Tênis: vencedores e coadjuvantes

É o time mais oscilante e enfraquecido dos últimos tempos. Apesar deste repórter ser tido como “nadalista”, a verdade é que ele deixou de ser o número 1, por causa das contusões e das doenças do estômago. O número 2, Federer, que passou a número 1  pela ausência de Nadal, na pior fase. Perdeu o último Top 500 e neste Master foi eliminado antes das oitavas. Pelo invisível Beneteau, numa reviravolta visível.

Murray, pretensioso e arrogante, mas bom jogador, foi eliminado por um clássico coadjuvante, Stepanek. Os russos, no momento apenas parceiros e não vencedores, já foram todos embora.

No momento em que posto esta nota, Nadal começa a enfrentar um coadjuvante de luxo, Tsonga, que pretende passar a vencedor. Esperemos o resultado.

Todos eles têm namoradas muito bonitas. Nadal, Djokovic, Murray, Robredo. Federer tinha namorada fixa, que administrava seus bens, ele disse uma vez: “Nem sei quanto ganho, não assino cheques”. Ela ficou grávida, casaram imediatamente, tiveram gêmeas, lindas. (Para os pais, nada mais bonito do que gêmeos, só superados por trigêmeos).

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