Sábios conselhos do jornalista Carlos Marchi ao eleitor carioca!

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Marchi é autor da biografia de Carlos Castello Branco

José Carlos Werneck

O excelente jornalista Carlos Marchi, um dos finalistas do Prêmio Jabuti de 2016 na categoria biografia (a mais importante premiação do livro brasileiro), com seu livro “Todo Aquele Imenso Mar de Liberdade”, que relata a bela trajetória do jornalista Carlos Castello Branco, publicou hoje em sua página no Facebook este utilíssimo texto:

Tentei ajudar meus conterrâneos, aconselhando-os, no 2º turno, a votarem no menos pior. Parece que eles não conseguiram descobrir o menos pior. Então segue outro conselho: descubram O PIOR e NÃO VOTEM nele. O menos pior talvez seja difícil de descobrir – o pior, nem tanto.

No Brasil de hoje, NADA é pior que a esquerdopatia desesperada. Ela aparelha o Estado com a voracidade dos ratos, avança no patrimonialismo com o apetite dos cupins, caça empregos públicos com a agressividade das águias e rouba butins com a precisão dos chacais.

Qualquer incompetência é menos ruim do que a esquerdopatia. Ela acaba com a capacidade produtiva do Estado. Se você quer transformar o Rio no valhacouto da esquerdopatia e da vagabundagem nacionais, vote no pior.

Mas se sonha salvar alguma coisa nesse desastre, NÃO VOTE NO PIOR.

36 thoughts on “Sábios conselhos do jornalista Carlos Marchi ao eleitor carioca!

  1. Os lacerdistas nunca falam da circulação, em 64, da Tribuna da Imprensa comparada com a da Última Hora do Wainer, esse sim tinha uma mulher linda, não tão recatada e nem do lar….
    A História de um lado só…..

  2. Depois do “Escolha os melhores e vote”, agora temos “Descubra o menos pior e não vote nele”…..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Só rindo…….

    E querem nos convencer de que há a “Festa da Democracia”……kkkkkkkkkkkkk

  3. ” No Brasil de hoje, NADA é pior que a esquerdopatia desesperada. Ela aparelha o Estado com a voracidade dos ratos, avança no patrimonialismo com o apetite dos cupins, caça empregos públicos com a agressividade das águias e rouba butins com a precisão dos chacais.”
    A mais pura verdade.
    Ai, ai…se tivessem um quinto da inteligencia do Roberto Campos…

  4. Acabei de ver o debate, um Crivella tão higienista social como os lacerdistas do Rio Guandú…. Pena de um povo que precisa dos istrionicos chefes de rebanhos, de preferencoa coloridos…

  5. Os com dor de cotovelo estão ativos hoje. Um esqueceu o paletó na cadeira e nem foi pegar, o outro, quer um emprego do temeroso. Que dupla! Só falta uma foto dos dois com um segurando o saco do outro.

  6. Sr. Paulo, quanto tempo, deve ser o fuso do Horário de Verão, estamos com muitas horas adiantadas…..
    Mas. paletó de novo, não tenho como hábito, a não ser em ocasiões especiais….
    Já lhe disse milhões de vezes que não tenho como costume mamar nas tetas públicas como o Partideco da Sua Rainha da Corrupção, até porque como também já lhe disse milhões de vezes não pertenço a qualquer partideco deste Páis e muito “menas” sou filiado a sindicatos ou que tais mamadores das Tetas Públicas………..
    Acho melhor o Senhor ler com atenção os meus textículos, são bem claros nas explicações e também são pedestrantes como diz nosso outro comentarista Sr. Mário…
    Quanto a dor de cotovelo, acho que o sr. está se referindo a Dona janaina e ao Desgoverno do Don Drécula, os fatos estão ai,, é só o senhor ler o Estadão, Folha, Globo, Revistinha Veja, Istó È,.,…está tudo lá, dê uma lida com calma……

  7. Aproveitando a deixa Sr. Paulo, tenho dois questionamentos, aliás, ninguém pergunta isso,

    1. Por que Dona janaina cobrou 45 mil doo Partideco Corrupto, podia ser 40 ou 50 mil, mas 45 é o mesmo número do Partideco Corrupto, e dona janaina cansou de dizer que é apartidária e não torce por partidos…

    2. Será que esse dinheiro recebido pelo Partideco é legal, limpinho e cheiroso, benzido nas águas limpas e cristalinas do Rio Jordão….Sabendo-se que tudoo o que entra no Partideco é dinheiro roubado dos cofres públicos brasileiros……

  8. O Economista ROBERTO CAMPOS era inteligente, mas muito imaturo. Ele defendia as Teses do Liberalismo Laissez Faire, de ADAM SMITH que são válidas para Economias Industrializadas Maduras CAPITALIZADAS.
    O Brasil com D. JOÃO VI, D. PEDRO I, D. PEDRO II, por 80 anos seguiu essa Teoria e chegou a República ( 1889 ) como uma grande roça de Café/Açúcar,Gado, de Agricultura MANUAL, com +- 80% de analfabetismo.

