Seleção de futebol dos EUA: “Go home”

Campeão legitimo, autentico, magnifico, 5 jogos, 5 vitorias indiscutiveis. O artilheiro da competição, os melhores jogadores. O Brasil deu dois gols de vantagem aos americanos, como acontecia antigamente na sinuca, e ainda hoje no golfe, jogadores com handicap maior ou menor.

Alguns se assusturam com o primeiro gol dos americanos, feito pelo Dempsey. (Nos EUA, muitos devem ter se lembrado do Dempsey campeão mundial de boxe, que quando parou de lutar abriu um restaurante famoso até hoje, em Nova Iorque, não Manhattan, no caminho para Nova Jersey).

O segundo gol dos EUA também estava no roteiro, com um minuto do segundo tempo, o primeiro gol de Luiz Fabiano. Depois, o segundo também dele, e o dominio total. A partir daí, só o goleiro Howard trabalhou.

Não há mais nada a dizer. Os jogadores estiveram bastante razoaveis, compreenderam muito bem e executaram muito bem o que estava no script. Para completar: finalmente, Dunga conquistou a tranquilidade para trabalhar. Já classificado para 2010 (pode até perder todos os jogos), campeão da Copa das Americas, nenhuma contestação.

O grande injustiçado foi a A Frica do Sul. Demostrou competencia e treinamento, jogou de igual para igual com o Brasil. Com a Espanha (pelo terceiro lugar) merecia vencer. O que acontecia até os 42 minutos. A Espanha passou à frente rapidamente, a Africa do Sul foi para a prorrogação aos 47. Não se entregou. Mas a Espanha fez na prorrogação o gol que não merecia. Joel Santana, explendido.

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