Sarney no cadafalso (9)

Fernando, desonesto e paspalhão

Roseana ficou calada, o filho indefensável, devia ter seguido o caminho, mantido o silencio. Não, tinha que falar e falando: “As conversas eram particulares e familiares”. Não desmentia, ao contrário, confirmava as gravações, pois tratavam “a coisa pública como familiar, procuravam emprego fácil e bem remunerado para o namorado da neta”.

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