Setor financeiro está destruindo este país há décadas

Charge do Pelicano, reprodução da Charge Online

Luís Hipólito Borges

Não se deve perder tempo discutindo aqui questões políticas. Quem é governista ou quem é oposição. O que discuto é a questão do terror econômico em que vivemos. O Jornal Nacional divulgou semana passada que mais de 100 mil lojas foram fechadas no Brasil em 2015.

Dívida nem se discute mais, pois não temos dinheiro sequer para pagar os juros, pois o déficit primário foi de 120 bilhões o ano passado e nem todos os aumentos de impostos e até novos impostos cobrem esse rombo. O Brasil já passou por diversas crises e conseguiu se recuperar anos depois. Isso faz parte do passado.

Os governos da União e dos Estados estão falidos, levando junto os municípios. Só que o setor público não corta gastos, somente aumenta impostos. Sem haver um ajuste, uma forte reforma econômica, todos os anos teremos mais dívidas, mais juros e mais carga tributária. Por outro lado, haverá menos investimentos e mais desemprego e violência. Os milhões que hoje estão frequentando um curso superior, onde encontrarão empregos em um cenário de PIB negativo ou crescimento medíocre?

PREVISÕES SINISTRAS

Com tudo isso que falei, estamos em fevereiro e todas as previsões são de piora da economia. Qual a perspectiva para um jovem no Brasil nos próximos anos? Será que vão emigrar para outros países que ofereçam melhores condições de vida?

O que falo aqui é o que está acontecendo, basta ver os números que são divulgados pelo próprio governo e seus institutos de estatísticas e pesquisas. Se alguém tiver alguma esperança ou expectativa de melhora sobre o futuro deste país, por favor deixe seu comentário, pois não vejo espaço mais para otimismo em qualquer setor da economia.

O único setor que realmente pode ser otimista no Brasil é o financeiro, que está destruindo este país com os maiores juros do mundo há décadas.

33 thoughts on “Setor financeiro está destruindo este país há décadas

  1. Não aconteceria isso se o Lula Judas PT tivessem cumprido com suas promessas de campanha. O pior é os banqueiros mandam neste governo. Trabuco e Setubal que o digam.

    Relembrando as palavras do Lula antes de ser eleito:

    “Obviamente que, tendo em vista os lucros que tiveram o Itaú, o Bradesco e os outros bancos, o Fernando Henrique Cardoso não é nem pai: ele é pai, mãe, avô, avó, tio, tia do sistema financeiro, que nunca ganhou tanto dinheiro como está ganhando agora”.
    (Candidato Lula, 2001, Entrevista a Ziraldo)

    Palavras do Banqueiro depois que Lula foi eleito:

    “Quando ele foi eleito, eu tive uma preocupação de que levasse o governo para uma linha de esquerda, mas ele foi mais conservador do que eu esperava”.
    Olavo Egydio Setúbal, presidente do conselho de administração da holding que controla o banco Itaú.
    (12/08/2006)

    Declarações dos banqueiros sobre o “Impeachment” da Dilma

    “Não há motivos para tirar Dilma do cargo, diz presidente do Itaú Unibanco”
    Roberto Setúbal, presidente Ita´Unibanco
    Folha – 23/08/2015

    “A crise política é mais forte que a econômica e a solução exige grandeza”
    Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente Bradesco
    Folha – 08/08/2015

    Leia em: http://lucianoayan.com/2015/08/08/presidente-do-bradesco-mente-para-babar-ovo-do-governo/

  2. Rapaz, deixa de ser burro ou mal-intencionado.
    Obviamente, se o cidadão trabalhar muito e poupar, raramente vai recorrer ao sistema financeiro, à exceção de alguns financiamentos, por exemplo, o imobiliário.
    O problema é a relação incestuosa entre o governo e o sistema financeiro vigente, visto que aquele é um perdulário crônico e intratável, tomando dinheiro de investidores (sendo que os bancos são os maiores credores) a juros exorbitantes. E quem paga a conta deste negócio esquizofrênico somos nós, inclusive você, espertalhão.

    • Caro Rogério,

      Eu respeito todos os comentaristas deste blog e gostaria também de ser respeitado. Eu não sou burro, mal-intencionado ou espertalhão. Também tenho dívidas com bancos e pago juros altos por elas. A minha crítica não é ao sistema capitalista, é o nível de endividamento em que os brasileiros estão vivendo pagando os mais altos juros do mundo. Por acaso, estou dizendo alguma mentira no meu comentário?

      • Os juros são altos por alguns motivos:

        1 – Há demanda. É um problema cultural dos brasileiros, talvez resíduo dos tempos da hiperinflação. O brasileiro médio costuma se endividar ao invés de fazer poupança. Por exemplo, uma pessoa poderia comprar um produto se economizasse por digamos 6 meses, mas usualmente o brasileiro prefere comprar AGORA, financiado e pagar 2-3 vezes mais no longo prazo, o que aquece a demanda por crédito;

        2- O sistema financeiro é um oligopólio formador por alguns agentes públicos (e portanto submetidos a vontade direta do(a) presidente de turno) e alguns agentes privados (Bradesco, Itaú, Santander), o que diminui em muito a competitividade do setor;

        3- E o mais importante: o governo gera déficit em cima de déficit há anos, sem sinal de melhora. O déficit gera inflação, em uma relação direta. Para tentar conter a inflação, o governo aumenta a taxa Selic que influencia todos os demais juros.

        O primeiro governo Dilma tentou baixar os juros “na marra”, sem atacar nenhum dos três pontos expostos acima. Resultado: mais um dos equívocos do pior governo da história.

      • Meu caro, Luís, em nenhum momento eu quis ofender o senhor, visto que aprecio por demais os seus excelentes comentários. Eu estou cansado de alguns tipos de frequentadores deste site que, por por má-fé ou imaturidade intelectual costumam sempre achar a desculpa para justificar a avançada debilidade moral e técnica desde desgoverno. Eu lhe peço mil desculpas, mas o comentário não foi para o senhor.

        • Caro Rogério,

          Aceito plenamente suas desculpas. Eu não tenho nenhuma filiação política nem participo de qualquer movimento político. O que gosto realmente é de expressar a verdade em meus comentários, sendo que vários deles já foram escolhidos para serem publicados neste blog. Um grande abraço e vamos continuar comentando e provocando os leitores para ver mudamos alguma coisa neste país. Boa Noite!

  3. A DAMA e seus comparsas só falam em aumentar impostos, que já leva, 06 meses de nossos miseráveis saláriosANUAIS, sem o retorno nos DIREITOS BÁSICOS DA CIDADANIA:SAÚDE,EDUCAÇÃO,SEGURANÇA,TRANSPORTE, PARA SEREM ROUBADOS,
    SOMOS ESCRAVOS DO GOVERNO, INDEPENDENTE DA COR DA PELE, O DESGOVERNO PTRAIDOR E ASSOCIADO, SÃO VERDADEIROS VAMPIROS, E QUANDO OLHO OS 3 PODERES SÓ VEJO CORRUPÇÃO E PODRIDÃO, E UM HORIZONTE TEMPESTUOSO, BEM COMO UM PODER,CHANTAGEAR O OUTRO, E A HIPOCRISIA E MENTIRA, SEREM PRATICADAS, SEM NENHUMA VERGONHA NA CARA.
    FHC,INICIOU O DESMANTELAMENTO DA REPUBLICA, E O ALMA PURA E SANTA, DEU CONTINUIDADE, TRANSFORMANDO EM REPUBLIQUETADEMOCRADURA, NOS LEVANDO A VERGONHA INTERNACIONAL. ATÉ QUANDO MEU DEUS!?? ´PT CRIOU 21 MINISTÉRIOS, MADAME PARA ENGABELAR FECHOU 5, E OUTROS 16, MOEDA DE TROCA PARA A CORRUPÇÃO, PARA ATENDER APANIGUADOS, ENQUANTO ISSO, ENTERRAM O BRASIL NESSE PANTANAL.
    O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL, ATÉ DEUS DUVIDA!!

  4. “Se não é bom para todos, não é bom para ninguém.”
    Esta é a filosofia de Michael Tellinger que é Sul Africano – autor, compositor, cientista, pesquisador de civilizações antigas e político.
    Político?
    Calma…
    Michael Tellinger é um político como você nunca viu; e nem sequer imaginou que fosse possível ver um dia.
    “Contribucionismo”; um novo sistema social, político e espiritual que deixa para trás o paradigma capitalista e consumista.
    Uma mudança filosófica e nada utópica onde não há competição e sim “colaboração”.
    “Contribucionismo” – Por um mundo sem dinheiro.
    Acesse… https://www.youtube.com/attribution_link?a=KO8c8ob8QbU&u=%2Fwatch%3Fv%3DbIWLedcgwQg%26feature%3Dshare

  5. Há mais de sessenta anos Barroso (nao o min.) Escreveu Brasil, colônia de banqueiros, e foi socialmente destruìdo por calúnias ridículas. Nada mudou. Abracos fraternos.

  6. Vamos de novo:
    Sempre que pensamos em investir o nosso dinheiro, devemos avaliar a melhor relação risco retorno do nosso capital, certo.
    Quanto mais capital possuímos, mais conservadores somos em nossos investimentos.
    Portanto, quando maior a nossa ganância, mais risco corremos.
    Raramente encontramos aplicações com a taxa de retorno que mencionaste (300%), especialmente sem sabermos o prazo desta aplicação. Eu não sei em que mundo você vive, nem sei onde aplica o seu dinheiro, mas o certo é de não existe moleza para ninguem. Se esperas receber juros absurdos vais incorrer em riscos absurdos. O tesouro nacional, para quem busca alta rentabilidade, com elevada segurança, é imbatível. Por isso é que os banco captam o nosso dinheiro na poupança, fundos de investimento ou previdência privada, te pagam aquela rentabilidade e lucram aplicando em títulos do tesouro nacional, embolsando a diferença. Podes ter certeza que os braços não são tolos de incorrer em risco desnecessários em aplicações de elevado risco em busca de rentabilidades surreais, como mencionaste. Isto é uma questão de bom senso. Riscos desnecessários são os incultos e incautos, que buscam enriquecimento rápido. Esta é a estrada para a ruína. Um abraço.

  7. Em grande parte nós somos assaltados pelos bancos e por essa horda que está no poder, porque queremos . Há mais de 10 meses apliquei os meus” mixulecos ” em ouro físico custodiado , que fica sob a guarda da BM&F. Como é cotado em dólar e ainda subiu bem, lucrei 3 vezes mais que qualquer aplicação. Devolvi 2 dos meus 3 cartões de crédito e passei a minha contra para o tipo que os bancos não podem cobrar taxas. Tenho um carro 2007 com 83 mil quilômetros rodados que só vou trocar daqui no mínimo 10 anos. Esses vagabundos é que vão roubar sozinhos. Só tenho comprado o indispensável.
    PS.: Pago 0,25% de taxa de custódia do ouro físico.

    • Estou seguindo exatamente a mesma trilha Tamber.
      Tenho um carro que acabou de completar a maioridade (18 anos) em perfeito estado, e 150K km rodados, que a dois anos não paga IPVA (apenas cerca de R$ 260), e também não compro supérfluos (apesar de ter dependente adolescente!).

      Não comprei ouro mas minha meta é me tornar “energeticamente autosuficiente” assim que possível, instalando sistema de energia solar na minha casa e comprando um carro elétrico assim que for possível! Vou tentar esticar a vida útil do carro atual até a compra do elétrico!

      Deixei de ser “unidade de consumo” de supérfluos (e enriquecimento de multinacionais) e além de ter conquistado a “paz dos sábios”, estou consciente de estar fazendo a minha parte na preservação dos recursos naturais não renováveis!

  8. O artigo de Luís Hipólito Borges ABRE (ESCANCARA) o ponto central da “FERIDA” na qual, seja qual for a “ideologia” política que esteja dominante, jamais é permitido a nenhum “regime”, as ações necessárias para “CICATRIZÁ-LA”!

    Ora, senhores esclarecidos dessa brilhante e democrática Tribuna, se as evidências de que as “forças subterrâneas” da cleptocrata-corrupção imposta pela PLUTOCRACIA, aos “agentes políticos” (todos), não são os únicos IRRESPONSÁVEIS por essa situação que possui “características” CÍCLICAS de OCORRÊNCIA, quais seriam então as REAIS CAUSAS?

    O “Sistema Internacional dos Bancos Centrais” inteiramente nas mãos dessa PLUTOCRACIA FINANCEIRA INTERNACIONAL, controla TODOS OS BANCOS CENTRAIS de TODOS OS PAÍSES, e através de suas “políticas”, DETERMINAM os CÍCLOS de ” EXPANSÃO E CONTRAÇÃO de moeda em TODAS AS NAÇÕES, controlando dessa forma a economia de todos os países! Esse fato já foi denunciado no passado por diversos “agentes públicos” em países que estavam sendo submetidos a essa ENGENHARIA FINANCEIRA, que INVARIAVELMENTE conduz ao objetivo de ESPOLIAÇÃO das economias VISADAS, até que CONFLITOS e/ou CONVULSÕES sejam alcançadas quando os agentes políticos não se subordinam a essas regras!

