Sempre financiado pela Fiesp e Febraban, Serra um felizardo da Bolsa-Fuga e da Bolsa-Exlio, 16 anos sem COMBATER, o seu forte

Todo presidente da Fiesp pretende dominar o Estado. Apoiaram a ditadura, nem assim conseguiram. So sempre riqussimos, privilegiados, poderosos.

Quando o presidente da Fiesp era um Klabin Segall, seu pai financiou Serra para o Senado. Este que vinha de duas derrotas seguidas, se elegeu, mas no ocupou o cargo, ficou pouqussimo tempo, o senador era o suplente-financiador.

Por causa disso, o senador-no-suplente da Bahia, Jacques Ornellas, como atual governador se dizia Filantrpico, trocou a primeira letra da palavra, identificou-o como Pilantrpico. Nenhuma contestao do ridicularizado e at acusado senador.

Serra custou a se declarar presidencivel, ele a verso feminina de Dona Dilma, no tem o que mostrar, o que apresentar, ou a palavra que adora: se exibir. Custou a se definir como presidencivel, ocupou muitos cargos, no marcou sua presena em nenhum deles.

No tem o que apresentar, claro que no pode dizer que foi sempre apoiado pela Febraban e pela Fiesp, no louco. Perdeu duas vezes para prefeito, pois em eleies municipais esses rgos no tm penetrao. Bancos, seguradoras, empresrios que vivem de subsdios eternos, sempre estiveram com Serra, mas ele no pode nem ir relembrar nada disso.

A grande jogada da vida de Serra foi a Bolsa-Fuga ou a Bolsa-Exilio, que lastreou tudo o que pretendia. Foi para a Frana, depois para o Chile, finalmente para os Estados Unidos, 16 anos financiados pelos mais diversos grupos empresariais, apenas estudando, vivendo sem problemas ou dificuldades.

Veio para o Brasil em 1978, a ditadura estava no cho, tentou um cargo eletivo, sua candidatura no foi registrada. Alegao: ainda estava cassado, no podia ser candidato. Mas a vem a confirmao do que eu sempre escrevi e falei: FHC, que se dizia CASSADO E NO EXLIO, foi registrado e ficou como suplente de Franco Montoro, garantiu a suplncia e a vaga, em 1982, quando Montoro foi eleito governador.

(Portanto, fica mais uma vez pblico e notrio, que o intelectual (?) FHC, desvirtua e desagrega seu prprio passado, e nisso se equipara a Dona Dilma).

Com essas deturpaes da verdade, FHC comeou a carreira, chegou a presidente, comprou a reeeleio e agora blasfema: S a Histria pode me julgar. A Histria somos ns, que alguns depois copiam de jornais da poca e imprimem um livro: sem FHC e a DOAO de 4 ou 5 trilhes do nosso patrimnio, no haveria Serra, que concordou com tudo.

Autoritrio, arbitrrio, atrabilirio, tem o perfil exato do ditador. Nunca trabalhou na vida particular, e na pblica, poderia muito bem ser o autor de O Zero e o Infinito (de Arthur Koestler). S que com Serra seria autobiografia.

Ao se lanar como presidencivel, fez a frase que pode ter surpreendido a muitos, mas no a este reprter: Meu adversrio no Lula, ele no candidato.

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PS Serra mostrou e at provou, poltica se faz sem carter, sem convico, sem constrangimento. O importante, sabe muito bem disso, induzir, conduzir, regredir, desde que afague com muito carinho, a to afagada (no redundncia) ambio. O governador de So Paulo tem a dose certa da idolatria, hipocrisia e egolatria.

PS2 Idolatria, lgico, por ele mesmo, e em dose anestsica, para compensar o que os outros no tm por ele. Hipocrisia, enganando adversrios e correligionrios, sem a mnima viso de que est diante de um espelho, e a imagem refletida no necessita de reflexo. Nem de reflexo.

PS3 E egolatria elevada potncia mxima, para constatar que a admirao que alimentou numa grande parte dos 68 anos que completou agora, podem ser to aumentadas, que admirao e ambio, no sejam mais do que palavras e sim objetivos. Para isso, no entendimento de Serra, basta continuar no caminho que comeou a percorrer em 1964, e precisa percorrer mais um pouco. Com ou sem solavanco.

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