Sarney desprendido e generoso: “Estou pronto, digam ao povo que fico”

Fiquei emocionado, comovido, até constrangido com o discurso do presidente Sarney. As duas primeiras manifestações numa relação impressionante do que tem sido a vida de realizações do senador.

E minha surpresa é espantosa, criando o citado constrangimento. Pois não tinha a menor idéia de que quase tudo que existe no Brasil, FOI OBRA, CRIAÇÃO, PREOCUPAÇÃO e CLARIVIDÊNCIA  de José Sarney, como presidente da República ou nas três vezes que presidiu o Senado.

Confesso a minha ignorância histórica. Muita coisa que este repórter acreditava devesse ser colocado na conta de Pedro Alvares Cabral, de D. Pedro I e II e não esqueçamos de D. João VI, fiquei sabendo que foi feito com enorme antecedência pelo próprio Sarney.

O ex-presidente não falou que foi o autor da “Abertura dos Portos”, por excessiva modéstia e timidez.  Mas como usou um tempo enorme para dizer, “fui criador da Radio Senado, do Jornal do Senado, da Televisão do Senado, a popularização da Internet pelo Senado, (e repetia isso tantas vezes), que em determinado momento, assinalei para mim mesmo: “Não demora e Sarney me convence vai ler a carta de Pero Vaz Caminha dizendo que foi ele que escreveu”.

Sarney não leu, mas ficou evidente que a carta foi realmente escrita por ele, e consta do currículo para ingressar na Academia. Mas o ex-presidente estava pronto para NEGAR, que qualquer parente de Pedro Alvares Cabral, de Pero Vaz Caminha ou de D. João VI, tivesse sido nomeado por ele no seu gabinete. (No de sua filha Roseana pode ser, cada um tem seu estado, eu sou do Amapá).

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