Sigilo é para encobrir o atentado que matou Zavascki, alega a teoria conspiratória

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Ao decretar o sigilo, o juiz apenas cumpriu a legislação

Carlos Newton

Ao decretar sigilo sobre as investigações que apuram as causas da queda do avião que levava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki e outras quatro pessoas, o juiz Raffaele Felice Pirro, da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis, nada mais fez do que cumprir a legislação, que em 2014 tornou sigilosas as investigações da Aeronáutica em acidentes desse tipo. Portanto, a Polícia Federal e o Ministério Público, ao apurar a queda de um avião, só têm acesso à caixa-preta através de autorização judicial.

TEORIAS CONSPIRATÓRIAS – Os propagadores das teorias conspiratórias imediatamente consideram a decisão do juiz como mais uma tentativa de encobrir o atentado que teria causado a morte do ministro Zavascki e das quatro pessoas que inadvertidamente o acompanhavam no vôo para um fim de semana prolongado em Paraty.

Na verdade, o sigilo é obrigatório e a lei estabelece duas condições para liberar os dados: 1) Que seja previamente consultado o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão do Comando da Aeronáutica que realiza a apuração de acidentes aéreos; 2) Que essas informações sejam protegidas por segredo de Justiça, de modo a evitar a divulgação pela imprensa.

CUMPRINDO A LEI – Portanto, o juiz de Angra dos Reis apenas cumpriu a lei, que é obrigação de todos, não apenas dele, como magistrado federal. A investigação do Cenipa tem como objetivo apenas achar falhas que previnam novos desastres aéreos, e não procurar culpados. Quem investiga o crime, a partir das apurações da Aeronáutica, e a Polícia Federal e o Ministério Público.

Conforme já registramos aqui na “Tribuna da Internet”, a apuração do acidente não inclui a investigação do suposto “atentado”, que teria de começar pela intimidade de um ministro do Supremo com um empresário que enriqueceu explorando garimpeiros miseráveis em Serra Pelada, tornou-se famoso no submundo do Paraguai, é sócio de um banqueiro envolvido na Lava Jato etc. e tal.

Esse trabalho policial teria de avançar até a viagem secreta para Paraty, com os dois amigos sexagenários acompanhados de uma massagista/dançarina e da mãe dela. Mas é claro que essa investigação jamais acontecerá, e as teorias conspiratórias tendem a se perpetuar, como sempre acontece.

12 thoughts on “Sigilo é para encobrir o atentado que matou Zavascki, alega a teoria conspiratória

  1. tem erário e caneta na mão tem partido$ e golpista$ à disposição. só não existem partidos para projetos novos e alternativos de política e de nação para os quais, aliás, as portas continuam fechadas. tetas, erário, achaques e ferro no contribuinte, continuam sendo as ideias dominantes e vitoriosas no meio político-partidário-eleitoral e golpista-ditatorial, velhaco$, enquanto donos do monopólio do sistema político podre e imutável, que, há 127 anos, fazem do brasil um país extremamente corrupto, extremamente bandido, que nesse balanço, diapasão e toada, já chegou às raias da demência, das máfias e da matança. http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/276626/ptb-tamb%c3%a9m-abre-as-portas-para-alckmin.htm

  2. Viagem secreta que a Mata Hari de Mato Grosso anunciou para todos os colegas de faculdade ?
    Esconder a causa mortis das vítimas é preservar o Teori ?
    Por mero acaso aquele site das 1.855 visitas estava com defeito …
    4 pessoas inadivertidamente ? O dono do avião não sabia ?

  3. Isso prova o que ?

    écnicos que tiveram acesso ao áudio do gravador de voz do avião que caiu em Paraty (RJ) com o ministro do STF Teori Zavascki disseram que o piloto fez comentários sobre o tempo e falou na gravação que iria esperar a chuva passar para pousar, de acordo com informações do Bom Dia Brasil. Em seguida, a gravação é interrompida.

    Nenhum gritinho, nenhum palavrão, nada antes de cair…

    • Esqueci, estaria ele acordado antes da queda ? Assim como no caso Campos não fizeram o exame de toxicologia pulmonar.
      Pelas normas do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal, os animais ‘ cobaias’ devem ser sacrificados através de gás carbônico. Eles são colocados em um recipiente e o CO2 vai sendo injetado aos poucos, depois de um certo tempo, os bichinhos começam cavar a ‘maravalha’ que é a forração da caixa, como se estivessem se preparando para dormir, só que não acordam…

  4. O Brasil elevou a corrupção a um outro patamar
    Nem o fbi conseguira nos decifrar antes do ano de 2120. Isso mesmo 2120.

    “Em comunicado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o FBI disse que, mesmo usando toda a sua tecnologia disponível, precisaria de 103 anos para superar as sofisticadas camadas de proteção do sistema computacional da Odebrecht.
    O sistema exigia um código secreto que era trocado diariamente, além do uso de uma chave no computador central “

    Link

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,103-anos-para-fbi-decifrar-dados-da-odebrecht,70001639167

  5. Meio dos anos 70, plena ditadura, eu ainda moleque, vivia numa praia de ruas de areia no Guarujá – SP, passava o dia inteiro na praia, surfando.
    Á noite, ia até a casa de um vizinho na rua, perturbava o segurança dele, até que me emprestasse sua moto cinquentinha pra eu rodar por aquelas ruas de areia.
    Esse meu vizinho (a quem eu tinha como um tio, nossas familias conviviam, íamos todos puxar picaré, vendo os plânctons iluminarem a rede, íamos de barco observar tartarugas), recebia convidados frequentes que chegavam á noite, com um monte de seguranças usando rádios transmissores (aos meus olhos, walkie-talkies gigantes, que com a antena estendida deviam passar de metro e meio)…
    Início dos anos 80, ele contou haver sofrido um atentado, no Rio de Janeiro, lutou com um agente no Rio, que tentou enfiar uma seringa em seu braço.

    Quando ouvi tal conversa entre os mais velhos, eu já começava a entender, havia até levado um pito do meu pai, por comentar a capa do jornal na rua, em frente a banca de jornais.
    Já sabia porque aqueles seguranças na minha rua utilizavam o walkie-talkie poderoso, manter contato direto com base militar em Santos.
    Passado um tempo, ninguém mais questionando se o tio teria mesmo sofrido o atentado ou seria invenção tal estória, e BUM! …

  6. Lá estava a foto dele ocupando capa vermelha da revista Veja; já o corpo, encravado de bala e cortado para não flutuar, saiu do mar na praia da Macumba, Rio, outubro de 1982.
    Na reportagem da Veja, foto do meu padrinho (com a maior cara de patzo), que era o sócio do tio, Alexandre von Baumgarten, na Revista O CRUZEIRO, mantida em mais de 70% por publicidade bancada pelos generais, no tempo da ditadura militar…

    Sabia demais, até que iria morrer; deixou um dossiê, “Agente Laranja (Yellow Cake)”, espalhado por agências de notícias mundiais, para ser divulgado, caso morresse.
    No dossiê há de tudo, presidente, general, CIA, KGB, Mossad, têm o yellowcake, urânio, já livre de impurezas, que serve para fins de produção de energia nuclear, contrabandeado de sao Jose dos Campos-SP para o Iraque, em operação clandestina, executada pelo então governador Maluf.
    Apesar dos elementos de ficção, o dossiê é inteiramente baseado em fatos verídicos, embora pareça da maior teoria da conspiração escrita no Brasil, quase 100 páginas (15 sumidas)…
    Terminou assim.

    Passado o tempo, hoje sabe-se mais, que o DOPS do Espírito Santo, tentou simular morte natural, aplicando em Alexandre von Baumgarten uma injeção letal, que apontaria a morte como infarto agudo do miocárdio.
    Segundo o dossiê o proprietário da fábrica de material bélico Engesa, e Paulo Maluf, venderam “ilegalmente” urânio extraído do Brasil para reabastecer os reatores nucleares iraquianos. O negócio foi confirmado em 1991, depois da Guerra do Golfo, quando inspetores da Organização das Nações Unidas descobriram o arsenal iraquiano.

    “Durante o governo do Ernesto Geisel (1974-1979), o Iraque foi visto como um aliado estratégico do Brasil. O Iraque chegou a trocar petróleo por frango congelado e carros de combate.
    Jantando no Lago Sul, em 1982, em Brasília, representantes de Saddam Hussein, empresários e diplomatas brasileiros articularam não só a cooperação na área nuclear, mas também a científica e tecnológica. Empresas como a Odebrecht, Camargo Corrêa e Mendes Júnior se instalaram em Bagdá com operários, administradores e engenheiros, recebendo atenção especial.”
    O tema está documentado nos livros Histórias Secretas do Brasil Nuclear e Brasil, a Bomba Oculta, este último lançado também na Alemanha pelo Instituto de Análises Estratégicas (Institut für Strategieanalysen)”

    fontes: http://istoe.com.br/26039_A+CONEXAO+BRASIL/

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre_von_Baumgarten

    O elemento que tentou por duas vezes furar o tio com seringa deixou seus depoimentos num livro Memórias de uma Guerra Suja
    Guerra que, aos olhos do povo, parece que nunca começou, mas a verdade essa é uma guerra que nunca acabou.
    As oligarquias se movem. E acham que os vencedores terão Marte como troféu, na grande vitória…
    Acho que vão é acabar todos vejetando, um fim de vida daqueles que ninguém quer para si…

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