Tradição, convicção, emoção

O esporte tem momentos realmente assombrosos. Nos mais variados e diferentes. Mas três provas ou jogos, são insuperáveis. A maratona representa a grandeza, o momento em que um soldado percorre a pé (não havia outra forma) 42 mil 195 metros, para comunicar a vitória ao general e cai morto. Como este estava na cidade de Maraton, o fato se transformou em competição, consagrada, glorificada, eternizada.

A sensação, a obsessão e a fixação, estão nos 100 metros. Basta refletir sobre isso: o homem treina durante 10 anos para percorrer 10 segundos. (Agora, menos do que isso).

E no basquete a emoção, a angústia e o suspense, não terminam nunca. É o único esporte, como aconteceu no ano passado nos EUA, que se decide no último segundo. Ontem, no Mundial de Basquete, faltando 4 segundos e meio, a Turquia perdia por 81 a 82, fez uma cesta, passou a 83 a 82. E a Sérvia, com 5 décimos de segundo conseguiu jogar uma bola no aro, quase venceu.

O basquete é igual à gravidez. Interessante desde o princípio, emocionante no final.

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PS – O Flamengo continua empatando e se aproximando do REBAIXAMENTO. Só que houve uma novidade: o Flamengo sofreu um gol aos 38, empatou aos 39 e jogou uma bola na trave aos 47.

PS2 – O Grêmio, fugindo do REBAIXAMENTO, derrota o Corintians, tira 3 pontos do vice-líder.

PS3 – O Fluminense, mostrando que a fase não é tão boa, perde para o Goianense, absoluto no REBAIXAMENTO. Aos 48 minutos, o Fluminense é derrotado, perdeu o jogo e a possibilidade de se distanciar.

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