    A República, principalmente com RUY BARBOSA tentou industrializar o Brasil, mas logo em seguida com o Presidente CAMPOS SALES e seu Ministro da Fazenda JOAQUIM MURTINHO voltamos ao Liberalismo Laissez-Faire até a Revolução de 1930, continuando na mesma POBREZA/MISÉRIA e ANALFABETISMO.

    Foi com o grande Presidente GETÚLIO VARGAS que se começou a INDUSTRIALIZAÇÃO do Brasil, se abandonando o Liberalismo Laissez-Faire, pelo Liberalismo Intervencionista, de DESENVOLVIMENTO NACIONAL AUTÔNOMO.
    VARGAS se baseou nas idéias do grande Economista Alemão FRIEDRICH LIST ( Sistema Nacional de Economia Política – 1841 ) que foi a base para se criar uma Economia Industrial num País Agrário Manual Atrasado. Funcionou nos EUA, Alemanha, Japão, China, Coreia do Sul, ….enfim em todos os Países que se industrializaram depois da pioneira Inglaterra.

    Ora, ROBERTO CAMPOS defendia o Liberalismo Laissez-Faire que para Países Agrários e atrasados, DESCAPITALIZADOS, representa o ATRASO. GETÚLIO VARGAS com seu Liberalismo INTERVENCIONISTA ESTATAL, mesmo com seus exageros e defeitos, que pediam correções, nos levou a muito mais DESENVOLVIMENTO e Industrialização.

    Quem explica muito bem tudo isso é o grande Gov. CARLOS LACERDA, um dos principais Lutadores pela Revolução Civil-Militar de 1964, Candidato da UDN-Aliados à Presidência da República 1965 que não houve, nos Debates com o Ministro ROBERTO CAMPOS sobre o PEA ( Plano de Estabilização Econômica ) do Governo CASTELLO BRANCO.
    No PEA, CARLOS LACERDA explicava que com o Liberalismo Laissez-Faire defendido por ROBERTO CAMPOS voltaríamos a ser uma grande Roça, melhorada da dos tempos de D. PEDRO II, e que com um LIBERALISMO INTERVENCIONISTA ESTATAL, corrigida dos excessos ESTATISTAS de VARGAS, iríamos pelo caminho certo da INDUSTRIALIZAÇÃO AUTÔNOMA SADIA.
    LACERDA sempre dizia que: Capital bom é o Capital Nacional.

    Infelizmente o Presidente CASTELLO BRANCO seguiu mais as ideias de ROBERTO CAMPOS do que de CARLOS LACERDA, este nunca foi Presidente da República, e no fim deu no que deu.

  9. Deve-se acreditar em jornalista que tem coragem de escrever “menos pior”?

    Sou contra o comunismo. Acho muito ultrapassado. No entanto, os ideais comunistas, temperados com a necessária modernidade que os tempos exigem, podem formar um conjunto de ideias e ideais respeitáveis.

    Na saúde, por exemplo: é admissível que uma pessoa portadora de uma grave doença se tiver 100 mil no bolso está salva, mas se não tiver essa fortuna morre?

    Para o capitalismo, tudo bem. Fazer o quê? O comunismo acha isso um absurdo. Eu também.

    Mas não posso concordar em comunizar todos os meios de produção, em acabar com o livre empreendedorismo, levantar bandeiras contra a propriedade privada… Esse tempo já passou.

    Isso é um ponto.

    O outro ponto, o ponto que está do outro lado da gangorra, digamos assim, são os ideais da Igreja Universal do Reino de Deus. Preciso continuar?

  10. E a ‘direitopatia’ não é um perigo, também? Acho até compreensível que não se queira votar em Freixo, mas daí a querer fazer de Crivella um ‘cavaleiro de armadura reluzente’ ou querer ignorar e exigir dos outros que ignorem o ambiente que gerou a carreira política de Crivella é um exagero sem tamanho. Aliás, esse novo paladino da direita não era integrante da base aliada de Lula e Dilma, até um tempo atrás?

    • Sim, além de ser aliado de Lulamolusco e Dilmalusca seu Partideco bancado pela Igreja do Tele-Bispo Pedir Mai$cedo tinha um Ministério para se deliciar nas Tetas Públicas, como todos sabem, o Bispo-$sobrinho é um grande pescador…….
      Como diz o Gênio
      “Dinheiro nós já temos, só falta a Presidência da República para “evanjeguizar” o Brasil…..

