Um mundo de dúvidas e incertezas sobre a seleção

Helio Fernandes

Vi nove Copas do Mundo nos países onde eram jogadas. Incluindo a de 1966, nessa Inglaterra de hoje. Peguei o metrô em Hyde Park, onde ficava o meu hotel (Grosvenor House), saltei na bela e gigantesca praça em frente a Wembley.

Felipão lamenta erros da seleção brasileira na derrota para a Inglaterra em sua reestreia Foto: STEFAN WERMUTH / REUTERS

O Brasil pela primeira vez nem passou da chave, a final foi Alemanha e Inglaterra. Até hoje é lembrado o gol da vitória, tão duvidoso quanto o comando de Felipe Scolari. Veio direto do rebaixamento do Palmeiras para a seleção.

A seleção é a mesma do Mano Menezes, com dois pontos falhos, as inovações do técnico de 2002, que acredita estar vivendo dez anos atrás. Atuavam então, três “maiores do mundo”; Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho.

Este perdeu o pênalti, por que ele? Tinha que ser Neymar, mas Scolari nem imaginava o desperdício, sonhava com os holofotes e a badalação “em cima” disso. E a seleção paga pela vaidade.

Felipão ficou fazendo gestos para a seleção “rodar”, como se isso adiantasse alguma coisa. Ia e voltava, sua competência se esgota e não preenche nenhum espaço, que fica sempre vazio.

O Brasil perdeu para a infelicidade do Julio Cesar nos dois gols, do Ronaldinho Gaúcho no pênalti, de ter Scolari como treinador. Jogadores podem ser trocados. Felipão não.

Pelo jeito, o Brasil não jogará no Maracanã. Por determinação da Fifa, só jogaremos no Maracanã se chegarmos á final. Um mundo de dúvidas e incertezas.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *