TCU mantém bloqueio de bens de Gabrielli, Queiroz Galvão e outros cúmplices

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Gabrielli e Lula, nos anos dourados da impunidade

André Borges
Estadão

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu manter o bloqueio de bens do ex-presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, e dos ex-diretores Renato de Souza Duque, Idelfonso Colares Filho e Valdir Lima Carreiro. A decisão também atinge a construtora Queiroz Galvão e o consórcio CII – Ipojuca Interligações. A determinação de bloqueio já tinha sido tomada pelo tribunal, mas sem ouvir as partes citadas. A decisão ocorre após a corte ouvir os argumentos de cada um dos citados. Todos negam irregularidades.

O processo tem origem nas obras de implantação das “tubovias” da refinaria Abreu e Lima, de Pernambuco, que era executada pelo consórcio Ipojuca Interligações – CII, formado pelas empresas Queiróz Galvão e Iesa Óleo e Gás.

SUPERFATURAMENTO – O contrato, que chegou a R$ 3,56 bilhões, apresentou um superfaturamento de R$ 682,4 milhões. Esse valor chega a R$ 960 milhões, com atualização monetária e incidência de juros de mora.

A decisão determina o bloqueio, primeiramente, dos bens imóveis suficientes para saldar o débito e, caso o débito em exame seja maior, indisponibilizar posteriormente as participações societárias dos responsáveis e, por último os demais ativos financeiros. No caso da Construtora Queiroz Galvão, a corte decidiu afastar o bloqueio de bens que estejam sob a guarda de instituições financeiras, necessários à manutenção das atividades operacionais da empresa.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Devagar, devagarinho, no estilo Martinho da Vila, o TCU e a Lava Jato estão apertando o cerco a Sérgio Gabrielli, que sonhou sair incólume do esquema de corrupção montado pelos governos petistas na Petrobras. Gabrielli foi presidente da estatal durante longos sete anos e não sabia de nada, não se meteu em nada, nunca viu nada… (C.N.)

3 thoughts on “TCU mantém bloqueio de bens de Gabrielli, Queiroz Galvão e outros cúmplices

  1. Pesquisa inédita revela: população compreende a injustiça fiscal do país e deseja corrigi-la.

    Pedem 71% dos brasileiros: mais impostos para os mais ricos.

    72% querem a redução dos impostos indiretos – aqueles que poupam os privilegiados e incidem pesadamente sobre os mais pobres.

    Os entrevistados percebem outra realidade, muito mais sofisticada: o problema não é o peso dos impostos – mas seu caráter injusto.

    91% concordam que, no Brasil, “poucas pessoas ganham muito dinheiro enquanto muitos ganham pouco”

    E também rejeitam o “Estado Mínimo – quer impostos para “custear políticas sociais”

    A noção de injustiça fiscal, que emerge do levantamento, coincide, com os dados da Receita Federal: os muito ricos brasileiros (0,1% com ganhos acima de 80 salários mínimos mensais) têm 66% de isenção fiscal. Já a classe média (3 e 20 salários mínimos), tem apenas 17% de isenção, em média.

    5% da população abocanham a mesma fatia da renda nacional que os demais 95%

    https://goo.gl/H6dnvH

    Quem disse que o povão é ignorante e desinformado?

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