Rigorosamente verdadeiro: a disputa de cargos no governo que Dona Dilma ainda não conquistou. Conquistará?

Convencidos de que Dona Dilma já está no Planalto-Alvorada, trava-se luta por cargos. Principalmente na área econômica e financeira, e dos “direitos humanos”. (Neste caso, representando exatamente o contrário).

Em relação ao presidente do Banco Central e ao ministro da Fazenda, costumam ocupar cargo executivo de um grande banco. Não pela competência, mas pelo acúmulo de informação.

Para Mantega, o destino parece ser esse mesmo, não existem muitas outras possibilidades, sua penetração e prestígio na área econômica, não é muito grande.

Quanto a Meirelles, se desenvolve uma espécie de conflito de Poder, que se localiza dos dois lados. Procuram manter sigilosa e silenciosamente, para conseguir o objetivo.

Dona Dilma pretende colocar no Banco Central, uma pessoa de sua absoluta e total confiança. Só não sabe quem. Não gostaria de manter Meirelles e ter que dizer como o seu grande eleitor: “Espero o Meirelles me dar sinal verde para poder baixar os juros”.

Já sugeriram a ela nomear Palocci. Mas além de não agradar muito, considera que Palocci não tem o perfil para o cargo. Acha ele mais adequado para ministro da Agricultura. Sabe que tem que dar algum cargo a ele. (Pode surpreender, mas é esse o comportamento de Dona Dilma, em relação ao setor).

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PS – Meirelles não se convenceu do que acontecerá no futuro. Se Dona Dilma vencer, acha que continua. Também não quer ir para um grande banco, que paga magnificamente e com mordomias suculentas. Mas seu problema não é esse.

PS2 – Se tiver que ir para um banco, Meirelles prefere no exterior, onde aprofundará os contatos que o mantiveram 8 anos no Banco Central, inédito. O governo tem vários desses cargos.

PS3 – Ficaria 2 anos no exterior, voltaria para retomar a carreira política . Não quer, como dizem, ser nomeado em português e demitido em latim.

PS4 – Para terminar por hoje, Carlos Minc, que se destacou no governo Lula, não tem nenhuma chance de voltar com Dilma. Isso reabriria a discussão sobre “o roubo do cofre”. Minc era deputado estadual com Lula, será reeleito com  grande votação.

PS5 – E nem quer ser presidente da Alerj, cargo nos últimos anos ocupado a quatro mãos (quatro?) por cabralzinho e piccianizão.

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