Rodrigo Maia, se puder concorrer, deverá ser reeleito presidente da Câmara

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Rodrigo Maia pode ser considerado o menor pior dos candidatos

José Carlos Werneck

O deputado Rodrigo Maia busca apoio em bloco para sua reeleição, embora ainda não tenha certeza  se poderá concorrer, em razão de uma ação no Supremo Tribunal Federal, movida pelo Solidariedade, objetivando o impedimento de sua candidatura, por ter sido eleito para um mandato-tampão.

Serão eleitas, além da presidência, duas vice-presidências, quatro secretarias e quatro suplências de secretaria. O mandato dos eleitos será de dois anos. A votação ocorre em urnas eletrônicas usadas nos pleitos nacionais. Para se eleger em primeiro turno, o candidato tem que receber metade mais um do total de votos e o quorum mínimo é de 257 deputados.

A presidência da Câmara dos Deputados  já comunicou aos líderes dos partidos que a eleição para presidência da Casa e de sua Mesa Diretora será às 9 horas do próximo dia 2 de fevereiro. Os concorrentes devem fazer o registro de sua candidatura até às 23h do dia 1º de fevereiro. Até às 12h deste mesmo dia, os partidos podem formar blocos parlamentares para disputar o cargo.

Se a eleição for para segundo turno, é eleito aquele que obtiver maioria simples dos votos. No caso de empate, o primeiro critério para desempate é o número de legislaturas e depois a idade, vencendo o mais idoso.

MAIS TRÊS CANDIDATOS – Até o momento, além do atual presidente, que deseja permanecer no cargo, são candidatos três deputados:  Rogério Rosso, do Distrito Federal, líder do PSD, Jovair Arantes de Goiás, líder do PTB, que teve destacada atuação ,na Cãmara,durante a tramitação do processo de impeachment da ex-presidente Dilma, e  André Figueiredo do PDT do Ceará, que foi-ministro das Comunicações do governo de Dilma Rousseff.

Em Brasília é unânime a opinião que o maior cabo eleitoral da candidatura de Rodrigo Maia é a ausência absoluta de candidatos de expressividade política e melhor gabaritados para tão importante função,que coloca seu ocupante na posição de primeira opção na linha sucessória do governo do país, devido à inexistência de vice-presidente.

Realmente, uma pena. Pobre Brasil, que já viveu melhores dias, com personagens de maior gabarito.

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