  11. Luiz Felipe Pondé afirma que “Engana-se quem acha que propriedade privada seja apenas “sua casa”. Não, a primeira propriedade privada que existe é invisível: sua alma, seu espírito, suas ideias. É sobre elas que a oligarquia de esquerda avança a passos largos. Em nome da “justiça social” ela silenciará todos.”
    Para esse pensador e filósofo o jargão “por uma sociedade mais justa” pode ser falado pelo pior do canalhas.
    E nos últimos 13 anos os exemplos são inúmeros.
    Aos leitores e comentaristas da TI, abaixo transcrevo o artigo do aludido pensador e filósofo intitulado “A OLIGARQUIA DE ESQUERDA”.
    Boa leitura a todos!

    LUIZ FELIPE PONDÉ

    A oligarquia de esquerda
    O jargão “por uma sociedade mais justa” pode ser falado pelo pior dos canalhas

    VOCÊ ACREDITA em justiça social? Tenho minhas dúvidas. Engasgou? Como pode alguém não crer em justiça social? Calma, já explico. Quem em sã consciência seria contra uma vida “menos ruim”? Não eu. Mas cuidado: o jargão “por uma sociedade mais justa” pode ser falado pelo pior dos canalhas. Assim como dizer “vou fazer mais escolas”, dizer “sou por uma sociedade mais justa” pode ser golpe.
    Aliás, que invasão de privacidade é essa propaganda política gratuita na mídia, não? O desgraçado comum, indo pro trabalho no trânsito, querendo um pouco de música pra aliviar seu dia a dia, é obrigado a ouvir a palhaçada sem graça dos candidatos. Ou o blablablá compenetrado de quem se acha sério e acredita que sou obrigado a ouvi-lo.
    Mas voltando à justiça social, proponho a leitura do filósofo escocês David Hume (século 18), “An Enquiry Concerning the Principles of Morals, Section III”. Cético e irônico, Hume foi um dos maiores filósofos modernos. É conhecida sua ironia para com a ideia de justiça social. Ele a comparava aos delírios dos cristãos puritanos de sua época em busca de uma vida pura. Para Hume, os defensores de um “critério racional” de justiça social eram tão fanáticos quanto os fanáticos da fé.
    Sua crítica visava a possibilidade de nós termos critérios claros do que seria justo socialmente. Mas ele também duvidava de quem estabeleceria essa justiça “criteriosa” e de como se estabeleceria esse paraíso de justiça social no mundo. Se você falar em educação e saúde, é fácil, mas e quando vamos além disso no “projeto de justiça social”? Aqui é que a coisa pega.
    Mas antes da pergunta “o que é justiça social?”, podemos perguntar quem seriam “os paladinos da justiça social”. Seria gente honesta? Ou aproveitadores do patrimônio dos outros e da “matéria bruta da infelicidade humana”, ansiosos por fazer seus próprios patrimônios à custa do roubo do fruto do trabalho alheio “em nome da justiça social”? Humm…
    A semelhança dos hipócritas da fé que falavam em nome da justiça divina para roubar sua alma, esses hipócritas falariam em nome da justiça social para roubar você. Ambas abstratas e inefáveis, por isso mesmo excelentes ferramentas para aproveitadores e mentirosos, as justiças divina e social seriam armas poderosas de retórica autoritária e mau-caráter.
    Suspeito de que se Hume vivesse hoje entre nós, faria críticas semelhantes à oligarquia de esquerda que se apoderou da máquina do governo brasileiro manipulando uma linguagem de “justiça social”: controle da mídia, das escolas, dos direitos autorais, das opiniões, da distribuição de vagas nas universidades, tudo em nome da “justiça social”. Ataca-se assim, o coração da vida inteligente: o pensamento e suas formas materiais de produção e distribuição.
    A tendência autoritária da política nacional espanta as almas menos cegas ou menos hipócritas. A oligarquia de esquerda associa as práticas das velhas oligarquias ao maior estelionato da história política moderna: a ideia de fazer justiça social a custa do trabalho (econômico e intelectual) alheio.
    Outro filósofo britânico, Locke (século 17), chamava a atenção para o fato de que sem propriedade privada não haveria qualquer liberdade possível no mundo porque liberdade, quando arrancada de sua raiz concreta, a propriedade privada (isto é, o fruto do seu esforço pessoal e livre e que ninguém pode tomar), seria irreal.
    Instalando-se num ambiente antes ocupado pela oligarquia nordestina, brutal e coronelista, e sua aliada, a chique oligarquia industrial paulista, os “paladinos da justiça social” se apoderam dos mecanismos de controle da sociedade e passam a produzir sucessores e sucessoras tirando-os da cartola, fazendo uso da mais abusiva retórica e máquina de propaganda.
    Engana-se quem acha que propriedade privada seja apenas “sua casa”. Não, a primeira propriedade privada que existe é invisível: sua alma, seu espírito, suas ideias. É sobre elas que a oligarquia de esquerda avança a passos largos. Em nome da “justiça social” ela silenciará todos.

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