Só Dutra em 1945 e FHC em 1998 alcançaram de imediato a maioria absoluta

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Bolsonaro está garantido no segundo turno, diz FHC

Pedro do Coutto

Em entrevista a Thais Bilenky, edição de ontem da Folha de São Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso analisou longamente o plano da sucessão presidencial de outubro e concluiu que a disputa será entre PSDB e PT para ir ao segundo turno. FHC admitiu que Bolsonaro estará no palco do desfecho final das urnas. A semana que começa deve incluir novas pesquisas do Datafolha e do IBOPE porque já haverá uma base para pesquisa em seguida das apresentações dos candidatos no rádio e na televisão.

Para FHC, a luta mais uma vez se travará entre PSDB e PT, como aconteceu em vezes anteriores. Essa consideração, no fundo, representa a aceitação de que Jair Bolsonaro deverá ocupar uma das correntes no turno final. A respeito de tal tendência, FHC assinala que as pessoas encontram-se com medo do futuro, horrorizadas com a corrupção e com a violência nas ruas.

REPRESSÃO VIOLENTA – Eleitores e eleitoras estão considerando a necessidade de uma repressão violenta e para tal acompanham Bolsonaro como capaz de desenvolver ações de força. Para o ex-presidente da República, as condições que estão motivando o eleitorado partem da não solução da rede de fatos que está sufocando os anseios populares. Fernando Henrique Cardoso sustenta a tese de que é um erro concentrar ataques em Bolsonaro, porque é isso exatamente o que ele deseja e abastece sua campanha. Quanto mais o atacarem melhor será para ele.

FHC descartou o peso do MDB nesta sucessão presidencial. O MDB sempre fez o que está fazendo agora. Ou seja preparando-se para aderir àquele que for eleito. Para o MDB, o fato de possuir uma bancada bastante ampla na Câmara passa a ser mais importante do que disputar o  voto com um candidato viável. Com isso Fernando Henrique Cardoso quis dizer que a candidatura Henrique Meirelles praticamente inexiste. Após afirmar que votará em Geraldo Alckmin, acrescentou que Bolsonaro expressa o medo da violência e a incerteza com a economia.

Eu disse no título que só Eurico Dutra e FHC venceram com maioria absoluta num só lance eleitoral. Em 1945 Eurico Dutra alcançou 52% dos votos. Na época não havia segundo turno. Em 1998 FHC ultrapassou a casa dos 53%.

NOVOS MANDATOS – Nas urnas de outubro os deputados Chico Alencar e Miro Teixeira vão disputar as eleições para senador no Rio de Janeiro. A vereadora Tereza Bergher, a mais votada pelo PSDB em 2016, será candidata a Câmara Federal.

Ela se destacou no combate ao absurdo aumento do IPTU estabelecido pelo prefeito Marcelo Crivella. Tem chance de reforçar os votos da legenda nas urnas de 7 de outubro.

13 thoughts on “Só Dutra em 1945 e FHC em 1998 alcançaram de imediato a maioria absoluta

  1. O QUE FAZER COM O BRASIL, DORAVANTE, DE MODO A TORNÁ-LO MELHOR PARA TODOS ? É a pergunta que não quer calar desde Junho de 2013. Esses senhores e senhoras do golpismo ditatorial, do partidarismo eleitoral e dos seus tentáculos, velhaco$, da direita, da esquerda e do centro, czares da plutocracia putrefata que ai está e sempre esteve, há 128 anos, com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, precisam entender,com urgência urgentíssima,que o Brasil e, sobretudo, o povo brasileiro, não suportam mais o peso do $istema político podre dos me$mo$ e muito menos o continuísmo do dito-cujo, da herança maldita irresolvível e da guerra tribal primitiva, permanente e insana dos me$mo$, por dinheiro, poder, vantagens e privilégios , sem limite$, à moda tudo para elle$, e o resto que se dane. Basta, o Brasil está esgotado de discursos e doravante só terá futuro se mudar de fato o percurso imposto pelos me$mo$ que o estão conduzindo rumo à Venezuela flertando com o Haiti. Portanto, em verdade eu vos digo que o Brasil tem que decidir já, aqui e agora, de forma inevitável e inadiável, se quer prosseguir rumo à Venezuela com chances de chegar até o Haiti, que está logo ali, como tem sido imposto pela guerra tribal insana do continuísmo da mesmice dos me$mo$, dos quais tem sido vítima, refém, súdito e escravo há 128 anos, ou se prefere a libertação e a sua transformação numa Nova Europa, como propõe a RPL-PNBC-DD-ME, o Projeto Novo e Alternativo de Política e de Nação, o novo caminho para o novo Brasil de verdade, porque evoluir é preciso, com Democracia Direta e Meritocracia Eleitoral, com estabilidade, paz, amor, perdão, conciliação, união e mobilização pela Mega-Solução, ao encontro do são sentimento e desejo das Jornadas de Junho de 2013 hoje entrincheiradas nos votos brancos, nulos e abstenções por absoluta falta de opção eleitoral ante o cerco implacável dos velhos golpismo ditatorial, partidarismo eleitoral e dos seus tentáculos, velhaco$, dissimulado$, camaleônico$, macunaímico$, que de fato já morreram, mas que nem mortos, não abrem espaço para o novo de verdade surgir e se estabelecer como decorrência natural da marcha da história local e universal. Eis a questão. https://www.brasil247.com/pt/247/economia/367461/Alckmin-e-Meirelles-têm-praticamente-as-mesmas-propostas-para-

      • FHC, em toda a história da república, foi o único que teve tudo a favor e nas mãos para fazer a coisa certa, inclusive a faca e o queijo, e foi bem, até o real, mas a partir do real fez tudo errado, inclusive a abertura da Petrobras à corrupção mastodonte com o decreto de dispensa de licitação, escancarou a previdência para benefícios e bolsas-votos insustentáveis a médio e longo prazo e arrombou a festa com a maldita reeleição em causa própria, que tornou pior o que já era muito ruim. Daí vieram Lula, Meirelle$ e cia e pisaram fundo o acelerador da insanidade deixada por FHC, que perdeu o rumo quando ao invés de optar pela RPL-PNBC-DD-ME, como eu havia lhe sugerido no bojo do plano moeda forte como meio de chegarmos ao fim que era a transformação do estado e da política, faltou-lhe o desprendimento e a verve de estadista visionário, na hora H, e acabou optando pelo oportunismo, egoísmo, egocentrismo, ambição e vaidade da reeleição no poder pelo poder, reduzindo-se a um grande nada político, um quinta-coluna gerador da merda que aí está, dificultando ainda mais as coisas para os Políticos de verdade, com P maiúsculo, que de fato pensam e lutam por uma nação brasileira realmente grande e melhor para todos.

  2. Incêndio no Museu queima 200 anos da história do Brasil. Falta hospitais, escolas, saneamento e segurança.

    No Brasil o poder público existe unicamente para ROUBAR DINHEIRO PÚBLICO.

  3. Muita visibilidade ao sociólogo. Mais do que ele faz por merecer. Seu primeiro mandato, polarizou com seu segundo. Tamanha popularidade, se inverteu completamente com a não eleição de seu sucessor e a entrega do poder ao PT que se manteve em quatro mandatos consecutivos. Assim que FHC começava a ensarilhar apoio aberto a qualquer candidato do PSDB, este afundava e perdia a eleição. O PT fez um excelente trabalho de desconstrução da imagem do PSDB e este ajudou fechando com chave de ouro, se portando como os outros partidos ordinários, mais preocupados em se manter e manutenir o sistema que ajudou a dar forma do que em resolver de fato os gravíssimos problemas do país.

    • ESSE FWC É UM CHATO, VAIDOSO, PERNÓSTICO ganhava mais ficando calado, de bico calado === a mulher dele, Ruth, era mais inteligente do que ele, ele ganhava em boçalidade
      AGORA VEM DAR PITACO, seus prognósticos se vai chover === REPÓRTERES FICAM ATRÁS DELE E ATRÁS DE LULA, que é outro inútil, vazio, não sabe nada e não tem nada pra dizer

  4. É importante lembrar que os 53% do FHC foram em relação aos votos válidos. Em relação ao número total de eleitores ele teve apenas 32%, pois muitos não votaram ou votaram nulo e em branco.

  5. A sociedade precisa de uma resposta rápida perante a impunidade e corrupção que assolam nosso país para poder voltar a cescer. Sem isso, sem credibilidade, ninguém vai levar a sério nosso país, e investimentos não virão e não saíram do papel. O único candidato que mostra que pode e tem poder para isso é Bolsonaro. O resto, vai ser conivente com o que está aí, e só vai piorar, ou os demais não tem a força necessária para tal. Sem a ordem não vem o progresso.

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