Socorro, Rudolph Giuliani! Venha logo, o Rio precisa de você “de janeiro a janeiro”!

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Com a “tolerância zero”, Giuliani salvou Nova York

Jorge Béja

É inacreditável, mas é verdade. Foi neste domingo (24/9). Reunidos num palco lá estavam eles, Crivella, Pezão, Moreira Franco, Ricardo Amaral, Roberto Medina e outros mais “notáveis do efêmero”, anunciando o lançamento de um tal programa para 2018 denominado “Rio de Janeiro a Janeiro”. É um calendário improvisado e mirabolante, que prevê a realização de “grandes eventos na Cidade durante todo o próximo ano” e que reúne os governos federal, estadual, municipal e a iniciativa privada. O governo Temer já garantiu R$200 milhões! Quanta patifaria junta.  Saibam o que algumas figuras declararam neste tal lançamento:

“O Rio vive uma situação constrangedora e terrível. Acredito que o programa “Rio de Janeiro a Janeiro” pode causar um “virada” na situação financeira e social do estado, que é difícil e constrangedora. Espero que o programa consiga restabelecer um ambiente de confiança e segurança para os moradores” – (Moreira Franco, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República).

Para melhorar a segurança, seria bom ter Olimpíada “todo mês”, porque é um evento do Brasil” – (Marcello Crivella, prefeito do Rio).

Não temos apenas o Rock in Rio. Temos dezenas de grandes eventos que já acontecem tradicionalmente e que nossa indústria tem planos de realizar outros eventos com a mesma potência” (Sérgio Sá Leitão, ministro da Cultura).

A juventude está quase “prisioneira” de traficantes de drogas e os novos eventos vão alavancar a economia carioca” (Osmar Terra, ministro do Desenvolvimento).

CONVERSA FIADA – Tudo asneiras e mais asneiras. Todos esses senhores, que não passam de ilusionistas, que nunca se preocuparam com o bem-estar do povo brasileiro, muito menos com a população carioca, eles querem, agora, festanças, eventos internacionais o ano inteiro, num país e numa cidade dilaceradas pelos efeitos da corrupção dos chamados “governantes” que muitos deles são ou foram no passado. Querem dar ao povo pão e circo, modo que os imperadores romanos encontraram para manter a plebe servil.

Que façam uma pesquisa, uma enquete, e perguntem à população se eles querem os tais “grandes eventos no Rio de Janeiro a Janeiro de 2018”. A resposta será um sonoro não. Não queremos. Sabemos que são imaginações fantasiosas que, se de fato ocorrerem, nenhum ganho trará para o povo. Não será com o lucro de grandiosos eventos que o Rio vai ficar menos pior.

CADÊ OS LEGADOS? – Que legados teve o povo com a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016? Que ganha o povo com os carnavais? Até a alegria de outrora o carioca já perdeu!

Essa possibilidade de geração de emprego é mera ficção. Se gerar, é por curto tempo. Será “bico”. E com salário de baixo valor. Na Olimpíada do Rio os caciques olímpicos roubaram a força de trabalho de mais de 50 mil voluntários que trabalharam muito e não receberam um centavo. E o fabuloso lucro com o evento que benefício trouxe para o povo? O mesmo aconteceu com a Copa do Mundo de 2014: voluntários, obras superfaturadas e muito mal edificadas, governantes processados e presos e tudo hoje abandonado e caindo aos pedaços. Eis os legados.

Desde quando CBF (Confederação Brasileira de Futebol), FIFA (Associação Internacional das Federações de Futebol), COB (Comitê Olímpico Brasileiro, agora com novo nome — Comitê Olímpico do Brasil —, para tornar menos pior a imagem da instituição), COI (Comité Olímpico Internacional), desde quando tais entidades, em que o dinheiro entra e sai “pelo ladrão”, obraram por benemerência, sentiram piedade e abriram seus cofres para dar auxílio às nações e seus povos? Nunca, é a resposta.

NENHUMA LÁGRIMA – O presidente Gianni Infantino, da FIFA, até que veio participar do velório dos jogadores e dirigentes da Chapecoense que morreram no desastre de avião. Mas nem Infantino nem a FIFA deram amparo às famílias dos mortos. Infantino nem se comoveu. Se chorou, ninguém viu. E a FIFA só existe porque existe o futebol. E futebol só é jogado com os jogadores, que são os únicos atores que sustentam a FIFA. Ou não são, seu Infantino? E quando atores e suas famílias sofrem, não é dever do(s) dono(s) do espetáculos acudi-las?

Ora veja só, festança de janeiro a janeiro de 2018 no Rio para tirar a cidade da crise, para proteger o povo da violência urbana, para causar “uma virada na situação financeira e social do estado”, como disse Moreira Franco, já condenado pela Justiça quando foi governador do Rio e agora denunciado no Supremo Tribunal Federal pela prática de crimes comuns!…

Imaginava-se tudo dessa gente, menos tanta ganância, tanta engabelação e oportunismo deles para tirar proveito da dor, do sofrimento, da tragédia, da calamidade pública que sofrem os cariocas. Que venham os R$200 milhões para equipar as polícias do Rio e para serem empregados em ações sociais.

CHAMEM GIULIANI – Que chamem Rudolph Giuliani, o prefeito (mayor) de Nova York que de janeiro de 1994 a 31 de dezembro de 2001, implantou sua política de “tolerância zero”, e acabou com a criminalidade que infestava a cidade e fez de Nova York a mais segura das cidades norte-americanas, sem festanças, sem eventos internacionais… sem esses “truques malandros” desses “geniais” brasileiros que se reuniram nesta domingo no Rio para anunciar o que o povo não quer.

Que chamem Giuliani. Ele está “vivinho da silva”. Está inteiraço. Do alto dos seus 73 de idade e acumulando tanta experiência, o famoso prefeito não se furtaria vir ao Rio, ficar sabendo de tudo e traçar um plano, este sim, merecidamente chamado “Rio de Janeiro a Janeiro”, para que o povo possa viver em paz.

27 thoughts on “Socorro, Rudolph Giuliani! Venha logo, o Rio precisa de você “de janeiro a janeiro”!

  1. Imagino que com tantas festas, a qualquer dia destes, vai aparecer uma mente iluminada, exigindo que o estado ou prefeitura faça uma licitação para conceder a uma facção criminosa o direito de fornecer drogas ao evento, haja visto que o consumo sera monstruoso.
    Outra coisa, com a atual legislação brasileira, tão “boazinha” com a bandidagem, nem Rudolph Giuliani, Rambo ou qualquer outro herói americano
    dará jeito na situação.
    a coisa já esta a nível do criador.

    • Eles gostam de lembrar “o sucesso” das ações conjuntas nos grandes eventos. Parece que ,sim, deu certo. Mas, para o pessoal “do asfalto” né, não. O pessoal das tais comunidades, que favelas continuam sendo, não deve ter tido tanto refresco assim.E, passadas as grandes celebrações, os fogos de artifícios foram substituídos por tiros e rajadas de metralhadora.

      • O “pessoal” do asfalto sofre muito. Eu fico refém em casa o tempo todo pois as “comunidades” em volta trocam tiros todos os dias. À noite eu nem posso mais sair a pé para passear, pois corro o risco de ser assaltado ou até esfaqueado por uma dupla de moto. Que, se forem dimenor, irão rir da minha cara se os encontrar “apreendidos” em uma delegacia. Com exceção destes momentos de confronto, quem mora em favela é mais livre, pois pode passear de madrugada. E sei disso pois sou obrigado a ouvir bailes e festas regadas a droga e funk toda semana com músicas machistas, misóginas e pornográficas. E ligar para o 190 reclamando é inútil, obviamente. Menos quando fala que o morador do asfalto se beneficia de alguma coisa. Quem está espremido no Rio são os idiotas que trabalham e pagam imposto. Os ricos vivem protegidos em seus feudos e os ilegais não pagam nada, nem água, nem luz, nem net e são conhecidos dos “bicos” e “gansos” que ficam nas bocas. Usam ar condicionado possante todo o verão e deixam suas luzes acesas o dia todo. EU VEJO ISSO, pois moro em frente a favelas. Portanto, menos. Quem não conhece deveria se informar primeiro.

  2. Bom dia Dr Beja….foi preciso o seu comentario, realmente o carioca nao precisa de grandes eventos so para beneficiar a elite carioca como o rock in rio, e de se RIR…como a globo chama esse evento, mas a população dos menos afortunados nao tem dinheiro pra ver os cantores nos palcos…so mesmo os atores da globo com suas respectivas namoradinhas do momento ganhando para aparecer ou tem convites gratis? Aparecem nos destaques sempre mostrando como e belo o espetaculo. Essa turma so nos faz RIR..mesmo…como tem ladrao mamando nas tetas do povo. Basta ver as fotos e os noticiarios que da pra se ter uma noção de quanto sem noção são esse politicos e empresarios que so sabem aparecer dando uma de bom cidadão e por tras…ou seria pela frente ? So pensam no bolso., O sem carater chega para promover o Rio de janeiro a janeiro… so se for RIR, porque o povo carioca muitos deles estão e chorando!!!

    • E o prefeito do Rio, Marcello Crivella, com sua criatividade, diz:
      “Para melhorar a segurança, seria bom ter Olimpíada ‘todo mês’, porque é um evento do Brasil”.
      Fala sério, prefeito?

  3. “Acredito que o programa “Rio de Janeiro a Janeiro” pode causar um “virada” na situação financeira e social do estado, que é difícil e constrangedora.” – (Moreira Franco, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República).

    “Para melhorar a segurança, seria bom ter Olimpíada “todo mês”, porque é um evento do Brasil” – (Marcello Crivella, prefeito do Rio).

    “Não temos apenas o Rock in Rio. Temos dezenas de grandes eventos que já acontecem tradicionalmente e que nossa indústria tem planos de realizar outros eventos com a mesma potência” (Sérgio Sá Leitão, ministro da Cultura).

    “A juventude está quase “prisioneira” de traficantes de drogas e os novos eventos vão alavancar a economia carioca” (Osmar Terra, ministro do Desenvolvimento).

    … E todos ALIENADOS saíram do evento com seguranças armados e dentro de carros blindados, afinal, são alienados, mas não são doidos!!!

  4. Dr. Jorge Béja, tudo falácia de quem não sabe o que fazer, começando pela geografia do Rio de Janeiro, diferentemente de Nova York, são uns tresloucados, não é com aventureiros que vamos acabar com a violência e melhorar a economia do estado, é preciso haver rigidez a corrupção, educação e saúde, o povo espera que os impostos que pagam, os quais são altíssimos, se revertam em melhorias reais, não fictícias, onde a mídia comprada mostra em propagandas governamentais.
    Abs.

  5. Meu Deus, quanta hipocrisia. Querem é fazer jorrar mais dinheiro para cobrar os 10% da corrupção dos contratos. O país virou de cabeça para baixo e o Rio de Janeiro é apenas o retrato do que espera o país. Se o carioca que não é bovino está assim, imagina quando esta catástrofe chegar aos demais Estados. Realmente, o crime organizado tomou conta do país, o juiz Mouro tem toda razão. Vivemos uma ditadura da criminalidade e quando um General critica a situação, a classe política logo pede punição. Realmente é game over.

  6. excelente artigo/abordagem; mas a turba irá dizer que o lema é ditatorial> “o que é bom para os EUA é bom para o brasil” [ juraci magalhães, embaixador brasileiro nos EUA, no governo castelo branco ] não?

  7. Prezado Beja,

    Para que se acabe com a violência será preciso tirar os bandidos das ruas e devolvê-las à livre circulação dos cidadãos, como era antigamente, certo?

    Só que para se tirar os bandidos das ruas será necessário que eles sejam presos, ou que eles sejam mortos, ou que eles aceitem trabalhar de serventes de pedreiro, já que nunca aprenderam profissão alguma.

    -Só que os defensores dos direitos humanos, a OAB, os parlamentares do PT e do PSOL, a Defensoria Pública e as milhares de ONGs, parasitas dos recursos públicos e simpatizantes do crime organizado, não aceitarão que ele sejam mortos.
    -E eles não podem ser presos porque não existem vagas no sistema prisional. Hoje, para que alguns criminosos sejam presos, outros criminosos precisam ser soltos da mesma forma que foram soltos TODOS os líderes da atual matança – no melhor estilo Gilmar Mendes.
    -Então só nos resta esperar que aprendam a misturar areia e cimento e passem a gostar de ganhar um salário mínimo e de andar de ônibus lotado…

    Em 2003 o Governador Roriz tentou implantar esse sistema de “Tolerância Zero” no Distrito Federal e, pelo mesmos motivos acima, e o programa tornou-se “Segurança Zero”. Por aqui os jornais da época mostraram muitos “filiados da OAB” indignados por terem sido parados nas ruas como se fossem pessoas normais. Pretendiam que os policias tivessem “um radar na testa” para identificar os bandidos sem precisar se aproximar das pessoas ou revistá-las…

    Por isso, NÃO CONSIGO AVISTAR NENHUMA SAÍDA, pois quem poderia fazer alguma coisa, alguma mudança nesta Terra, vive protegido do caos e da violência cotidiana, mamando os seus polpudos salários e gratificações, e não se importa com o que acontece pelas ruas.

    Abraços.

  8. Lamento dizer: Rudolph Giuliani não vem!
    E se por milagre viesse, não conseguiria fazer nada.
    O crime no Brasil está enraizado à sociedade. Quando é que isto será enxergado!
    Aqui, qualquer movimento é repelido pelos que querem mudanças. Mudanças? Só para os outros: para mim e para os meus não!
    A mudança precisará ser tão grande, profunda e rápida que governos, de qualquer tendência, não terão tempo e condições de fazê-las.
    Alguns esperam pelos jovens. Quais e quantos jovens poderemos contar nas mudanças? Outros esperam por Deus. Continuarão esperando, sentados, para não cansar.
    E não pensem que sou um derrotista. Sou apenas um realista.
    Antes de qualquer coisa, é preciso separar o joio do trigo, a boa fruta da podre.
    E para isto é preciso justiça e coragem. Bons pensamentos ajudarão, mas não resolverão.
    Vamos falar sério sobre medidas para o nosso país?
    Fallavena
    (para a TI, ainda de Goiânia)

  9. Bom artigo. O único “legado” da Copa e das Olimpíadas foi a lição para todos os brasileiros de que esses eventos são ilusão para enriquecer alguns à custa de todos, com transtornos e prejuízos para a população. Por isso, as cidades de primeiro mundo que são apresentadas como candidatas para sedes desses eventos tem enfrentado ultimamente grandes campanhas contrárias da população local, como se viu no caso da anti-campanha contra a candidatura de Chicago à sede das olimpíadas de 2016. Infelizmente, no Brasil ‘noveau-riche’ de Lula, Dilma, Cabral e Paes, ninguém na época deu muita atenção às razões das queixas dos habitantes de Chicago.

  10. Qualquer um deles (Crivella, Pezão, Moreira Franco, Ricardo Amaral, Roberto Medina e outros mais “notáveis do efêmero”) dirá: “Rio, de janeiro a janeiro. Rio muito porque estou rico”.

  11. É é daí prá pior……………
    Crescimento da pobreza…..das favelas…………consumo de drogas………corrupção………..,
    O Tiro de Janeiro tem que usar a idéia da prisão de San Pedro, na bolívia.
    Muro de 18 metros cercando, quardas do lado de fora
    e administrada pelos presos…………….e que se matem lá dentro…………..

  12. O ser humano respeita aquilo que teme. O Brasil precisa de rigidez com criminosos. Vemos tantos exemplos dia a dia de crimes e criminosos impunes, para cometer seus ilícitos, nenhum deles se preocupa com a punição.

    Criminoso tem que ser tratado como criminoso. Cadeia não conserta, então que se reveja o sistema penal, não é motivo pra tantas audiências de custódia recolocando vagabundo na rua. E no centro de tudo, as drogas.

    Enquanto discutimos a liberação ou não da maconha, fechamos os olhos para as desgraças que as drogas levam pra dentro das casas. Precisamos de leis duras para o tráfico e também para o usuário. Foi pego com droga “pra uso”, escolhe: cadeia ou internação compulsória. Não tem sentido liberar maconha pra “enfraquecer o tráfico”. Fosse assim, a venda legal de cigarros legais por si já inviabilizaria o contrabando.

    Essa política de passar a mão na cabeça de bandido, seja pé de chinelo ou protegido por foro privilegiado (outro escárnio, diga-se de passagem), vai levar nossa sociedade à ruína. Chegará o dia que a honestidade será vista como estupidez. Lamentável…

  13. O que o brasil, é Rio de Janeiro precisam é que os marginais presos cumpram suas penas de forma integral. Os criminosos que hoje, ontem e amanhã aterrorizam a população brasileira são reincidentes contumazes. Estes legisladores deveriam acabar as progressões de regimes e manter traficantes, assaltantes e estupradores fora do convívio social por tempos perpétuos.
    Sou policial e temos profissionais de segurança pública neste pais que por 30 anos arriscam as próprias vidas se privam do convívio familiar para dar segurança ao povo brasileiro, e estes não se negam a fazer as lei serem cumpridas e suas penas executadas à integra.
    Teremos uma grande chance de ver estes maginais em seu devidos lugares, os presídios.
    BOLSONARO 2018, meu presidente!!!!!!!!

  14. Prezados Dr. Béja e Sr. Fallavena,
    Porque a remoção das favelas e tabú e ninguém toca no assunto?
    Não poderia ser feito um belo programa com a construção de bons conjuntos habitacionais, bancados pela iniciativa privada em troca dos terrenos nos morros pra fazer lindos condomínios e depois vender as residências para os mais abastados?
    Lindas casas lindíssima vista!
    Bons lucros e todos felizes!
    Gostaria da apreciação de vocês.
    Em tempo: Claro que não é simples mas a médio prazo poderia se fazer um plano piloto e depois ampliar pra todas as outras “comunidades”.
    Atenciosamente.

  15. Deveriamos reviver o Auto da Fé, como havia em Lisboa, terra portuguesa com certeza. Lá os cristãos piedosos queimavam vivos os recém convertidos judeus por desconfiarem que eles continuavam a praticar sua antiga religião secretamente. Tempo passado e esquecido.
    Mas não tão esquecido que não possa ser revivido. Taí uma idéia para tornar o Rio novamente um lugar civilizado: reviver o Auto da Fé; em vez de judeus convertidos, políticos canalhas alimentariam as fogueiras santas. Fica a idéia.

  16. Não resido no Rio, logo não tenho como opinar adequadamente sobre a violência que dizima a Cidade Maravilhosa e sua população.

    Mas, em razão desta selvageria existir nas capitais e cidades maiores dos demais Estados da Federação, então tenho algumas palavras para serem postadas:

    A situação do Brasil é tão grave que não basta apenas resolver a questão da violência em si, pois ela acontece de várias formas. Esta, que comentamos, das facções de traficantes se digladiarem e matarem gente inocente no Rio é mera consequência da violência maior contra todos os brasileiros, inclusive aos bandidos(!), surpreendentemente, que é a corrupção e desonestidade governamental!

    Não vai adiantar nada se quisermos tratar da violência e deixarmos de lado a causa – repito -, A CAUSA de todos os males nacionais:
    A INCONFIABILIDADE DE NOSSAS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS!

    O tráfico é bom para os que o usam como fonte de ganhos?
    Claro que não.

    O tráfico é bom para as crianças dos morros ou das comunidades?
    Claro que não.

    O tráfico é bom para os pais que veem os seus filhos sendo cooptados para trabalhar como mulas?
    Claro que não.

    O tráfico beneficia as comunidades ou favelas?
    Claro que não.

    Ora, então por que existe, e se tornou nesta violência desmedida?

    O tráfico é fruto do descaso das autoridades com o povo:
    O tráfico é consequência do desprezo das autoridades pelo população no que tange à educação/ensino, escolas técnicas e trabalho;
    O tráfico se mantém porque usa as crianças que estão fora das salas de aula, usa os jovens desempregados e sem estudos, usa os pais e adultos porque precisam se sustentar a às suas famílias, e porque não há oportunidade de estudo e emprego!

    Não existe qualquer política governamental ou planejamento – principalmente um plano – que ofereça estudo e trabalho para esta gente do tráfico, a verdade é esta. E, se não perceberam, o desemprego AUMENTOU a violência e o consumo da droga e contrabando de armas, pelo simples fato de que a falta de dinheiro, o desespero, leva as pessoas a praticarem ilícitos para sobreviver!

    Os desgraçados governantes QUEREM MINIMIZAR AS SUAS NEGLIGÊNCIAS E IRRESPONSABILIDADES ALCANÇANDO “APOIOS” DE ORDEM MORAL E DEFENDENDO OS CRIMES COMETIDOS PELOS TRAFICANTES EM NOME DE “DIREITOS HUMANOS”, COMO FORMA DE COMPENSAR EXATEMENTE ESTE DESCASO COMO SÃO TRATADAS ESSAS PESSOAS!!!

    A ausência de uma política voltada à ressocialização do bandido tem sido o fator preponderante para o aumento da delinquência e alastramento do tráfico de drogas, corroborando com as minhas afirmações o exemplo mais brutal e impactante neste particular, as cracolândias, modelos da falência do Estado quanto à proteção e cuidados com o povo, que se somam às péssimas condições de qualquer presídio nacional, pois o sistema carcerário também faliu!

    Logo, a violência não tem solução porque não é causa, mas consequência. Ou atacamos a causa, que reside no parlamento, fundamentalmente, e depois no executivo, incompetente, corrupto e desonesto igualmente como o legislativo ou, então, nada será resolvido a contento no Brasil!

  17. ALÉM DOS ESCÂNDALOS DO MARACA E DA OLIMPÍADA, MAIS 200 MILHÕES, SÓ DO GOVERNO FEDERAL, EM ANO DE ELEIÇÃO,E PRÁ ESSE MONTE DE INDICIADOS? SOCORRO, POLÍCIA, ASSALTO.

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