Sem Alemanha e Itália, a Copa do Mundo fica bem melhor para os brasileiros

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Paulinho abriu o marcador, com um gol espetacular

Carlos Newton

O Brasil tem o mística de ser o melhor em matéria de futebol, o esporte preferido do mundo. Para começar, é a única seleção a ter jogado em todas as competições, sendo também o maior campeão do torneio, com cinco títulos. Apenas oito países ganharam a Copa do Mundo desde a sua ‘fundação’ em 1930 e o Brasil é o mais bem sucedido, mas nosso título de maior do mundo vem sendo cobiçado pela Itália e a Alemanha, que ganharam quatro vezes a Copa, enquanto a Argentina e o Uruguai ganharam duas vezes. Completando a lista, Inglaterra, França e Espanha ganharam a Copa do Mundo em uma ocasião.

Nesta Copa, o país de chuteiras teve a sorte de ver a Itália sem participar, e a hegemonia passou a ser ameaçada apenas pela Alemanha, com agravante de ter nos enfiado 7 a 1, dentro de casa. Conseguimos ir à forra na Olimpíada de 2016, mas essa goleada ficará na história para sempre. E agora a Alemanha está eliminada pela modesta Coreia do Sul, e nossa hegemonia já está garantida pelos próximos quatro anos.

OUTRAS SELEÇÕES – Para faturar o sonhado hexa e ficar à vontade no topo do ranking, temos importantes rivais, como os já campeões Argentina, Inglaterra, Uruguai e Espanha, além de duas seleções que podem emplacar pela primeira vez – Portugal e México.  Os dois times estão muito fortes e podem chegar ao título.

Nesta quarta-feira santa, o jogo do Brasil contra a Sérvia começou equilibrado, os sérvios ameaçavam, qualquer um dos times poderia ter aberto o placar, o Brasil deu sorte, com o passe preciso de Felipe Coutinho que deixou Paulinho de frente para o gol. A partir saí, o jogo ficou mais aberto e a seleção brasileira cresceu em campo, o resultado de 1 a 0 era merecido.

VEIO A REAÇÃO – No segundo tempo, uma surpresa. A partir dos 10 minutos, a Sérvia cresceu, imprensou a seleção brasileira, passou a mandar no jogo, teve várias oportunidades de gol,  a bola só não entrou porque Deus é brasileiro. Preocupado com o domínio sérvio, Tite colocou Fernandinho no lugar de Paulinho, para reforçar a defesa, uma decisão questionável, mas dois minutos depois, nova surpresa. Neymar cobra com perfeição um escanteio, Miranda sofre pênalti, o juiz não vê e Tiago Silva faz um golaço de cabeça.  

Com 2 a 0, tudo é festa. Tite poupou Felipe Coutinho, um pequeno gigante em campo, colocou Renato Augusto, a Sérvia pressionou, o Brasil teve várias chances de gol, mas o goleirão sérvio fechou a porteira.

Agora, vamos enfrentar o México, que nos últimos anos aprendeu a jogar contra o Brasil de igual para igual. Mas nosso time é muito bom e competitivo, especialmente se Douglas Costa e Roberto Firmino forem escalados, e iremos em frente, aproveitando que a Alemanha e a Itália estão em casa, bem longe da Copa, que pode ser mais uma vez nossa, sou brasileiro, não há quem possa…

15 thoughts on “Sem Alemanha e Itália, a Copa do Mundo fica bem melhor para os brasileiros

  1. A chamada acima do Carlos Newton traduz o nosso “jeitinho brasileiro”, para driblarmos a lei do maior esforço. Quase sempre, essa esquiva acaba sendo aplicada a todos os atalhos da vida contidiana, inclusive; na troca do moral pelo imoral, do legal pelo ilegal, do honesto pelo desonesto.
    Alfim, estamos sempre à espera de que o infortúnio alheio, ou um calcanhar-de-Aquiles de uma regra possam nos dar passagem sem resistência. Morou? Ter que ser esperto!

      • “A Câmara é a representação do povo. Os deputados não são santos porque o povo também não é santo”

        (Bonifacio Andrada, que está em seu DÉCIMO mandato de deputado federal e conhece muito bem o baixíssimo nível do seu eleitorado.

        • E este é o Décimo mês em que você repete a mesma frase.
          Haja falta de imaginação!
          Só ficou faltando o kkkkkk típico de retardado!

  2. O que Hélio Fernandes escreve, vale a pena ler. Bom demais. Permita-me Carlos Newton

    A SAGA, O DRAMA, A LUTA DO BRASIL NA COPA,
    DESDE AS 9 DA MANHÂ, A LOUVADA ESPERANÇA,
    ATÈ ÀS 5 DA TARDE, O RESULTADO IRREVERSIVEL

    HELIO FERNANDES

    Com o maior constrangimento e até vergonha, não fujo ao desprazer de
    comentar a participação do Brasil nesta Copa de 2018. Desde as
    eliminatórias ( rapidamente, está muito longe) até esta quarta, que
    pode ser tenebrosa. A America do Sul é o único continente
    privilegiado. Os 10 países disputam um torneio, em que os 10 países com
    turno e returno,o que favorece a Argentina e Brasil, duas potencias
    (?) em situação difícil ou dificílima.

    Seleção e publico estão divorciados ha muito tempo. A classificação
    com 3 rodadas de antecedência, deu impressão de suspensão de
    hostilidade. Longe disso. Chegada a fase da disputa propriamente dita,
    a separação da seleção com o torcedor, ficou ostensiva.Mal convocada,
    logicamente mal escalada , mal produzida, teria que chegar ao fundo do
    poço, como chegou,ou como rodeia o abismo.Visivelmente.

    O técnico Tite tem uma culpa muito grande da degringolada, provocando
    uma fusão tumultuada entre a seleção de fora do campo, e a que tem a
    obrigação de jogar e decidir os jogos. Tudo começou com o equivoco
    lamentável, inusitado e deprimente de colocar o reconhecido melhor
    jogador da equipe, como “capitão”. Ora, essa seria a ultima função a
    ser entregue a alguém com o perfil de Neymar.Com isso, Tite passa pelo
    vexame de fazer rodízio na função, excluído naturalmente Neymar.

    Isso influiu na eficiência, alem de dar visibilidade á tentativa de
    supremacia entre o IDOLO e o VILÃO, os dois representados pelo mesmo
    Neymar. Logo milhões tomaram partido, os que o defendem
    intransigentemente, e os que o atacam selvagelmente. Essa discrepância
    domina todos os órgãos de comunicação, das redes, até todos os outros.
    Com prioridade para os vários canais de esporte,que massacram o
    jogador.

    Neymar respondeu á sua maneira, jogando sozinho prendendo a bola, até
    se estatelar no chão, o que acontecia invariavelmente. Isso provocou
    um distanciamento quase rompimento entre alguns. A ponto do pai de
    Neymar, alma vil e execrável, procurar jogadores, propondo” que tudo
    voltasse a ser como antes”. Confissão maior, impossível.

    Tecnicamente o Brasil está abaixo de zero. Contra a Suíça, deplorável e
    lamentável. Enfrentando a modesta e medíocre Costa Rica, perambularam
    pelo campo durante 90 minutos, sem saber ou descobrir onde era o lado
    adversário. Nos acréscimos fizeram 2 gols,puro acaso. A partir das 3
    da tarde têm a ultima chance.Mas precisam jogar mais, muito mais do
    que jogaram até agora.

    Meu estoque de crença não é tão grande para ser otimista. Por outro lado,não tenho excesso de descrença, que me faça pessimista.
    .

  3. Seleção brasileira melhorou muito contra a Sérvia! O cai-cai não caiu tanto e o time foi mais objetivo que os grandalhões dos balcãs.
    Como já disseram na rede, foi só a Alemanha trocar o manto sagrado rubro-negro, pelo pano de chão verde dos porcos palmeirenses, para ficar na primeira fase da copa. Se os mexicanos vierem de verde também, nas oitavas, facilitam a coisa.

  4. A maioria dos brasileiros que torcem para a seleção é pensando nos feriados que acontecerão até o Brasil chegar na final.

  5. O time da CBF só conseguiu jogar razoavelmente bem,no jogo de hoje,porque a Sérvia precisava vencer e veio para cima buscando a vitória já que nem com um empate se classificaria.
    Como deixou de lado os excessivos cuidados defensivos e buscava sempre o ataque,acabou deixando espaços em sua defesa que beneficiaram muito o time brasileiro pela qualidade dos seus jogadores.
    Além disso o miolo de zaga da Sérvia é muito fraco e foi por ali que perderam o jogo.
    Não creio que o time da CBF vá encontrar tanta facilidade daqui por diante.

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