Secretario-geral da ONU afirma que Amazônia não é problema brasileiro, ninguém diz nada e o governo Lula Rousseff ainda apoia a reeleição dele.

Carlos Newton                                                         

Em sua coluna de domingo, Carlos Chagas voltou a advertir sobre a cobiça internacional em relação à Amazônia. Criticou especificamente a brecha aberta pela  Lei  de Concessão de Florestas Públicas, aprovada no governo Lula e que propiciou, por exemplo, que um milionário sueco-americano se tenha vangloriado de haver adquirido,  na Amazônia, área igual à da Grande Londres, anunciando que, através de parcerias com grandes grupos internacionais privados, buscará  tirar proveito comercial, explorando e vendendo tudo o que existe em seus limites, da madeira à biodiversidade e ao subsolo.

Por coincidência, ao mesmo tempo os jornais noticiavam que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em visita ao país, afirmou que a questão da Amazônia “não é um assunto do Brasil. É um assunto global que afeta o mundo todo”. Sobre o desmatamento no Brasil, ele disse que a forma como o governo brasileiro enfrenta o problema prejudica o mundo inteiro. Acrescentou que o desmatamento é uma grande preocupação da ONU, uma vez que “em todo o mundo o problema responde por 20% das emissões de gases que provocam o efeito estufa”.

“Como vocês fazem afeta o mundo todo. Espero que o governo brasileiro, a indústria agropecuária discuta esse assunto com seriedade. Esse não é um assunto do Brasil. É um assunto global que afeta o mundo todo”, insistiu.

Ban Kim-moon, que é coreano do sul e não sabe distinguir um abacate de um abacaxi, vem ao Brasil, fala que a Amazônia não é problema brasileiro, inventa que o desmatamento da Amazônia responde por 20% do efeito estufa (possibilidade jamais comprovada), e ninguém diz nada, nenhuma autoridade responde a ele, a imprensa também se acovarda, e o Planalto ainda promete votar nele para ser reeleito para a Secretaria-Geral da ONU. Que país é esse, Francelino Pereira?

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