Treinadores carentes ou ascendentes

Muricy: se mau humor e grunhidos ganhassem jogos, que maravilha viver. Mano Menezes: sério, silencioso, sortista. Mas jogou 3 vezes, ganhou os três, pode “até apitar o jogo”, como Muricy gritou para ele. Paulo Cesar Gusmão, (que andava sumido) empatou com os “meninos” (na Vila), ganhou do Fluminense (nenhuma vantagem), venceu ontem o Vitória.

Mourinho, tido e havido como “o maior do mundo”, conquistou um grande título, usando três defensores do Brasil, (dos raros não contestados) e vibrando globalizadamente. Tem um ego colossal mas inegável capacidade de se promover e fazer seus times vencerem.

Antonio Carlos: foi derrotado rapidamente nos bastidores do Palmeiras, derrotou também, logo no início, um câncer no esôfago. Esta é a grande vitória, a do Palmeiras, facilmente recuperável. Silas: não mereceia que o Grêmio jogasse três vezes e não ganhasse nenhuma. O problema: cartolas não têm paciência.

Joel Santana: ganhador indiscutível, a África do Sul fez a maior tolice ao demiti-lo e substituí-lo pelo fosforescente Parreira. A dificuldade agora é vencer a indisciplina, acalmar os que brigam interna e não externamente.

Celso Roth: passou por muitos clubes, todos diziam e disseram o mesmo: “Sempre termina mal”. Agora terão que reformular, “começa mal, como acreditar?”. Falou em “guerra”, perdeu para o Avaí, mansamente.

Patricia Amorim: nadadora, vereadora, obrigada a ser goleadora. Não conseguiu no Maracanã, os jogadores acharam que quem mandava era Marcio Braga, não se interessaram. Precisava fazer 2 gols no Chile, fez. Mas o goleiro Bruno, tinha que sofrer aquele gol? Ontem, treinadora majestosa. Um gol nos acréscimos do primeiro tempo, outro nos acréscimos do segundo. os dois de pênalti, que maravilha viver.

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PS – João Saldanha ironizou, identificou mas definiu bem os treinadores, nas três hipóteses que colocou: “EU ganhei, NÓS empatamos, VOCÊS perderam”.

PS2 – Dunga ultrapassou todos os limites por causa do seu idolatrado “patriotismo”. Proibiu até entrevistas. Ele mesmo escolhe quem vai falar. Ontem, Gilberto Silva e Kleberson repetiram o que “o mestre mandou”. O mínimo que disseram: “Estamos aqui, a Copa é muito importante para os brasileiros, jogaremos pelo país e os braileiros”.

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