Perfis duvidosos replicam mensagens em massa em defesa do uso da cloroquina em redes sociais

Charge do Cazo (blogdoaftm.com.br)

Deu no O Globo

Uma série de perfis no Twitter replicaram neste domingo, dia 17,  uma mesma mensagem —  comportamento semelhante ao de robôs nas redes sociais —  em defesa ao uso da cloroquina para tratamento da Covid-19.

As publicações acontecem dois dias depois da demissão, a pedido, de Nelson Teich do Ministério da Saúde, que, contrariando a posição do presidente Jair Bolsonaro, disse que atualmente há estudos que indicam que o remédio pode não ser benéfico para enfrentar o novo coronavírus.

CLOROQUINA – A mensagem replicada era: “Minha filha pegou covid no trabalho (Bancária), e meu genro pegou dela, tomaram AZT+HCQ+Zinco logo no inicio dos sintomas, com 4 dias estavam zerados. Não vejo motivo pra tanta polêmica, um medicamento tão antigo e que até grávida pode tomar. Simples…ñ acredita ñ toma!!!”

Perfis que se comportam como robôs ajudam a turbinar pautas bolsonaristas nas redes. O uso desse mecanismo seria usado, inclusive, pelo que já foi chamado “gabinete do ódio” que é alvo da CPI das Fake News no Congresso.

O grupo chamado de “gabinete do ódio” é, supostamente, formado por assessores do Palácio do Planalto ligados ao núcleo duro da família Bolsonaro. Eles seriam encarregados de coordenar ataques virtuais e disseminação de notícias falsas nas redes sociais.

ESTRUTURA  BOLSONARISTA – A deputada e ex-líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), disse à CPI das Fake News em dezembro do ano passado que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) é um dos coordenadores de estrutura montada pelo grupo de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro para fazer ataques virtuais.

Segundo a deputada, Eduardo está “amplamente envolvido” no esquema, do qual também fazem parte assessores dele e de outros deputados federais e estaduais, além de integrantes do Planalto.

Desde o início da epidemia, parte da comunidade científica se manifestou de forma cética em relação aos supostos benefícios da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. No Brasil, a droga é amplamente usada no tratamento de doenças como malária e lupus. Médicos alertam para efeitos colaterais como arritmias que podem se fatais em pacientes como problemas cardíacos.

ESTUDO SUSPENSO – Um estudo realizado no Amazonas chegou a ser parcialmente suspenso após a morte de pacientes que receberam doses altas de cloroquina. Apesar das controvérsias, o presidente defendeu em diversos discursos o uso da droga. No dia 8 de abril, ele chegou a defender o medicamento até na fase inicial da doença.

“Instruí meus ministros: após ouvir médicos, pesquisadores e chefes de Estado de outros países, passei a divulgar, nos últimos 40 dias, a possibilidade de tratamento da doença desde sua fase inicial”,  afirmou

O Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu um parecer afirmando que não há evidências de que a droga tenha benefícios no tratamento da Covid-19, mas liberou médicos a prescrevê-la em algumas situações e sempre após informar o paciente sobre os riscos da droga.

29 thoughts on “Perfis duvidosos replicam mensagens em massa em defesa do uso da cloroquina em redes sociais

    • O CFM apenas emitiu Parecer de nº 04/2020 onde ressalta que a prescrição das drogas caberá ao médico, em decisão compartilhada com o paciente, que deverá aceitar, ou não, os riscos, depois de esclarecido pelo médico a não existência de nenhum trabalho científico, ensaio clínico adequado, disponibilizado por pesquisadores reconhecidos, publicado em revistas científicas de alto nível, que comprove qualquer benefício do uso.

  1. Suíça aposta na hidroxicloroquina e apresenta taxa de mortalidade duas vezes menor que a da França
    “Devemos responder à emergência e acredito que é isso que estamos fazendo”, diz infectologista de Genebrahttps://conexaopolitica.com.br/ultimas/suica-aposta-na-hidroxicloroquina-e-apresenta-taxa-de-mortalidade-duas-vezes-menor-que-a-da-franca/

  2. Parecer CFM n º 04-2020

    Em todas as situações, o princípio que deve, obrigatoriamente, nortear o tratamento do paciente é o da autonomia do médico, assim como a valorização da relação médico-paciente, “sendo esta a mais próxima possível, com o objetivo de oferecer ao paciente o melhor tratamento médico disponível no momento”.

    Cenários – Na visão do CFM, a primeira possibilidade em que pode ser considerado o uso cloroquina e da hidroxicloroquina é no caso de paciente com sintomas leves, em início de quadro clínico, em que tenham sido descartadas outras viroses (como influenza, H1N1, dengue) e exista diagnóstico confirmado de COVID 19. A segunda hipótese é em paciente com sintomas importantes, mas ainda sem necessidade de cuidados intensivos, com ou sem recomendação de internação.

    O terceiro cenário possível é em paciente crítico recebendo cuidados intensivos, incluindo ventilação mecânica. Porém, ressalta o Parecer, é “difícil imaginar que em pacientes com lesão pulmonar grave estabelecida e, na maioria das vezes, com resposta inflamatória sistêmica e outras insuficiências orgânicas, a hidroxicloroquina ou a cloroquina possam ter um efeito clinicamente importante”.

    Em todos os contextos, a prescrição das drogas caberá ao médico assistente, em decisão compartilhada com o paciente. O documento do CFM ressalta que o profissional fica obrigado a explicar ao doente que não existe, até o momento, nenhum trabalho científico, com ensaio clínico adequado, feito por pesquisadores reconhecidos e publicado em revistas científicas de alto nível, que comprove qualquer benefício do uso das drogas para o tratamento da COVID-19. Ele também deverá explicar os efeitos colaterais possíveis, obtendo o Consentimento Livre e Esclarecido do paciente ou dos familiares, quando for o caso.

    • O comentarista José Augusto Aranha OMITIU as partes finais do parecer 04/2020 do CFM, e assim ficou parecendo que ele colocou só o que lhe interessava na defesa da cloroquina.

      Pois eu vou publicar abaixo o restante do texto do parecer, e depois indicarei ainda o link para o parecer COMPLETO:

      Infração ética – Observados esses aspectos, não cometerá infração ética o médico que utilizar a cloroquina ou hidroxicloroquina em pacientes portadores da doença. Em seu parecer, o CFM aponta ainda a necessidade de acompanhamento constante dos avanços científicos no enfrentamento da COVID-19.

      “Essas considerações que serviram de base para as decisões do CFM basearam-se nos conhecimentos atuais, podendo ser modificadas a qualquer tempo pelo Conselho Federal de Medicina à medida que resultados de novas pesquisas de qualidade forem divulgados na literatura”, ressalta o texto.

      Para chegar a essas conclusões, o CFM promoveu reuniões com representantes de diferentes sociedades de especialidades médicas, além de pesquisadores convidados. O grupo fez uma extensa revisão da literatura científica disponível sobre o tema.

      Evidências – Ao final do trabalho, concluiu-se que “não existem evidências robustas de alta qualidade que possibilitem a indicação de uma terapia farmacológica específica para a COVID-19”. Também foi constatado que, desde o fim de 2019, medicamentos estão sendo testados, muitos deles com resultados promissores em testes em laboratório e através de observação clínica. Apesar disso, “nenhum ainda foi aprovado em ensaios clínicos com desenho cientificamente adequado, não podendo, portanto, serem recomendados com segurança”.

      Para o CFM, agora, o constante acompanhamento dos resultados dos estudos com medicamentos é de extrema relevância para atualizar, periodicamente, as recomendações sobre o tratamento da COVID-19. Segundo o documento, existe consenso entre os pesquisadores de diferentes países de que ensaios clínicos, com desenho adequado do ponto de vista científico, são urgentes para orientar os médicos sobre qual o melhor tratamento para essa doença.

      Há relatos de que no cuidado de pacientes com COVID-19, a cloroquina e a hidroxicloroquina, isoladamente ou associadas a antibióticos, têm sido utilizadas, baseadas em resultados de estudos observacionais. Porém, como explica o CFM, apesar de existirem justificativas para o uso desses medicamentos, baseadas em suas ações anti-inflamatórias e contra outros agentes infecciosos, seu baixo custo e os efeitos colaterais conhecidos, não há, até o momento, estudos clínicos de boa qualidade que comprovem sua eficácia em pacientes com COVID-19.

      Efeitos adversos – Porém, essa situação pode mudar rapidamente. Por exemplo, a Sociedade Americana de Doenças Infecciosas, em documento publicado em 11 de abril, recomenda que a hidroxicloroquina e a cloroquina, isoladamente ou associadas a azitromicina, só sejam utilizadas em pacientes internados apenas dentro de protocolos clínicos de pesquisa.

      Por sua vez, a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), ao analisar a segurança da cloroquina e da hidroxicloroquina faz algumas considerações, como a descrição de seus efeitos colaterais mais comuns: desconforto abdominal, náuseas, vômitos e diarreia. Contudo, podem também ocorrer toxicidade ocular, cardíaca, neurológica e cutâneas.

      Pacientes portadores de psoríase, porfiria e etilismo podem ser mais suscetíveis a eventos adversos cutâneos, geralmente sem gravidade. Em casos raros, pode ocorrer hemólise em pacientes com deficiência de glicose-6-fosfato-desidrogenase. A SBR ainda pede que seja dada atenção especial à interação com outras drogas, como macrolídeos, quinolonas, alguns anti-virais e antipsicóticos, o que pode levar a problemas cardiácos (alargamento do intervalo QT).

      Prevenção – No que se refere às estratégias e métodos de prevenção à COVID-19, o documento do CFM ressalta que as únicas reconhecidas, até o momento, para prevenir a infecção, são o reforço à higienização e se evitar a exposição ao vírus. Não há menção a qualquer medicamento ou substância com essa finalidade.

      “As medidas de isolamento social têm sido recomendadas em todo o mundo como a única estratégia eficaz para impedir a disseminação rápida do coronavírus”. Com isso, impede-se a sobrecarga dos sistemas de saúde, permitindo cuidados aos pacientes com COVID-19, em especial os mais graves, que necessitam de internação hospitalar e UTIs.

      A autarquia também afirma que medidas focadas na higienização também são altamente recomendadas, como lavar frequentemente as mãos; não tocar os olhos, o nariz e a boca com as mãos não lavadas; evitar contato próximo com as pessoas; e cobrir a boca e o nariz com o antebraço ao tossir ou espirrar ou com lenços descartáveis.

      Ainda se recomenda a procura de atendimento médico, imediatamente, se a pessoa tiver febre, tosse e dificuldade em respirar. “O reconhecimento precoce de novos casos é primordial para a prevenção da transmissão. Atualmente, sabe-se que os casos não detectados e assintomáticos são os maiores responsáveis pela elevada taxa de transmissão de SARS-CoV2”.

      No caso de pacientes com quadros graves, o parecer do CFM aponta que a literatura científica indica que há evidências fortes de que o cuidado efetivo aos pacientes com COVID-19, com diminuição da mortalidade, está relacionado à oferta de infraestrutura adequada. Assim, a presença de médicos e equipes de saúde com preparo adequado e com equipamentos de proteção individual em número suficiente; a existência de leitos de internação e de UTI; a presença de equipamentos de ventilação mecânica de boa qualidade e em número suficiente; assim como o encaminhamento para cuidados intensivos, quando indicado, são listados entre as ações recomendadas.

      Link do parecer:

      http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=28672:2020-04-23-13-08-36&catid=3

      • RESUMINDO:

        O CFM aceita que médicos prescrevam a tal da cloroquina. Mas faz RESSALVAS de que estudos sobre seus efeitos terapêuticos, perante a Covid-19, tem sido inconclusivos, por enquanto.

        E ainda faz ALERTAS sobre efeitos colaterais que podem ser observados no uso de tal droga, sendo alguns desses até graves e perigosos.

        E o parecer termina falando sobre as importantes formas de prevenção da Covid-19, salientando a necessidade do isolamento social.

        Portanto é FALSA a ideia de que o CFM está CHANCELANDO e preconizando o uso da cloroquina como um medicamento que REALMENTE funciona.

        Na verdade o CFM está respeitando preceitos democráticos e usando de razoabilidade, por estarmos numa grave pandemia. Assim a autarquia deixa a critério do profissional médico e seu paciente o livre arbítrio para usar uma droga que ainda não se mostrou eficaz. Mas que amanhã talvez possa obter tal comprovação.

        • Acabei de perceber que o comentarista José Augusto Aranha também OMITIU a observação inicial do referido parecer do CFM. Que diz o seguinte:

          CFM condiciona uso de cloroquina e hidroxicloroquina a critério médico e consentimento do paciente.

          Qui, 23 de Abril de 2020 10:05.

          O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou o Parecer nº 04/2020 no qual estabelece critérios e condições para a prescrição de cloroquina e de hidroxicloroquina em pacientes com diagnóstico confirmado de COVID-19. Após analisar extensa literatura científica, a autarquia reforçou seu entendimento de que não há evidências sólidas de que essas drogas tenham efeito confirmado na prevenção e tratamento dessa doença. Porém, diante da excepcionalidade da situação e durante o período declarado da pandemia de COVID-19, o CFM entende ser possível a prescrição desses medicamentos em três situações específicas.

          RESUMINDO:

          O CFM já no início deixa claro que NÃO há evidências sólidas de que a cloroquina ou hidroxicloroquina tenha efeito CONFIRMADO na prevenção e tratamento da Covid-19.

  3. A elite mundial quer escravizar as pessoas. O Covid-19 faz parte do plano desde 2015. As pessoas do mundo todo começam a perceber e há protestos em vários países. A mídia brasileira não divulga ou divulga de forma bem tímida. Os médicos têm alertado sobre a eficácia da cloroquina e anticoagulante no tratamento nos primeiros 5 dias da doença manifestada. A imprensa brasileira faz de tudo para que o povo brasileiro não acredite. Agora, tem maus brasileiro no blog que deturpam a verdade propositadamente porque são idiotas úteis a esse plano diabólico. Assistem ao vídeo.
    https://mobile.facebook.com/story.php?story_fbid=1599497526872952&id=100004381590279%3Fsfnsn%3Dwiwspwa&extid=bEVhhu2mYqn0PTTm&d=w&vh=i&_rdc=1&_rdr&refsrc=https%3A%2F%2Fm.facebook.com%2Fstory.php

  4. Mas que obsessão virou essa cloroquina!

    Se Bolsonaro tivesse dito que água sanitária seria eficiente e eficaz contra o vírus, certamente haveria fanáticos e radicais defensores das idiotices do presidente apoiando-o despudoradamente!

    Notícia de agora, pela manhã diz o seguinte:

    https://gauchazh.clicrbs.com.br/coronavirus-servico/noticia/2020/05/entidades-nacionais-recomendam-que-cloroquina-nao-seja-utilizada-no-tratamento-para-o-coronavirus-ckad5rndb00kn015n0ljo6cen.html

    ENTIDADES NACIONAIS recomendam que esta droga NÃO seja utilizada, mas as discussões insanas continuam quanto à utilização desse remédio.

    E tenho lido comentários de gente inteligente, de bons comentaristas, mas não tem jeito.
    A ideologia os adere a essa convicção que O MUNDO INTEIRO não adota, que a cloroquina só pode ser aplicada em casos raros e recomendáveis pelos médicos, e não como se fosse sal de fruta!

  5. Hipócritas e oportunistas, uni-vos !!!

    (se a cloroquina matasse como se diz, não haveria população em alguns estados do país – Amazonas e Pará, por exemplo)

    Venho aqui pedir perdão aos Esquerdistas.
    Eu li parte da bula e eu tenho que concordar com eles, gente!
    Eles estão certos!
    Veja:
    Esse Medicamento pode Causar:
    -Distúrbios cardíacos (sindrome de kounis).
    -pode causar choque anafilático, que podem se tornar graves com risco à vida e em alguns casos fatais.
    -Distúrbios do sangue e sistema linfático. Anemia aplástica, leucopenia etc.
    -Distúrbios vasculares.
    -Distúrbios renais e urinários.
    -Distúrbios gastrintestinais.
    -Distúrbios de pele (síndrome de stevens-johnson)

    Se você acha que acabou de ler a bula da hidroxicloroquina se enganou. Essa bula resumida é da Novalgina.
    Sabe? Aquela que você toma por qualquer dor de cabeça ou febrinha?

