Totalmente desmoralizados, Ibope e Datafolha preparam novas pesquisas

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Charge do Newton Silva (newtonsilva.com)

Léo Simonini
O Tempo

Ibope e Datafolha, dois dos principais institutos de pesquisas do país, irão divulgar mais um levantamento nesta semana, tanto da disputa presidencial entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), quanto da estadual, entre Antonio Anastasia (PSDB) e Romeu Zema (Novo). Para a disputa pelo Palácio do Planalto, o Ibope divulga novos números nesta segunda-feira (15), onde serão entrevistadas 2506 pessoas de todo o Brasil.

A pesquisa foi contratada pela rede Globo e pelo Estadão. Para as disputas de governadores, o instituto divulga o resultado na quarta-feira (17), quando serão ouvidas cerca de 1,5 mil pessoas em cada Estado.

Também na quarta-feira 17 o Datafolha mostra os dois resultados, tanto para presidente, quanto para governador. Serão 9128 entrevistados no Brasil, enquanto que para o cargo de governador serão cerca de 1,5 mil eleitores ouvidos.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Os institutos de pesquisa – todos eles, incluindo Vox Populi, Paraná, MDA etc. – estão completamente desmoralizados pela imprecisão de seus resultados no primeiro turno. Vamos acompanhar como se comportarão agora, já quase na metade do segundo tempo. Aliás, será que existe alguém que ainda confie em pesquisa eleitoral? (C.N.)

14 thoughts on “Totalmente desmoralizados, Ibope e Datafolha preparam novas pesquisas

  1. Vai ficar pior.

    Querem criar uma situação de equidade entre os candidatos (em percentual) próximo da votação do 2º turno para então aplicarem o golpe via fraude nas urnas.

    A conferir…

    • Isso também é possível, mas demonstra um grau de comprometimento e permeabilidade ao crime ainda maior. Acontece se todos aceitarem fazer isso. Com a pancada que receberam depois do primeiro turno, se foram minimamente inteligentes e são, vão pensar duas vezes antes de darem a cara a tapa novamente. A credibilidade da classe política está ficando quase igual as das suas pesquisas.

  2. Acreditar que com 2000 pode apresentar a intenção de voto de um universo de 140 milhões, é muita ingenuidade. Isto é igual a creme para rejuvenescimento.

    Já fui abordado duas vezes para pesquisa. Uso do seguinte argumento para responder: você e sua empresa ganham por este serviço.
    Por que, eu, que sou a matéria prima nao posso levar um pixuleco?

    Meu preço atualmente é de $150 (para presidente). $100 (para governador) e $80 ( para qualquer outro assunto)

  3. Transmitiram uma matéria ontem no Fantástico sobre as agências de pesquisa e sequer uma “mea culpa” fizeram. Colocaram a “culpa” na enorme quantidade de eleitores que “desdecidiram” no último segundo, antes de votar. Pesquisa de ontem, não vale para hoje. O fato é que tentaram direcionar o voto para o menos ruim e se estreparam, feia e descarada e criminosamente.

  4. Como mesario sugestiono ao 1° eleitor ele colocar um candidato e vê se aparece a foto condizente. Ele corrige e digita o outro candidato. Certifica da foto e número – corrige ou confirma ou sua opção de escolha. É apenas uma sugestão. Sem comprometimento algum. Só com a transparência.

  5. Tire a Paraná Pesquisas deste bloco. Eles foram os que ficaram mais próximos da realidade. A gente avisou que o voto secreto e envergonhado iria para Bolsonaro, e isso foi o que aconteceu e também o que fez a diferença.

  6. Por mais criteriosa que seja uma pesquisa, ela não consegue captar abstençoes, votos nulos e brancos, inclusive a própria omissão dos pesquisados quando são inquiridos e a mudança dos votos no dia da eleição.

    Nos Estados Unidos o voto não é obrigatório e até a véspera da eleição Hillary Clinton venceria.

    Lembro-me que a manchete do G1 anunciando a vitória de Donald Trump informava sobre uma virada nas eleições e surpreendeu os EUA e o mundo.

    Portanto, é preciso acabar com este endeusamento das pesquisas.

    Lembram-se que Dilma estava eleita para o Senado em primeiro lugar o tempo inteiro e acabou ficando em quarto lugar?

    Vai ser difícil a sobrevivência desses institutos nos próximos anos.

  7. Os institutos de pesquisa continuam a existir porque os políticos e outros interessados os vêem como uma forma de conseguir influenciar os eleitores. Acho que a população deveria discutir o funcionamento das pesquisas e forma de punir aquelas que “erram”.

  8. Totalmente desmoralizadas as pesquisas. Menos mal que os obcecados por números, que causam um tremendo desgaste pautando o debate com as suas masturbações aritméticas, vão, provavelmente, nos dar um refresco, depois dessa.

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