    • 1881: O presidente James A. Garfield (O 20º presidente dos Estados Unidos, que durou apenas 100 dias) declara, duas semanas antes de ser assassinado:
    “Quem controla o volume de dinheiro no nosso país é o senhor absoluto de toda a indústria e comercio… e quando você percebe que todo o sistema é facilmente controlado, de uma forma ou de outra, por alguns homens poderosos no topo, não será necessário que te contem como os períodos de inflação e depressão se originam”.

    Para os eternos “céticos de plantão” sempre presentes e “prontos para colocar panos quentes” com as mais controversas e imaginativas contestações sobre a EXISTÊNCIA das MAIS QUE EVIDENTES “teorias da conspiração” (assim batizadas pelos conspiradores para tentar retirar-lhe credibilidade, “pela falta de evidências” de notícias que as denunciam ), segue novamente, uma importante passagem ocorrida na Inglaterra, no final do Século XIX:

    • 1891: Um dos líderes do Partido Trabalhista britânico em formação faz a seguinte declaração sobre os Rothschilds,
    • “Essa equipe de sugadores de sangue têm sido a causa de prejuízos e miséria incalculáveis na Europa durante o século presente, e acumulou sua riqueza prodigiosa principalmente através de fomentar guerras entre Estados, que nunca deveriam ter ocorrido.
    • Sempre que existem problemas na Europa, onde circulem rumores de guerra e as mentes dos homens estiverem destroçadas pelo medo de mudanças e de calamidades podem ter certeza de que um Rothschild de nariz adunco está em seus jogos em algum lugar próximo da região da perturbação. “
    • Comentários como esse preocupam os Rothschilds e lá pelo fim de 1800 eles compram a agência de notícias Reuters, para que possam ter algum controle sobre a mídia.

    Foi devido a esse tipo de “notícias-denúncias” que os BANKSTERS daqueles tempos identificaram a necessidade de ADQUIRIR o CONTROLE de todas as principais agências de notícias, para ter condições de IMPEDIR que esse tipo de EVIDÊNCIA pudesse ser DIVULGADA e, com o decorrer do tempo, REVELAR pela REPETIÇÃO, o uso sistemático e avassalador desse MÉTODO,

    A cada vez que dirigem essas estratégias de dilapidação de economias, com a promoção simultânea de guerras ou convulsões, fazem uso desse MÉTODO, acrescido do financiamento de ambas “as partes-joguetes” envolvidas nos conflitos, de forma a, seja qual for a facção vencedora, seus lucros serão garantidos pela espoliação das riquezas dos perdedores !

    Esse processo “se faz necessário” segundo a “ótica” desses criminosos, para promover a “RECONCENTRAÇÃO” das riquezas produzidas durante os períodos de crescimento econômico, que se encontram “dispersas” e que vinham promovendo, tanto o bem estar social como o crescimento da população pela expansão e progresso econômico!

    Com ISSO, comprova-se que foi apenas devido ao TOTAL BOICOTE de DIVULGAÇÃO desse tipo de “NOTÍCIA”, que essa MALDITA DELINQUÊNCIA CÍCLICA promovida pelos BANKSTERS tem conseguido “PROSPERAR” vertiginosamente durante os dois últimos séculos!

    Quase todo empreendedor ou empresário, que venha acompanhando de perto os movimentos do Conselho Monetário Nacional, e analisando com o que acontece no cenário financeiro internacional, percebe A OLHOS VISTOS os reflexos em nossa economia, de DIRETRIZES das diretrizes definidas no cenário internacional. É importantíssimo que se saiba, que a principal função dos BANCOS CENTRAIS de qualquer país, e o controle da “Base Monetária”!