    “Vamos parar com a hipocrisia”!

  6. Agranulocitose: (diminuição do número de granulócitos, que são tipos de glóbulos brancos, por um distúrbio na
    medula óssea) induzida pela dipirona é uma ocorrência que pode durar pelo menos 1 semana. Essas reações são
    raras, e podem ser graves, com risco à vida e em alguns casos, fatais. Interrompa o uso da medicação e consulte
    seu médico imediatamente se alguns dos seguintes sinais ou sintomas ocorrerem: febre, calafrios, dor de
    garganta, lesão na boca.

    Pancitopenia: [diminuição global de células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas)]: interrompa o
    tratamento imediatamente e procure o seu médico se ocorrerem alguns dos seguintes sinais ou sintomas: mal
    estar geral, infecção, febre persistente, equimoses (manchas roxas), sangramento, palidez.

    Choque anafilático: (reação alérgica grave) ocorre principalmente em pacientes sensíveis.

    Reações cutâneas graves: foram relatadas reações cutâneas graves, com o uso de dipirona, como síndrome de
    Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do
    corpo) e Necrólise Epidérmica Tóxica ou síndrome de Lyell (quadro grave, com grande extensão da pele
    apresentando bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhante a uma grande queimadura). Se você
    desenvolver alguns desses sinais ou sintomas erupções cutâneas muitas vezes com bolhas ou lesões da mucosa, o
    tratamento deve ser interrompido imediatamente e não deve ser retomado.

    Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
    Nas doses recomendadas, não se conhece nenhum efeito adverso na habilidade de se concentrar e reagir.
    Entretanto, pelo menos com doses elevadas, deve-se levar em consideração que essas habilidades podem estar
    prejudicadas, constituindo risco em situações onde são de importância especial (exemplo, operar carros ou
    máquinas), especialmente quando álcool foi consumido.

    A administração de dipirona pode causar reações hipotensivas isoladas (vide “QUAIS OS MALES QUE ESTE
    MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”). Essas reações são possivelmente dose-dependentes e ocorrem
    com maior probabilidade após administração injetável.
    Caso você tenha insuficiência dos rins ou do fígado, recomenda-se evitar o uso de altas doses de dipirona.

    Mais em https://www.novalgina.com.br/bulas/solucao-oral-gotas-500mg.pdf

  7. Sem alfinetadas, Alfinete.

    Reclama para essas entidades médicas que postei acima, acusando-os de cínicos e hipócritas.
    Quem sabe não deverias processá-los também?

    Os “esquerdistas” – mas é muita besteira essa ideia ridícula – não são contra a cloroquina como os fanáticos e radicais seguidores de Bolsonaro querem dar a entender, e de forma solerte e mal intencionada.

    Os avisos mencionados são para alertar que a indicação do Messias, presidente do país, tem seus contrapontos, pois não é consenso e tampouco indicação no protocolo para se combater a pandemia.

    Se quiserem entender, ótimo.
    Se continuarem com esse pensamento idiota e estúpido, que a esquerda é contra esta droga, que façam bom proveito – acho que é desnecessário eu dizer que não sou esquerdista, mesmo assim, deixo o registro.

    • Desculpe-me, senhor, mas nem li – ainda – tudo o que o senhor publicou. Apenas copiei e colei do facebook, pois achei contraditória a conduta de muitas pessoas que usam e abusam de tomar remédio por conta própria e ficam horas e horas debatendo os riscos de determinado fármaco.

      Não costumo citar fontes, não sou delator, mas como é público o post original, saiba – se tiver interesse em contestar as palavras republicadas por mim – que o nome do moço é Clailton Reis. Terá uma boa oportunidade de descarregar tudo aquilo com que fui brindado, pelo menos no início, quando parei de ler.

      E, acredite que, se dependesse de mim para sobreviverem, os representantes da indústria farmacêutica morreriam de fome. Qiuando me sinto mal, bebo água.

      • “To be or not to be, that’s the question”.

        Alerto o pessoal aqui que não sou eu o autor desta frase. Mas se alguém tiver – por força do verbo to be – uma opção diferente da maioria, informo quem foi.

