Serra e Matarazzo, a festa dos 8 anos da “publicidade”

Na verdade, embora não tenha royalties sobre a palavra TROGLODITA, fui o primeiro a utilizá-la jornalisticamente, e lógico, minha referência era o então presidente FHC comprando a reeeleição à vista, com dinheiro que não tinha. Ele não respondeu nada, apenas reforçou o que já fazia: perseguiu a Tribuna da Imprensa, que ficou 8 anos (mais 8) sem qualquer publicidade.
É certo que FHC não agia sozinho. Quem distribuia essa publicidade, era o senhor Andrea Matarazzo, ligadíssimo a Serra Ministro. Que mandou o amigo para a Itália como embaixador. Ele foi embaixador não pelos títulos ou credenciais, mas sim pelo sobrenome.
Nessa oportunidade, um Ministro, (sem autorização deste repórter), falou com Matarazzo, este respondeu: “Puxa, não sabia disso, sou admirador do Helio e do seu jornal”. Não aconteceu nada, o jornal continuou discriminado. Realmente não sei se Serra e Matarazzo agiram em conjunto ou se Serra VETOU. Ele podia tudo, e é um portento em matéria de falsidade, embuste, falta de credibilidade.
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PS – Por causa disso, como Serra se dizia filantrópico, o senador Waldeck Ornelas, da Bahia, da tribuna, fez o jogo de palavras: “Serra não é FILANTRÓPICO e sim PILANTRÓPICO“. Nenhuma resposta.
PS2 – Na Constituinte, Serra queria acabar com o cargo de vice-presidente. Mas como era apenas para fazer figuração,não apresentou nenhuma solução para substituir esse cargo que pretendia eliminar.
PS3- Mais tarde, senador, deixou o suplente-financiador 7 anos e meio no cargo, enquanto se divertia como ministro. E suplente é muito pior do que vice-presidente, aceito em quase todos os países presidencialistas do mundo ocidental.
PS4 – Agora, presidenciável pela segunda vez, esquece as “convicções” constituintes, aceita um vice sem história, sem passado, sem prestígio e seu futuro.
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