse texto esclarecedor, o fim da canalha cleptônama petralha tá próximo, que o povo vá às ruas para consolidar este Processo Legal e Constitucioinal !

  5. Considerando-se tratar de uma grande mentira e invenção, as afirmações de Stephen Kanitz, com certeza, serão prontamente desmentidas por Mantega, que num ato de auto-defesa, logo a seguir, o processará!
    Isto é o que faria um sujeito honesto, digno e que exerceu cargos públicos com seriedade e probidade.
    Se Mantega nada fizer, tudinho que está no texto é verdade!

    • Que fique bem claro que eu não contesto nada que Kanitz disse sobre Mantega neste artigo. Eu apenas quis registrar um episódio isolado que em nada abona o articulista, até por conter opiniões imperdoáveis acerca de Chávez.

      • Ah! eu vou acreditar. Destilaste todo o teu ódio pelo Kanitz e agora vens fazer o mea culpa? Primeiro tentaste desmoralizar o Kanitz e agora vens dizer que não és contra ao que ele disse? Conta outra tabajara!

  6. KANITZ, Como diria Hélio Fernandes :Que pelo nome não se perca. É pelo que escreveu, depois que Guido Mantega deixou o cargo, UM TREMENDO PILANTRA.

  7. Fábula do Lobo e do Cordeiro (versão politicamente INcorreta)

    Um cordeirinho (carneiro ‘dimenor’) estava placidamente bebendo água no córrego. Eis que, repentinamente, chega um lobo (só lobo, sem nenhum qualificativo de mau, uma vez que, na cadeia alimentar da natureza, a carne fresca de um cordeiro é muito apreciada e faz parte do cardápio do lobo, que é carnívoro) e lhe diz, de maneira abrupta e peremptória: “Vou lhe devorar, porque você está sujando a água que eu estou bebendo. “Não, ‘seu’ lobo, eu não posso estar sujando a água que o senhor está bebendo, porque o senhor está à montante do córrego e eu estou à jusante.” “Não está sujando agora, mas sujou ano passado.” “Não, ‘seu’ lobo, eu não posso ter sujado (sua água) no ano passado, porque eu sou pequenininho, no ano passado eu não era nascido.” “Bem, se não foi você foi seu pai, se não foi seu pai foi seu avô. De qualquer maneira, eu vou lhe devorar.” Ato contínuo, o lobo armou o bote; Aí, o cordeirinho ‘dimenor’ sacou seu AK47 de debaixo do velo e detonou o lobo.

  8. DIONE CASTRO DA SILVA
    Magnífica sua versão da Fábula e La Fontaine!

    Fábula do Lobo e do Cordeiro (versão politicamente INcorreta)

    Um cordeirinho (carneiro ‘dimenor’) estava placidamente bebendo água no córrego. Eis que, repentinamente, chega um lobo (só lobo, sem nenhum qualificativo de mau, uma vez que, na cadeia alimentar da natureza, a carne fresca de um cordeiro é muito apreciada e faz parte do cardápio do lobo, que é carnívoro) e lhe diz, de maneira abrupta e peremptória: “Vou lhe devorar, porque você está sujando a água que eu estou bebendo. “Não, ‘seu’ lobo, eu não posso estar sujando a água que o senhor está bebendo, porque o senhor está à montante do córrego e eu estou à jusante.” “Não está sujando agora, mas sujou ano passado.” “Não, ‘seu’ lobo, eu não posso ter sujado (sua água) no ano passado, porque eu sou pequenininho, no ano passado eu não era nascido.” “Bem, se não foi você foi seu pai, se não foi seu pai foi seu avô. De qualquer maneira, eu vou lhe devorar.” Ato contínuo, o lobo armou o bote; Aí, o cordeirinho ‘dimenor’ sacou seu AK47 de debaixo do velo e detonou o lobo.

  9. Stephen Kanitz sempre foi muito acima da média da VEJA. O nível da revista foi dimuindo e ele teve que sair. Seria uma boa conribuição caso se juntasse ao time da Tribuna

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