        Cada uma.

      • Um mínimo de esforço que fizesses, Alfinete, e mencionarias o autor dessa frase que postaste iniciando o teu comentário acima.

        Claro que não publicarei o autor, mas é flagrante perceber o descaso que tens pelo que é sério, que poderia se transformar em um debate salutar e qualificar a TI como ela merece.

        Mas, é aquela história:
        ou se é ou não o que imaginamos de nós mesmos, então buscamos explicações até mesmo em outros mundos, que também não nos darão a resposta que desejamos.

        Neste caso, de não ser, de negar a si mesmo, de repudiar quem pensa diferente, menos em querer aprender, acrescentar, buscar um convívio social de acordo com o que pensamos de nós mesmos.

        Diante dessa manifestada inferioridade, apela-se a insultos, agressões, a frases em outros idiomas que, se tornaram célebres porque TEATRAIS, e não verdades indiscutíveis.

        Não estou nessa vida para representar, porém ser o que sou, independente das minhas qualidades e defeitos.

  8. A cloroquina é mais uma cortina de fumaça que Bolsonaro, aliados, apaniguados, e o seu gabinete do ódio soltam. Com a função de ENGANAR e DISTRAIR os mais tolos, enquanto a pandemia mortal avança e a incompetência do governo vai se mostrando cristalina.

    Além do mais, os indícios de crimes do Bolsonaro e de sua família vão surgindo por todos os lados.

    Daqui para frente as narrativas falsas sobre a cloroquina ficarão cada vez mais repetitivas, seguindo aquela estratégia de “fazer com que uma mentira repetida incontáveis vezes se torne uma verdade”.

    A quadrilha lulopetista fazia muito isso, mas a quadrilha bolsonarista está superando-a de forma jamais vista.

    É o governo mais farsante que já tivemos neste país!

  9. “Coronavírus: o que dizem os estudos publicados sobre cloroquina, defendida por Bolsonaro e Trup”, reportagem da revista ÉPOCA:

    https://epoca.globo.com/sociedade/coronavirus-que-dizem-os-estudos-publicados-sobre-cloroquina-defendida-por-bolsonaro-trump-24434191?%3Futm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=post

    Bolsonaro, no entanto, segue na sua obsessão CRIMINOSA de divulgar e impor o uso insidcrimidado dessa droga, como se a mesma estivesse dando excelentes resultados!

  10. Prezados Isac e Juca,

    Não quero crer que malhamos em ferro frio mas, desconfio.

    Chegamos ao ápice da incompreensão e intolerância, quando estudos discordam das afirmações presidenciais, cuja profissão do nosso primeiro mandatário foi ser militar por alguns anos e, mais tarde, um profissional da política que, diga-se de passagem, medíocre!

    Lula e Bolsonaro serão taxados pela História como aqueles que dividiram a nação brasileira e separaram o povo, através de ideologias genocidas e desonestas!

    Enfim, eis o ônus de uma população pobre, miserável, desempregada, analfabeta absoluta e funcional, de ser conduzida por uma gentalha sem caráter, maldosa, mal intencionada, que rouba, explora e engana o cidadão!

    Abraço a ambos.
    Cuidem-se!

  11. Pessoal, vamos voltar ao antigo ginásio e relembrar as figuras de linguagem, a saber: metáfora, comparação, metonímia, catacrese, sinestesia, perífrase, hipérbole, eufemismo, litote, ironia, personificação, antítese, paradoxo, gradação, apóstrofe, elipse, zeugma, hipérbato, polissíndeto, assíndeto, anacoluto, pleonasmo, silepse, anáfora, aliteração, paronomásia, assonância e onomatopeia, sob pena de não compreenderem sob pena de se tornarem “vítimas” de um ataque jamais imaginado e aproveitarem para revidar.

  12. Alegremo-nos e esqueçamos as vicissitudes da vida:

    Hava naguila, hava naguila, hava naguila, venishmecha
    Hava naguila, hava naguila, hava naguila, venishmecha

    Hava neranena, hava neranena, hava neranena, venishmecha
    Hava neranena, hava neranena, hava neranena, venishmecha

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *