Sobre a capa do semanário “Charlie Hebdo” desta 4ª feira pós-atentado com 3 milhões de exemplares

Jorge Béja

O jornal “Charlie Hebdo”, após o atentado da última quarta-feira, chega às bancas com tiragem de três milhões de exemplares, em mais de 20 países, com capa que, salvo engano, pode ser importante passo para o início da paz, completa e generalizada. Ou não. A capa estampa o profeta Maomé vestido de branco, derramando uma lágrima e segurando uma placa com a inscrição “Je Suis Charlie” (Eu Sou Charlie). Mais em cima, o título, a manchete “Tout Est Pardonné” (Tudo Está Perdoado).

SINAL DE PAZ

Se, eventualmente, o jornal não publicar editorial explicativo do significado da capa, caberá, então, ao leitor deduzir o que ela quer dizer. Literalmente está fácil: Tudo está perdoado. Simbolicamente, porém, não é tão fácil assim. O Charlie, encarnando Maomé (ou a Maomé e ao Islã se dirigindo com pedido de perdão, afinal concedido), garante que “Tudo” o que aconteceu Maomé perdoou. Perdoou as charges pornográficas e que ultrapassaram a livre liberdade de expressão, contra Maomé, Jesus, Maria, cristãos, católicos, o Papa, o alto clero e muitos outros símbolos e personagens sacros de toda a humanidade. E também perdoou a matança ocorrida em sua redação.

Se assim for, é gesto nobre, de arrependimento, de pacificação. Gesto de promessa de não voltar mais a incidir em erro contra o credo da comunidade islâmica e de todos os povos. É forte sinal de paz e de sublimação. É bandeira branca, superior e com efeito didático para toda a Humanidade, principalmente para dirigentes, presidentes e outros mandatários, boçais e belicosos. Não será gesto de rendição.

SINAL PERIGOSO

Mas deixar ao leitor a livre interpretação do que quer dizer a capa pós-atentado ao” Charlie Hebdo”, caso desacompanhada de editorial explicativo, é bastante perigoso. A charge é mesmo uma arte, mas de múltiplas e subjetivas interpretações. Perigoso, porque o “Tout Est Pardonné” (Tudo Está Perdoado) é bem diferente de “Tous Sont Pardonnés” (Todos Estão Perdoados). “Tout” e “Tous” são pronomes. Indefinidos, é bem verdade. Mas no caso específico, levando em conta o ocorrido, o “Tous Sont Pardonnés” significaria definição implícita das pessoas que receberam o perdão de Maomé (Todos) e, não, apenas os fatos (Tudo o que aconteceu). Ou seja, que foram perdoados por Maomé: a direção do jornal, os cartunistas mortos e os terroristas assassinos. Todos, portanto. Todos (“Tous”) estão perdoados.

Já o “Tout Est Pardonné”, não tem aquela abrangência, subjacente e ecumênica, mas restrita, por ensejar traduzir que apenas os “fatos” é que estão perdoados, sem alcançar seus sujeitos, os vitimados e os terroristas. Oxalá que venha um editorial explicativo. Ou que a interpretação seja a melhor e mais pacífica possível, sobretudo porque a Paz é também um dos princípios do Alcorão. Que venha a interpretação dos leitores deste nosso blog Tribuna da Internet.

22 thoughts on “Sobre a capa do semanário “Charlie Hebdo” desta 4ª feira pós-atentado com 3 milhões de exemplares

  1. A divulgação do atentado terrorista em França, que matou doze pessoas, comoveu o mundo.
    Vários líderes mundiais compareceram à passeata, em Paris, para apoiar o governo francês e se solidarizarem com as famílias das vítimas.
    A repercussão foi intensa, por vários dias, diante da ofensa violenta e mortal contra a liberdade de expressão.
    Dia 13 de janeiro, ontem, portanto, na Nigéria, mais de cem pessoas foram cruelmente mortas pelo movimento conhecido como Boko Haran.
    O mundo não ficou sabendo.
    Não houve notícias a respeito.
    Os mortos nigerianos não eram da imprensa, mas pessoas simples, desconhecidas, e originárias da África, um dos continentes mais explorados e violentados pelos franceses!
    Como podemos classificar a vida de alguém através da importância ou seria a imprensa que decide quem deve ou não ser notícia?
    Jornalistas mortos é infâmia, crime atroz, indiscutivelmente, mas, e as demais pessoas que morrem do mesmo jeito? E em quantidades maiores?
    Nenhuma linha?
    Não merecem a mesma propagação porque não eram desrespeitosas com as religiões?
    Não eram satíricas, ofensivas e agressivas com aqueles que professam uma crença?
    Não eram “artistas”, assim denominados por que não sabiam fazer rabiscos de qualidade duvidosa?
    A desproporção entre um atentado e outro quanto à publicação e constrangimento mundial, beira o cinismo, a hipocrisia, o menosprezo a países que não são europeus, evidenciando que o Velho Continente continua o mesmo:
    Preconceituoso, ultrapassado, xenófobo, presunçoso, arraigado a falsos conceitos de liberdade, igualdade e fraternidade.
    A superioridade européia, calcada em cultura e história milenar sobre as demais nações, rejeita a possibilidade que tenha de também respeitar princípios e valores alheios, e que a Europa não tem mais o domínio sobre o resto do mundo.
    Se, hoje, a França, Inglaterra, Espanha, Alemanha e Dinamarca, foram as nações que sofreram ataques terroristas ultimamente, não teriam sido esses países que cometerem terrorismo antes de serem vítimas de atentados em nome de uma discutível “liberdade de expressão”?
    E os assassinados na Nigéria, que queriam apenas liberdade para viver?!
    Nenhum cartaz empunhado?
    Nenhum líder a visitar o país enlutado e as famílias das vítimas?
    Nenhum movimento popular nas praças das cidades de países europeus em sinal de protesto pelo terrorismo?
    Ser humano significa ser europeu e, quem pertencer a outro Continente será apenas, “massa popular”?
    Pois é este descaso com o resto da Humanidade que a Europa vai padecer de muitos ataques neste sentido, que não são desferidos contra a liberdade de expressão européia, desrespeitosa com a crença alheia, ultrajante, degradante, deplorável, conforme tem sido propagado, mas contra a sua suposta superioridade, a sua arrogância, a sua intolerância perante outras formas de vida, de modos e costumes, de tradição e folclore.
    Não é por nada que as maiores guerras que a Humanidade se viu envolvida nasceram no Velho Continente, que não se renova, que não tem a humildade suficiente para aceitar que não é mais centro da Terra, e que não dita mais a maneira como se deve viver, que agora faz parte do mundo, um de seus pedaços que, queira ou não, ou aprende a conviver e ceder espaços ou terá que enfrentar a mesma violência que a tornou rica, desenvolvida, superior, quando explorou e transformou continentes em colônias, que agora cobram o preço pelos insultos de tanto tempo sem qualquer punição, a não ser reverência.
    Pois chegou o momento de a Europa reverenciar ou ser insultada!

    A charge de hoje, do jornal Charlie, que ilustra o artigo excelente do Dr.Béja, está mais uma vez errada!
    Maomé não está chorando e perdoando apenas o ataque terrorista contra os franceses, mas chora pela Europa, que segue na sua imponência de se considerar senhora absoluta da razão, da verdade e, em nome da “liberdade de expressão”, imagina que irresponsabilidade e descaso pela crença alheia é o valor que defende.
    Maomé derrama lágrimas de tristeza profunda, pois percebe que o Velho Continente está isolado, e que não se penitencia pelos males que tanto causou ao mundo, inclusive e, agora, a ele mesmo!

      • Obrigado, Virgílio,
        O problema é que não existem pessoas mais ou menos importantes.
        Ou todos somos iguais e nos indignamos coma violência ou seremos terroristas disfarçados, admitindo que alguns podem morrer pelos braços da violência e, outros, não.
        Um abraço.

        • Eu sempre digo que o nazismo, o fascismo e o stalinismo, tiveram a sua ‘semente’ na 1.ª Grande Guerra Mundial, quando as ” nações civilizadas ” aderiram a psicopatia da morte sem remoroso. De lá para cá….. O único remédio para isso é a indignação.

          • Esqueci, certa vez um Lama tibetano que veio para um país oriental foi ‘chamado a atenção’ pois uma das suas divindades era representada por um casal em um abraço quase erótico . Ele respondeu, eu também não entendo o Deus de vocês ser representado em uma imagem de tortura. Logo depois completou : É impossível quem foi criado em um mundo religioso entender, completamente, um outro mundo religioso.

    • Quero parabenizar tanto o artigo como a resposta de Bendl. Isto tudo havia passado como um flash em minha cabeça quando vi a capa, mas imaginei que talvez fosse a falta de costume com coloquialismo francês ou por não ser um sedento consumidor de charges e que o título não poderia trazer tanta informação.

      MAS SOBRETUDO, imagino também que como muitos muçulmanos estão apoiando o “Je Suis Charlie” para deixar bem claro que “assassinos” não nos representam, talves Maomé os tivesse que perdoar, já que os ditadores fundamentalistas não costumam perdoar certas manifestações.

      Creio que 2 a 5% da população mundial consigam fazer o exercício de compreender as razões e visão do mundo do adversário, vizinho, estrangeiro, e muitas vezes até do marido/esposa. Este exercício é necessário para inteligência, reconciliações e o que eu chamaria “justiça de pensamento”. Ouça os dois lados, não tente entender quem tem razão mas o que os levou a pensar isto e o que de fato é melhor decidir ou fazer a respeito.

  2. O Mito do Terrorismo – A Grande Imprensa Como Protagonista, Impondo Seus Interesses

    Depois de alguns dias sem acesso à rede mundial, tendo contato com o mundo somente por meio dos canais abertos de televisão, retorno cada vez mais decepcionado com o padrão do jornalismo, infelizmente, não só o brasileiro.
    Festas de Natal e renovação de calendário com o devido escamoteamento a respeito da poluição atmosférica provocada pelos incontáveis espetáculos de queima de fogos, roubos, assaltos, arrastões, acidentes rodoviários, e outros assuntos somente abordados nos noticiários depois de passada a ressaca agravada pelos discursos e festividades de posse dos novos – ou nem tão novos – governantes.
    Não poderia deixar de destacar o noticiário referente à “Guerra contra o Terror” desencadeada na França contra alguns idiotas que resolveram propagandear o Islamismo, ao mesmo tempo em que pensavam vingar Allah das agressões sofridas por parte de alguns jornalistas/desenhistas, enviando alguns desses denominados “cartunistas” para desculparem-se pessoalmente junto ao Misericordioso.
    Tivemos, então, coevo ao início do julgamento do imbecil que – com seu irmão idiota, provocaram o triste final da “Maratona de Boston” em 2013 – a ação de “terroristas” supostamente cooptados pela Al Kaeda contra cidadãos franceses.
    O inusitado, no meu ponto de vista, foi a enorme pantomima estabelecida no reino de François Hollande. Cerca de vinte vidas perdidas. Destas, os cartunistas mortos tiveram seus nomes e imagens difundidas mundialmente acompanhadas por manifestações de artistas contra mais essa “agressão à liberdade de imprensa”. Oitenta mil integrantes das forças de segurança francesas mobilizados com veículos blindados, helicópteros e equipamentos utilizando recursos de alta tecnologia para garantir a eliminação de dois mequetrefes escondidos nos arredores da capital francesa e mais um casal de cretinos foragidos na própria “cidade-luz” – e a mulher ainda conseguiu evadir-se. E a “cereja do bolo”, na minha modesta opinião, foi a convocação, pelo próprio Hollande – horrorizado com a violência -, de uma manifestação pública contra o terrorismo. Como se não fosse ele o principal responsável pela segurança de seus concidadãos a ser mantida pelos diversos órgãos governamentais que conheciam de antemão os antecedentes dos “terroristas” envolvidos no episódio.
    Aconselho ao senhor Hollande que dê uma lida nos jornais brasileiros para ter uma pálida ideia do que é violência.
    Não sei bem o motivo, mas me veio à lembrança uma certa senhora convocando a sociedade para “um pacto contra a corrupção”, indicando que em seu imaginário são os integrantes dessa sociedade os responsáveis pela roubalheira que afundou a principal empresa pública de seu país.
    Três dias de “espetáculo”, manifestações que incluíram o apagamento das luzes da Torre Eiffel, muita gente mundo afora identificando-se como “somos todos Charlie” – reprisando o ridículo “somos todos macacos” -, inclusive no Brasil, pacífica terra onde a morte violenta de mais de cinquenta mil cidadãos em um ano não provoca comoção alguma, e a morte de duas dezenas de franceses (número tragicamente inferior a soma de recentes vítimas só de acidentes com ônibus nas estradas brasileiras) afeta a consciência de alguns cidadãos, que acorreram de lápis e cartazes em punho para serem filmados nas ruas, mostrando que o Brasil estava indignado contra o tal terrorismo.
    Por favor, não pensem que sou insensível à covardia de um ato terrorista e, principalmente, a perda de vidas de forma tão estúpida. O que me incomoda é a enorme repercussão ao fato, em função de terem sido mortos alguns jornalistas/cartunistas, colocando a vida desses profissionais em um patamar de maior valor que os demais “bichos gente”. Alguma filmagem do velório e sepultamento dos dois policiais mortos no ataque à sede do “Charlie Hebdo”? Ou da policial que impediu o outro meliante de atacar o estabelecimento judeu? Alguma citação constando, pelo menos seus nomes? Alguma foto de quando eram vivos? Não! Nada! Nunca existiram!
    Qual a razão para isso? Quem sabe terá sido a motivação para as mortes. Os cartunistas foram mortos aparentemente por defenderem o direito de expressarem sua opinião, mesmo que de forma debochada e provocativa, contra valores alheios. Por aqui, há algum tempo, algumas pessoas com vaginas e orifícios excretores gulosos saciaram seus ímpetos de prazer em público, usando crucifixos e imagens representando a genitora do “filho de Deus”. Tudo assimilado pacificamente por todos, inclusive lideranças religiosas, com pequenas exceções que emitiram pequenos protestos de divulgação pífia. Com os seguidores do Islã, é sabido que “o buraco é mais embaixo”. Eles seguem e obedecem as prescrições de suas lideranças com a mesma devoção dos antigos seguidores de Joseph Stálin, talvez com mais persistência, mesmo que se considere o episódio do justiçamento de Trotsky. Salmán Rushdie e outros condenados pela Sharia que o digam. Viver onde as liberdades são postas em destaque superior até mesmo aos direitos ao respeito pode causar confusões na percepção de limites. Enquanto alguns podem pensar que podem desrespeitar crenças, outros podem acreditar que o direito à vida também pode ser relativizado.
    De forma alguma penso que o desrespeito ao Islã justifique o ataque aos cartunistas mas me parece que a morte dos policiais foi muito mais gratuita. Para nós, brasileiros, acostumados a uma média de um policial morto por dia, é só uma questão estatística, mas me surpreende a preterição de importância da morte dos policiais franceses neste episódio.
    Liquidados os terroristas, lançada uma edição de um milhão de exemplares do “Charlie Hebdo”, o que restou? Para mim, algumas dúvidas.
    O descaso a respeito das mortes dos policiais e cidadãos comuns se deve ao desinteresse da sociedade francesa ou à ação direcionada da imprensa, preocupada em aproveitar a tragédia para um merchandising próprio?
    Será que haverá alguma tentativa de que se repense até onde vai a liberdade? Será ela, a liberdade, realmente ilimitada? O direito de informar pode se mesclar com o direito de criticar com base em valores próprios, sendo ambos infinitos? E quem tem direito a esses direitos? Qualquer cidadão ou somente os jornalistas?
    Será que se pode estabelecer uma escala de valores de vidas humanas? E a mais importante dúvida: o que nossas autoridades e órgãos de segurança (ABIN, PF, Forças Armadas, etc) estão fazendo para prevenir a ocorrência desse tipo de desgraça no Brasil?
    Um pouco fora do assunto, mas coerente com a ação de mal informar exercida por nossa “grande mídia”. Na manhã do dia 9 de janeiro, tive o enorme desprazer de assistir parte de um programa da Rede Record do RS com uma “reportagem” sobre as mansões e estilos de vida de um traficante assassinado recentemente e do pretenso mandante do crime, também traficante. Me “tapei de nojo” com o final do “trabalho jornalístico” mostrando uns jovens “compositores de rap”, conhecidos pelo apelido de “emecis” (MCs) – tão idiota a denominação quanto os jornalistas, seus divulgadores -, famosos nas favelas em disputa pelos marginais por comporem versos em honra daqueles chefões do tráfico. Me pergunto: interessa à sociedade esse tipo de “informação”?
    Essa atuação profissional me trouxe à mente uma frase do filósofo Olavo de Carvalho que pode servir de alerta a quem interessar possa:
    “O governo petista habituou a população a desrespeitar tudo. A Ordem, a Família, a Moral, as Forças Armadas, a Polícia, as Leis, o próprio Deus. Se esperava sair ileso e ser aceito como a única coisa respeitável no meio do esculacho universal, então é mais louco do que parece.” (Olavo de Carvalho)
    Para encerrar, leio que hoje ocorreu a explosão de uma “menina-bomba” na Nigéria, matando mais 20 pessoas em um país onde mortes violentas são rotina, assim como o descaso da imprensa a respeito. Esta notícia, obviamente, encontra-se sufocada entre os destaques dados à caçada aos terroristas franceses. Enfim, alguém pelo menos consegue identificar a Nigéria em um mapa-mundi? Ajudo: quem sabe em um mapa da África? Acho difícil.
    Concluo lançando um desafio para aquele pessoal de ânus e vaginas sequiosas a quem me referi anteriormente: uma manifestação nos mesmos moldes da que fizeram com o crucifixo e com a imagem de Maria, só que utilizando a bandeira do tal Estado Islâmico. Se toparem – o que eu duvido muito – até pode ser que consigam uma parcela mínima do meu respeito.

    http://mujahdincucaracha.blogspot.com.br/2015/01/o-mito-do-terrorismo-grande-imprensa.html

  3. Sufocante. Eu também esperava um pouco mais de bom senso,. Agora não espero mais.
    Depois dos artigos e dos comentários, pouco a dizer e muito a fazer.
    O problema é por onde e por quem começar!

  4. Lendo,absorvendo palavra por palavra,encantado como um aprendiz, com o artigo do Dr. Béja, os comentários do Bendl,Virgílio Tamberline,Garivaldino Ferraz,fica evidente o quanto a “nossa” Tribuna é especial e incomoda. Me traz a lembrança do outrora glorioso Jornal do Brasil,em seus melhores momentos.
    QUE TIME DE COMENTARISTAS,QUE BELEZA DE BLOG,PARABÉNS À TODOS!!!!!!!!

  5. Barão, meu caro,
    O teu incentivo em forma de palavras sempre gentís pelo que comentamos, tem sido essencial para o ânimo e disposição para continuarmos presentes no blog.
    E, se escrevo no plural, evidentemente que não estou me referindo a mim apenas, mas a todos os comentaristas que agradecem o apoio de textos advindos de pessoas sensíveis e comprometidas com a Tribuna da Internet, que é o teu caso.
    Portanto, muito obrigado.
    Um forte abraço, meu amigo.

  6. Excelente o artigo do Dr. Jorge Béja, e não menos excelente o comentário
    do Francisco Bendl. Quando as grandes potências invadem países, matando
    indiscriminadamente, idosos, mulheres e crianças inocentes, ou fomentando gerras, a mídia mundial hipocritamente cala-se.

    • Jacob, meu caro,
      Obrigado sempre pelo apoio e incentivo.
      Porém, quando o artigo é excelente, como este do Dr.Béja, os comentários seguem a essência do que foi transmitido, então os esforços para que sejam registrados são mais brandos, as idéias fluem normais.
      Um forte abraço, meu caro amigo Jacob.

  7. Amado amigo,Bendl.
    Convivendo,mesmo virtualmente,diariamente neste blog com pessoas gentis,cultas,educadas e pacientes,aprendemos a gostar e respeitar uns aos outros.À todos,tenho respeito e consideração mas,com vc é uma admiração especial,talvez por nossas origens, a minha parecida com a sua.
    Forte abraço,amado amigo!
    P. Barão.

    • Barão,
      O poder da comunicação quando desenvolvida nos termos e na forma como fazemos neste blog incomparável, leva as pessoas a se darem bem, se entenderem, e pode gerar admiração mútua e recíproca pelo simples fato que se encontram também conceitos semelhantes em certas situações, gerando empatia – e não importa se conhecemos nosso interlocutor ou não, a questão é a semelhança nas posições políticas, sociais e religiosas – e aproximação entre os comentaristas, em consequência.
      Temos um time que se dá muito bem, independente de pensarmos diferente em certos momentos, mas nos respeitamos, gostamos uns dos outros, somos pacientes, e aceitamos pontos de vista de qualquer natureza.
      Tal conduta enriquece o blog, claro, no entanto, enaltece o relacionamento pessoal, valoriza a palavra escrita, dignifica a idéia, e coloca e ser humano no seu devido lugar:
      De ser o centro das atenções, de merecer reverência, de ser agradecido e de agradecer pelo bom ambiente, pelo clima de paz, e de compreensão.
      Atingir este estágio é difícil, mas somos bem regidos por um maestro excepcional, o nosso Carlos Newton, que possui solistas como o Dr.Béja, Coutto, Chagas … e que regem esta orquestra para executar músicas audíveis, belos acordes, sinfonias maravilhosas e concertos inesquecíveis.
      Tu fazes parte desta orquestra, Barão e, simplesmente, és a repercussão, que dita o ritmo, e nos faz sonhar que o mundo é bom porque temos amigos que nos amam, temos gente que nos considera, somos uma equipe que se estima, e vamos continuar unidos pela sinceridade, amabilidade, respeito e educação, e pela amizade legítima, desinteressada, verdadeira, honesta e leal!
      Obrigado pelo teu belo comentário, meu amado amigo Barão.
      Um forte e caloroso abraço.

  8. É para mim estranho que todo ano haja um atentado de grande efeito sobre a midia internacional e sempre contra os Judeus. Sei que esse povo tb é vitima dos próprios Sionistas que querem transformar os povos arabes em os novos bodes expiatórios mundiais. Radicalismo à parte, sabemos que os árabes com sua rebeldia e sabedores das verdades que a todos são escondidas, isto é, que os Judeus não são os pobres coitados que se mostram estando de forma mafiosa em todas as partes do ocidente, que apesar de minoria dominam a Imprensa e o Setor Financeiro do Mundo Ocidental, promovendo um boicote genocida contra tudo e todos os que tentam de maneira Democratica atingir o topo sem a sua permissão…Alguém tem q

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