Tem coisas que não encaixam no atentado ao Charlie Hebdo

Marden Carvalho
Pátria Latina

Os atiradores eram bem preparados, bem treinados. E eles tinham a intenção de fugir e de manter o anonimato. Por isso, usavam máscaras e roupas pretas iguais, dificultando até distinguir quem é quem entre eles. Inclusive usavam luvas, que dificultaria as buscas por impressões digitais nos veículos roubados, que foram usados para cometer o atentado e a fuga.

A polícia francesa afirma que foram três terroristas que executaram os ataques e que um deles havia deixado seus documentos dentro do carro roubado.

Aqui as coisas começam a não fazer sentido para mim.

De onde surgiu o terceiro suspeito? Em todas as imagens que analisei só apareciam dois suspeitos. Inclusive, um dos sobreviventes, Laurent Léger, que estava na sala onde os jornalistas e o editor da revista foram mortos, afirma que eram duas pessoas.

E O PASSAPORTE?

Agora com toda a precisão e frieza do mundo que estes criminosos demonstraram ter, cobrindo seus rostos e ocultando suas impressões digitais, eles iriam deixar um passaporte no interior do veículo roubado? Ou seja, eles iriam deixar a prova para a polícia chegar até eles? E se deixaram, isso demonstra que são amadores, ainda que pareçam ser peritos em atirar. Algo não encaixa.

Sobre o terceiro suspeito, Hamyd Mourad, que se entregou à polícia depois de ver seu nome sendo noticiado nos meios de comunicação, seus colegas afirmaram que no momento do ataque ele estava na sala de aula. Vários são os seus colegas que confirmaram isso pelo Twitter (#MouradHamydInnocent), afirmando que estiveram junto com o suspeito naquela mesma manhã dos ataques.

EM CIMA DO PRÉDIO

No momento dos ataques ao escritório da revista Charlie Hebdo, algumas pessoas subiram no teto do prédio e começaram a fazer filmagens com seus celulares. No local, havia um policial, ou ao menos havia uma pessoa com um colete à prova de balas.

Depois este mesmo policial ou civil com colete (porque alguém precisaria de um colete à prova de balas na calma e pacata Paris?) dá orientações para as três pessoas que parecem ser policiais vestidos com roupas pretas.

Ele diz algo parecido com “à gauche” ou seja, para a esquerda, mas só que os policiais viram para a direita. A imagem depois parece que é cortada e já aparecem no meio da rua os dois “terroristas” vestido de forma igual aos três policiais que viraram para a direita. E parece que estes “terroristas” atiram naqueles três policiais. Mas pelo visto não os mataram.

Atualizarei assim que tiver mais novidades.

11 thoughts on “Tem coisas que não encaixam no atentado ao Charlie Hebdo

  1. Primeiro que alguém que fala em nome do Patria Latina não tem , por princípio, a mínima condição de opinar sobre o que quer que seja, já que tudo que se diz no site vem com o indefectível carimbo da extrema-esquerda, desde o futebol até o atentado contra o Charlie. Senão, vejam alguns dos que estão catalogados como “colunistas” da coisa: Altamiro Borges, Eduardo Galeano, Emir Sader, Fidel Castro, Frei Betto, José Dirceu, Mauro Santayana, etc..

    Agora notem, por favor, o absurdo. O cara pergunta ao leitor “porque alguém [no caso, um policial] precisaria de um colete à prova de balas na calma e pacata Paris?”

    Será que o atentado não é motivo suficiente?

  2. Passaporte serve para CIRCULAR pela UE e SAIR dela.
    Um deles estava dirigindo o carro, portanto não aparece andando.
    Mas, provavelmente os “supostos” terroristas eram arianos da extrema direita francesa, camuflados que, após matarem o s jornalistas, agathacristiamente plantaram o documento dos muçulmanos no carro, armaram um encontro com eles na gráfica no dia seguinte e não apareceram.
    Aí a polícia, já sabendo através de um P2, chegou e os eliminou, colocando em suas mão duas Kalashinikovs.
    Depois induziram o muçulmano que tinha sido, injustamente condenado a 5 anos e cumprido 4 por auxiliar a tentativa de fuga de um terrorista, a ir provar comida kasha num mercado judeu e ele foi.
    Chegando lá fecharam a porta e começaram a dizer que iam prendê-lo por ser negro e após uma encenação gigante, treinada no cirque du soleil entraram lá mataram o rapaz e alguns reféns de quebra, para gerar uma guerra contra o islã.
    Coisas tramadas pelo Bush, ops , ou melhor pelo Hollande que finge que é de esquerda.

    • Cara, você deveria desenvolver mais isso e enviar para o Granma, para o Vermelho e, claro, para o Pária Latrina.

      Quer uma sugestão? Acrescente o Papa e o Santo Graal à trama. Aí mesmo que eles vão publicar!

      • Não dá para competir com a “criatividade” deste jornal (?).
        Fui lá ver e já tem uma matéria sobre o meta-terrorismo embasando a ideia de uma montagem hollywoodiana do ataque. Tudo montado.
        Já escreveram o roteiro. Cheguei tarde.
        *inclusive o suposto editor cita o presidente “FançoisE HollandeR”.
        Um pouco de google vai bem se você tem dúvidas.

  3. O outro aí já vem com a teoria da conspiração às avessas. Certamente ele acha que a polícia francesa matou qualquer um, só para dar uma satisfação à sociedade.

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