Um amor imaginário pode trazer felicidade, na visão poética de Simone Pinheiro

TRIBUNA DA INTERNET | Um amor imaginário, na poesia romântica e serena de Simone  Borba Pinheiro

Ilustração reproduzida do Arquivo Google

Paulo Peres
Poemas & Canções

A professora graduada e poeta gaúcha Simone Borba Pinheiro revela como pode se sentir feliz, mesmo que esta sensação venha através de um “Amor Imaginário”.

AMOR IMAGINÁRIO
Simone Pinheiro

É maravilhoso, quando manhã,
encontro seu sorriso sereno à meu lado,
e com seus beijos exploradores, me delicio,
e o amor se faz, ao cantar dos pássaros.
E assim, nosso dia começa:
Com o café na cama, à seguir,
recheado de muito amor.

Quando você, para o trabalho sai,
com um ardente beijo, nos despedimos,
e é como se o mundo, nesse momento, parasse,
pois apaixonados estamos, cegos de amor,
como no primeiro dia em que nos vimos,
naquele baile em que você,
Para dançar me convidou, alegremente.
Vivo hoje esse amor assim, intensamente
pois, à Deus pertence, o amanhã.

E ao final da tarde, quando para casa você volta,
trazendo nas mãos um bouquet de rosas,
vermelhas e perfumadas para mim,
não tenho dúvidas de que, esse amor,
apesar de ser imaginário, me faz feliz!…

3 thoughts on “Um amor imaginário pode trazer felicidade, na visão poética de Simone Pinheiro

  1. 1) Belos versos, me fizeram lembrar que o cientista Albert Einstein certa feita disse:

    2) “A imaginação é tão importante quanto o conhecimento”.

    3) Licença…
    Estrofe TI = Texto Indelével*
    Antonio Carlos Rocha

    Esperamos você
    Meu amigo Chicão
    Melhoras, saúde
    Viva o Gauchão !

    (*) O Bendl é realmente inesquecível, me presenteou uma vez com a camisa verde e branca do time Juventude, de Caxias do Sul, RS.

    E olhem que ele é Colorado (Internacional).

  2. Esse tal Amor Imaginário já produziu experiências trágicas dentro do estilo literário, Romantismo. Neste surgiu a corrente Mal-do-Século: jovens literatos que cultuavam uma musa por autossugestão, e em nome dela caiam em um inferno astral: passava a beber e fumar compulsivamente, longos jejuns, condicionando seus organismos à tuberculose, lepra, loucura…… apenas as suas expectativas de vida não eram longevas. Principais representantes desse “suicídio adicto”, no Brasil: Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Junqueira Freire, Fagundes Varela e outros.
    -Eu hein, quero “amor” é de carne e osso: por mais que isso me venha implicar Maria da Penha e Pensão Alimentícia.

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