    Apesar de muitos aqui certamente saber do que se trata, merece uma explicação adicional visto não ser uma “questão de domínio público” por ser ESSENCIALMENTE CONCEITUAL! O “Controle da Base Monetária”, é a missão dos BCs, de controlar a “quantidade de moeda circulante”, ou seja, a quantidade de dinheiro circulando nos bancos, comércio, indústrias, importação-exportação, disponível no seu país. Quem é que diz (deveria dizer) quando essa quantidade deve ser aumentada ou diminuída (através de deposito compulsório no BC de todo excedente de um determinado montante disponível nas agências bancárias do sistema financeiro, ou a emissão de novas cédulas são necessárias) é o BC, que deveria realizar APENAS COM O PROPÓSITO DE MANTER O EQUILÍBRIO entre o crescimento da Riqueza Produzida pela Industria, Comércio, Serviços e Agronegócios (crescimento do PIB – Produto Interno Bruto), com a quantidade de moeda circulante disponível, mantendo CONSTANTE sua relação de equilíbrio. Ou seja: Quanto mais “riqueza” produzida, maior a quantidade de moeda circulante e quanto menor a riqueza produzida, menor a quantidade de moeda circulante (disponível), sempre com o objetivo de manter “o poder de compra” da moeda constante.

    Entretanto, não é isso que acontece, quando os BANKSTERS junto com os GOVERNOS (POLÍTICOS), sob INSTRUÇÃO DA PLUTOCRACIA, passam a usar esse mecanismo para trazer DESEQUILIBRIO econômico-financeiro para uma determinada economia que “resolvem enxugar” (ATACAR) por inúmeros e importantíssimos motivos, mas os dois mais importantes, são sempre: 1) Não permitir que “novos players” cresçam ao ponto de começar a ter força suficiente para interferir no processo e 2) Controle populacional pela promoção de conflitos de forma liberada mas não perceptível pela sociedade de quem sejam os reais AGENTES que o promovem (PLUTOCRACIA, BANKSTERS, EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO, além de todas as ideologias e ordens secretas capturadas para sua operacionalização).

    Estamos em plena Era da Informação e é chegada a hora da sociedade entender definitivamente que:

    “A PLUTOCRACIA PROSPERA NO COMUNISMO, NO FASCISMO, NO CAPITALISMO, E EM QUALQUER OUTRO “ISMO”, PORQUE ELES PRÓPRIOS OS CONCEBEM OU SIMPLESMENTE CONSTROEM SUA RIQUEZA SOBRE ELES ATRAVÉS DE SEUS FINANCIAMENTOS.”

  9. A horda do poder repassou mais de R$ 6 bilhões do Fundo Garantidor de Crédito ao BTG , do seu colega de negociatas André Esteves. Esse fundo foi criado para garantir pequenos investidores, até. 250 mil, mas aos sócios da quadrilha vai tudo…

    • E quem, ou qual “otoridade” PF ou PJ, vai ter “autoridade” para fiscalizar e exigir que o valor retorne ao Fundo, se TODAS as etapas do processo estão dominadas por “agentes” de quadrilhas afins que se protegem em TODAS AS INSTÂNCIAS do poder que está APARELHADO, se, como está mais que NA CARA, até as FFAAs estão ostensivamente COMPACTUANDO sobre esse ASSALTO À NAÇÃO através de seu SILÊNCIO ENSURDECEDOR, que vem sendo PRATICADO “DESAFIADORAMENTE” há mais de 30 anos NA SUA CARA?

      Complicado NÃO?

      • Para lá de complicado. Como disse acima os bancos ROUBAM descaradamente o depósito compulsório dos depósitos a vista… Depois ” sobra ” o dinheiro que era para ser do governo, o Banco Central vai lá e ” enxuga a liquidez” , pagando Selic mais 2,5 % de spreads e taxas… Esse assalto sai no extratos de todo mundo e ninguém vê…

  10. Amigo Carlos Newton,
    A culpa é sua.
    Deixa que figuras que não tem coragem de identificar-se com o nome completo se escondam por trás de apelidos ou pré nomes que nem sabemos se são verdadeiros.
    São covardes e vira-latas,que tem medo de levarem um tiro no meio da cara.

  11. “Em casa sem pão, assim como em país sem canhão, todos falam e ninguém tem razão” esse ditado português tem muito a dizer da situação em nos metemos e porque nos metemos, porque votamos, votamos errado e além disso não temos o bom hábito de fiscalizar o que os administradores fazem com nosso dinheiro, também não temos o saudável habito da leitura, por isso mesmo que vemos as pessoas prevendo isso ou aquilo culpando ou defendendo a classe governante que ora se encontra de posse no poder central. Por que comento isso? O Luís Hipólito tem, em diversos comentários, questionado sobre os rumos do Brasil em meio a essa crise, que, até o presente só há especulações sobre o que vai ocorrer da metade de 2016 até o final de 2017, gostaria, inclusive de solicitar aos demais comentaristas que se atualizassem via internet, óbvio, se inteirando da real situação do Brasil e do mundo, para então contribuir com comentários que somassem, comentários que nos auxiliassem a destrinchar esse abismo econômico em que estamos atolados.
    Posto isso, vamos a uma constatação, não estou fazendo previsão para o que provavelmente possa ocorrer nos próximos anos, mas a atual conjuntura econômica e política nos mostram com clareza que o rumo que o Brasil está seguido, e que nos levou a essa crise violenta, como nenhuma antes, então vejamos: Entre 1969 e 1973, o Brasil viveu o chamado Milagre Econômico, quando um crescimento acelerado da indústria gerou empregos e aumentou a renda de muitos trabalhadores. Houve, porém, ampliação da concentração de renda. O principal motivo era a defasagem dos salários mais baixos. Por exemplo, o salário-mínimo real, apesar de cair menos do que no período entre 1964 e 1966, quando sofreu uma diminuição de 25%, baixou mais 15% entre 1967 e 1973. Era a famosa teoria de “fazer crescer o bolo para dividir depois”. Notem bem, já havia uma severa concentração de renda!
    Da Crise do Petróleo, no Brasil chega a segunda crise, 1973 e terceira crise 1979 perdurando até anos 1990, com o Brasil vivendo um período prolongado de instabilidade monetária e de recessão, com altíssimos índices de inflação (hiperinflação) combinados com arrocho salarial, aumento da dívida externa e crescimento pífio.
    Na década de 1980, o governo brasileiro desenvolveu vários planos econômicos que visavam o controle da inflação, sem nenhum sucesso. O resultado foi o não pagamento de dívidas com credores internacionais (moratória), o que resultou em graves problemas econômicos que perdurariam por anos. Não foi por acaso que os anos 1980, na economia brasileira, ganharam o apelido de “década perdida”. Em seguida temos a “Crise do Real” e a desvalorização cambial de janeiro de 1999, ambas associadas diretamente a problemas estruturais do Plano de combate à inflação implementado no Brasil. O Plano Real que tinha sido bem sucedido em controlar a inflação ainda em 1994. Entretanto, a implementação de políticas econômicas deflacionistas (juros elevados, baixo investimento estatal), associadas a um câmbio semifixo sobrevalorizado, gerou, ao longo dos anos, um grave acúmulo de problemas econômicos estruturais. Por conta dos atrasos com a tecnologia automotiva e informacional o país acabou por fazer uma abertura indiscriminada da economia com uma sobrevalorização do Real frente ao Dólar e que tiveram consequências negativas como o crescimento dos déficits comerciais e enfraquecimento da indústria nacional. Os setores importadores da economia foram fortalecidos diante da facilidade de importação de produtos em Dólar, em detrimento dos setores exportadores, cujos produtos ficavam mais caros e as vendas no exterior caíram. Ainda assim o país conseguiu contornar essa crise, pois havia um mercado desconhecido, o informal, que continuou fazendo o dinheiro circular, dava emprego a milhares de pessoas, o agronegócio, mesmo sendo prejudicado pela valorização do Real, voltou-se para mercado interno, fazendo ajustes e se adaptando. Ainda assim temos um país com altos juros bancários. Na prática, o Brasil acabou sendo vitimado pelas menores taxas de crescimento do PIB das últimas décadas, associado a um processo de “desindustrialização”.
    Os juros elevados tinham uma dupla função neste modelo de estabilização econômica. Primeiramente ajudavam a manter o fluxo “artificial” de capitais estrangeiros para o país, necessários para equilibrar a balança de pagamentos. Também ajudavam a controlar o consumo, reduzindo o potencial aparecimento da chamada inflação de consumo. Entretanto, a redução no consumo favorecia ainda o endividamento privado e o crescimento do desemprego. Para manter este sistema funcionando por mais tempo foi necessário injetar algumas dezenas de bilhões de dólares na manutenção do câmbio semifixo e das altas taxas de juros. Parte destes recursos vieram do aumento da dívida externa, que no período 1994-2000 saltou de US$ 120 bilhões para US$ 250 bilhões. Outra parte veio dos processos de privatização das empresas estatais, que resultou na desnacionalização de empresas e serviços. Muitos economistas criticaram a manutenção de um câmbio desvalorizado por tanto tempo, já que a estabilização da inflação havia sido alcançada já em 1995, e isso dificultava a indústria de exportação.
    Entretanto esse reaquecimento foi muito mais rápido do que o esperado. O elevado crescimento do PIB em 2000-2001 (em relação ao baixo crescimento do PIB nos anos 1990), conjugado com a estiagem de 2000-2001 e os efeitos danosos de uma década de baixos investimentos na infraestrutura energética, levaram ao esgotamento da capacidade energética do Brasil, levando à necessidade de racionamento de eletricidade, em episódio que ficou conhecido como o Apagão elétrico de 2001. Crise energética que perdura até hoje e que vai somar aos demais fatores que minam a economia atual.
    Da crise atual já está mais do que sabido sobre os fatores que levaram a ela, mas vamos ao que interessa. O que vai ocorrer daqui para a frente é que com o recrudescimento dessa crise, que já é recessão brutal, o governo em seus delírios quer a todo custo aumentar ainda mais a já extorsiva carga tributária, levando a diminuição de fato do dinheiro do trabalhador ainda em circulação, ora, se o número de desempregados, segundo dados do IBGE, novembro de 2015 já é de 9,1 milhão de pessoas, aumento de 41,5% em relação ao mesmo mês de 2014, (Não sabemos se esses dados reflete a realidade, pois só contam com os postos de empregos perdidos, não constam os jovens que estão desempregados e não tem procurado emprego, também ficam de fora os que recebem seguro desemprego), a crise que começou pelas empreiteiras devido ao problema da corrupção envolvendo a PETROBRAS, levando os seus empreiteiros à cadeia, paralisando o setor da construção civil. No início os empregados terceirizados da PETROBRAS, milhares perderam seus empregos, que como dominós acabaram por afetar o mercado como um todo, cai a venda de automóveis, a indústria automotiva, que é uma espécie de sensor das crises começa a reduzir produção, por empregados em férias e até demiti-los, eis que a crise chega ao setor de serviços, que foi esse mesmo setor com muitos pequenos negócios funcionando na informalidade que amorteceram as crises passadas, agora não temos mais esses amortecedores. Os governos estaduais estão falidos, culpa da corrupção e de uma dívida interna incontrolável, não estão mais conseguindo pagar aos seus servidores, e estes sem reajustes, veem seus rendimentos serem corroídos pela inflação e reduzem o consumo, a burocracia absurda que trava qualquer tentativa do cidadão em abrir um negócio, abre espaço para que esse dinheiro vá para as aplicações em bancos, que por sua vez emprestam o dinheiro a juros estratosféricos, e mesmo assim os preços não caem, pois as empresas automobilísticas, que nos Estados Unidos tem uma margem de lucro de 3%, aqui praticam a maior margem de lucros possíveis, 10%, poderiam baixar para vender mais, mas a ganância é maior.
    Se o governo não vai cortar seus gastos desnecessários, com deputados, pois só na Câmara dos Deputados, a razão é de R$ 6,6 milhões para cada um dos 513 deputados federais, segundo a ONG Transparência Brasil. Dentre as assembleias legislativas, o maior orçamento por legislador é o da Câmara Legislativa do Distrito Federal: equivale a R$ 9,8 milhões para cada um dos 24 deputados distritais. Quanto aos senadores vejamos, o Senado é a Casa legislativa que tem o orçamento maior por legislador: os R$ 2,7 bilhões anuais correspondem a R$ 33,4 milhões para cada um dos 81 senadores. A Câmara dos Deputados custa R$ 18,14 por ano por habitante, enquanto o Senado sai por R$ 14,48. Entre os estados, a assembleia legislativa mais cara por habitante é a de Roraima (R$ 145,19), e a mais barata, a de São Paulo (R$ 10,63), esses são dados oficiais.
    Com propaganda a administração da Presidente Dilma Rousseff destinou nos 4 anos de seu primeiro governo R$ 9 bilhões para publicidade em emissoras de rádio e televisão, jornais, revistas, sites de internet, outdoors, cinemas e em outros tipos de mídia. Lula consumiu R$ 7,3 bilhões em seu segundo mandato (2007-2010) com publicidade estatal.
    Isso mostra apenas a ponta desse imenso iceberg de gastos desnecessários, mas, além da Presidente vetar a auditoria da dívida pública. O que significa isso? A dívida dos entes federados está intimamente relacionada com o governo federal, sendo que este último é justamente quem cobra a maioria destas dívidas, que precisam ser urgentemente auditadas, e tem causado sérios danos às finanças de estados e municípios. O gasto com juros e amortizações da dívida pública federal atingiu em 2015 (apenas até 1/12/2015) o valor de R$ 958 bilhões, dos quais grande parte decorre de cobertura de gastos feitos pelo Banco Central como por exemplo, Operações de Mercado Aberto e de Swap Cambial, da ordem de centenas de bilhões de reais.
    Para tentar fechar o imenso rombo nas contas pública ela optou, contrariando as promessas de campanha, de reduzir o gasto social, aumentar tributos, e sem contar com a sandice de criar mais um imposto, a famigerada CPMF, que sequer vai remendar a imensa lacuna no orçamento público. Nos últimos 12 meses, o setor público registrou déficit primário de 40,9 bilhões de reais – 0,71% do PIB (Produto Interno Bruto). O pagamento de juros foi de 506,9 bilhões de reais (8,79% do PIB). A soma dos dois resultados é um déficit nominal de 547,8 bilhões de reais (9,50% do PIB). Em âmbito federal, o déficit chegou a 34 bilhões de reais no ano. Estados e municípios, por outro lado, fizeram superávit de 17 bilhões de reais. Empresas estatais tiveram resultado negativo de 3 bilhões de reais.
    Concluindo, a situação, de ruim vai ficar imensamente pior, de recessão vamos rapidamente para a depressão, é uma bola de neve: aumento de carga tributária, significa decréscimo de rendimentos pessoais, que significa menor consumo que que resulta em desempregos, que desemboca em endividamento e por conseguinte em inadimplência, e assim menos consumo, mais desemprego… o certo é que a desindustrialização crescente as agências de classificação de risco com expectativas negativas vão afastar o capital estrangeiro o que fará o Dólar subir para os R$ 5,00, dá para imaginar o que virá, o Brasil retrocedendo 40 anos ou mais.
    Sou otimista, o pior ainda está por vir, a situação vai piorar muito, mas muito mesmo, não sei como o brasileiro irá reagir. As soluções para uma saída existem, entretanto os governos e a sociedade não querem saber dessa questão, mas ela existe, não é via economia, mas pela educação, como fez o Japão no pós guerra, a Alemanha e a Coreia do Sul, a educação é o esteio, o pilar central de qualquer nação que queira ser forte e respeitada, é a “indústria” de novas ideias, é a fonte de todas as soluções, só que seus frutos, se implementada agora, só serão colhidos na próxima geração, mas seram fortes e viçosos, caso em contrário vamos continuar sendo uma colônia de terceira, reclamando dos burgueses e do capitalismo selvagem.
    Reflitam, sei que pode ter sido enfadonho a leitura, mas é apenas um resumo do que está a acontecer com esse gigante indolente, é ficar reclamando ou se politizar e partir para o combate.

  12. O economista Ladislau Dowbor da PUC de São Paulo numa entrevista com o título “A crise é gerada por uma elite que quer quebrar o sistema, diz economista” > https://luizmullerpt.wordpress.com/2015/09/06/a-crise-e-gerada-por-uma-elite-que-quer-quebrar-o-sistema-diz-economista/ confirma tudo o que digo sobre o poder do sistema financeiro no mundo. É longa, mas acrescenta muitas informações sobre o poder das corporações financeiras globais e sua capacidade de determinar o futuro da Humanidade.

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  15. Parabéns ao ilustre Autor, Sr. LUÍS HIPÓLITO BORGES, por este importante Artigo, pelos Comentários de alto nível que suscitou, e pelos Links apontados, especialmente o histórico do Sr. ANTONIO HENRIQUE DANTAS SILVA, e o do Prof. Dr. LADISLAU DOWBOR – PUC-SP. Eu discordo do Prof. DOWBOR que coloca como Motor da Economia o ESTADO, ( ele é muito Estatista), e eu penso que o ESTADO, que é importantíssimo, deve ser o Alicerce da Economia, e seu Motor, a Empresa Privada com matriz no Brasil, mas concordo inteiramente com sua denúncia do Capital Financeiro ( Internacional e Nacional), que no Brasil já estão abocanhando +- metade da Produção Líquida Nacional. Abrs.

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