Um amor imaginário, na poesia romântica e serena de Simone Borba Pinheiro

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Ilustração sem autoria, Arquivo Google

Paulo Peres
Site Poemas & Canções

A professora gaúcha graduada em educação física e poeta Simone Borba Pinheiro revela como pode se sentir feliz, mesmo que esta sensação venha através de um “Amor Imaginário”.

AMOR IMAGINÁRIO
Simone Pinheiro

É maravilhoso, quando manhã,
encontro seu sorriso sereno à meu lado,
e com seus beijos exploradores, me delicio,
e o amor se faz, ao cantar dos pássaros.
E assim, nosso dia começa:
Com o café na cama, à seguir,
recheado de muito amor.

Quando você, para o trabalho sai,
com um ardente beijo, nos despedimos,
e é como se o mundo, nesse momento, parasse,
pois apaixonados estamos, cegos de amor,
como no primeiro dia em que nos vimos,
naquele baile em que você,
Para dançar me convidou, alegremente.
Vivo hoje esse amor assim, intensamente
pois, à Deus pertence, o amanhã.

E ao final da tarde, quando para casa você volta,
trazendo nas mãos um bouquet de rosas,
vermelhas e perfumadas para mim,
não tenho dúvidas de que, esse amor,
apesar de ser imaginário, me faz feliz!…   

3 thoughts on “Um amor imaginário, na poesia romântica e serena de Simone Borba Pinheiro

  1. Eu acho que todo amor é imaginário! A gente imagina mil coisas, muito romances, mãos dadas passeando. Alguns terminam em realidade e é bom demais. Entretanto, a poeta fica feliz com o amor que só existe na imaginação:
    “E ao final da tarde, quando para casa você volta,
    trazendo nas mãos um bouquet de rosas,
    vermelhas e perfumadas para mim,
    não tenho dúvidas de que, esse amor,
    apesar de ser imaginário, me faz feliz!… “

  2. “Quando a gente namora alguém, namoramos também os seus defeitos e qualidades. Quando abraçamos essa pessoa, abraçamos também seus medos e fraquezas. Quando decidimos aceitar alguém em nossas vidas, aceitamos também o direito da pessoa querer ou não ficar, aceitamos que ela pode errar ou acertar, que ela pode te ferir ou te curar, que ela pode te acrescentar ou te diminuir. Cada vez que damos a mão a alguém, aceitamos a possibilidade de que ela esteja com a bagagem cheia ou vazia. E isso, exatamente isso que mostra se o que você sente por alguém é verdadeiro, porque se depois de todas as tempestades e calmarias, invernos e verões, feridas e curas, tombos e levantadas, ainda assim, o seu desejo, a sua vontade pela pessoa e admiração, continua de pé, parabéns. Você conseguiu nutrir um sentimento verdadeiro.”
    (Pesquisar autoria)

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