Uma bebida nobre, na visão poética de Delayne Brasil

Resultado de imagem para delayne

Delayne e sua bebida poética

Paulo Peres

Site Poemas & Canções
A professora, cantora, compositora e poeta Delayne Brasil,  nascida em Seropédica (RJ), mostra  que o vinho pode ser uma “Bebida Nobre”, mas apenas para quem sabe usá-lo sabiamente.


BEBIDA NOBRE

Delayne Brasil

Da pura uva o vinho é cura
quando se toma em poucas doses

Mas a vida quer, às vezes,
a desmedida:
pede um porre

Sábio será quem desta mistura
fizer bebida nobre

One thought on “Uma bebida nobre, na visão poética de Delayne Brasil

  1. Carlos e Paulo, nesse lindo espaço quero deixar uma mensagem de Nordestinos de Bem e do Bem, Poetas das terras sofridas nordestinas, e, que hoje trago ao ver nas ruas do meu Recife, nessas manhãs chuvosas e tristes, crianças dormindo nas calçadas, sem perspectiva de dignidade humana, em um país que discute em seus 3 Poderes como deixar soltos e impunes os “ladrões do dinheiro público brasileiro” 2003 que são tratados como heróis pelos que deviam os punir. Envergonhado, deixo nessa Poesia de Petrucio Amorim e Maciel Melo minha indignação diante dos quadro de pobreza e miséria que se desenha em nossas ruas, fruto da incúria administrativa dos “falsos profetas sindicalistas” que nada mais são do que “criminosos de lesa-pátria” que destruíram o futuro de nossa gente roubando-nos também, a saúde, a educação, e o emprego de nossas dignidades humanas que clama por trabalho e pão ! Que Deus Abençoe o Futuro das Crianças do Brasil, que Deus nos Abençoe a todos em horas tão triste e cruéis de nossa História do Brasil !!!!

    MENINOS DO SERTÃO
    PETRUCIO AMORIM E MACIEL MELO

    Quando me lembro dos meninos do Sertão
    Olho pro céu e vejo eu entre os pardais
    Catando estrelas, desenhando a solidão
    Ouvindo estórias de fuzis e generais
    Lembrando rezas que aprendi no Juazeiro
    Que um violeiro me ensinou numa canção
    Bebendo sonhos era assim o meu destino
    Mais um menino na poeira do Sertão !

    Quando me lembro dos meninos do Sertão
    Beijando flores era eu em meu jardim
    Qual borboletas bailarinas de quintais
    E um arco-íris de esperança só pra mim
    E a liberdade feito um pássaro de seda
    Voava alto nos planos de menino
    Nas travessuras imitava os meus heróis
    Luiz Gonzaga, Lampião e Vitalino !

    Quando me lembro dos meninos do Sertão
    Vejo Hiroshima nos olhares infantis
    Vejo a essência da desigualdade humana
    Num verdadeiro calabouço dos guris
    Meu coração bate calado enquanto choro
    A Deus imploro mais carinho e atenção
    Tirai a canga do pescoço dessa gente
    Que só precisa de amor, trabalho e pão !

    Adeus meu carro de boi
    Adeus pau de arara
    No ano 2000 que mal virá
    Cola, Carandirú, Candelária
    Quando isso vai parar
    Será que será sempre assim ?
    Será que assim sempre será ?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *