Uma ideia para O Globo: abrir espaço para revelar as principais “fake news”

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Charge do Duke (dukechargista.com.br)

Pedro do Coutto

Diante do volume enorme e postagens na internet em relação às eleições presidenciais, desejo transmitir uma ideia ao jornal O Globo e também a todas as empresas que compõem o universo do grupo familiar. A ideia é a seguinte: O jornal O Globo publicar semanalmente as principais notícias e comentários falsos detectados pela equipe tanto do jornal quanto da rede, quanto na Globonews.

Isso porque o grupo publicou com destaque relativo à importância do tema seu projeto de combater as fake news e informar, na medida do possível os autores as falsificações e distorções que navegam na rede eletrônica. Será uma decorrência lógica da batalha a qual a empresa se propõe a conter nos limites possíveis.

FAKES EM PROFUSÃO – Digo limites possíveis porque no trimestre de abril a junho, referentes à sucessão presidencial foram postadas 131 milhões de mensagens, das quais apenas 53 milhões tinham origem e fim definidos. Ou seja, matérias que se presume do conhecimento prévio dos candidatos. Porém, foram inseridas no universo das redes sociais 77 milhões de mensagens de autores, em sua maioria, desconhecidos pelos que disputam o Palácio do Planalto.

Fiquemos nesses 77 milhões. Uma pesquisa será gigantesca e não encontrará de modo algum espaço para ser transformada da descoberta à sua publicação. Por mais que o computador tenha profundidade e agilidade, tal levantamento exigirá tempo e como disse, há pouco espaço no qual a execução do trabalho ganhará o domínio público.

Por isso minha sugestão é que o jornal destaque as principais fake news e revele sua existência, o que dará margem à revelação pública.

Acrescento à ideia o caminho de uma página semanal para essa divulgação que, ao mesmo tempo seria a confirmação do trabalho e o empenho em desmentir as fantasias. Por que digo jornal O Globo? Porque um trabalho tão longo cabe numa folha impressa, mas não poderá ser citada na televisão. A amostragem focalizando os principais atentados contra a verdade tornará possível tal pesquisa. Claro, porque se as falsificações forem por exemplo, 10 milhões não há como divulgar todas elas.

Seria preciso uma enciclopédia do porte daquela que Antonio Houaiss produziu para a Delta Larrousse.

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TRABALHO INFORMAL, MAIOR INIMIGO DO INSS E DO FGTS

Reportagem de Arícia Martins e Hugo Passarelli, edição de ontem do Valor, destaca o resultado de pesquisa do IBGE informando que 40% dos empregos ocupados referem-se a trabalhadores informais. Portanto, seus empregadores não contribuem para o INSS e para o FGTS. Tampouco, preocupam-se com os depósitos no PIS. Eis aí o maior adversário da receita da Previdência Social. Ainda que empregados informais também possam contribuir para o INSS, a modalidade de seus contratos passa ao largo dos 20% sobre a folha salarial.

O problema não tem solução.  Mas fica aqui assinalada uma realidade quase impossível de reverter. Inclusive, na hora da aposentadoria, os informais vão ter direitos limitados às contribuições que fizeram. Esqueça-se a parte dos empregadores.

E no meio rural, então, o quadro é ainda pior.

10 thoughts on “Uma ideia para O Globo: abrir espaço para revelar as principais “fake news”

  1. “Tampouco, preocupam-se com os depósitos no PIS. Eis aí o maior adversário da receita da Previdência Social. Ainda que empregados informais também possam contribuir para o INSS, a modalidade de seus contratos passa ao largo dos 20% sobre a folha salarial.” (Pedro do Coutto).

    “Ainda que”?
    A ideia de que o INSS funciona na base de contribuição de pessoas que têm carteira registrada é herança getulista.

    Com um documento em mãos, CTPS, e a consequente receita que milhões fariam, era a chave para o sucesso previdenciário.

    Ao longo do tempo esqueceu-se de dois elefantes na loja de cristais: o funcionalismo público que não recolhe e saca a descoberto, e a possibilidade de que ao longo desses 70 anos os fundamentos do sistema previdenciário mudariam. Embalsamariam Getúlio.

    Não é, portanto, novidade alguma de que a tal ‘informalidade’ é apenas o nome feio que se dá a um fato histórico, o sistema previdenciário faliu e esqueceram de enterrar.

    Devem ter pensando que todo o trabalhador carregaria no peito um livrinho escrito CTPS como se nada por fora corresse a contestar o sistema.

    A ‘informalidade’ mais se tornar mais e mais a formalidade, a norma.

  2. Esses projetos de “fake news” é uma tentativa explícita de censura, uma ação totalitária em querer calar o brasileiro, ação, no mínimo, antidemocrática, muito parecida com o que é feito nos países como a Venezuela, China, Cuba e demais “paraísos” do comunosocialismo, territórios com “plenitude democrática” (só que não!), basta perguntar aos cidadãos dessas “democracias esquerdistas” (total antagonismo, mas aos olhos da esquerdopatia, possível e real) como tratam a liberdade de expressão lá, ou seja, NÃO EXISTE!, e querem fazer isso aqui no Brasil extirpar por total a liberdade de se expressar, a começar pelas redes sociais por meio desse projeto falacioso “da busca de ‘matérias falsas’”.

    A Globo e seus intentos fascistas em busca de recuperar o que vem perdendo progressivamente, poder de controlar o Brasil por meio da “desinformação”, por isso desse projeto totalitário, esquerdopata e facínora.

    “Será uma decorrência lógica da batalha a qual a empresa se propõe a conter nos limites possíveis”. Decorrência lógica?! Combater o que?! As informações que verdadeiramente, em sua maioria, transmitem a verdade, sem distorções, omissões ou edições com fim de inverter a realidade?! Só pode estar de sacanagem!!?!
    Veja um exemplo recente e muito interessante de um vídeo desmascarando a Globo (precursora e mestre em dar notícias “um tanto” “pseudorreiais”, pra não dizer no dialeto da esquerdopatia midiática tupiniquim, plagiado da mídia esquerdista norte-americana, “fake news”):
    https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwib6cTrns7cAhUBq1kKHepsD1YQwqsBMAB6BAgAEAQ&url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D0G5TA9MA95E&usg=AOvVaw3hlqQGkIgrTu333wS7Y7Np

    Que aberrações de números são esses!? Não é 1.000, 10.000 ou 100.000, nem inimaginável 1 milhão de mensagens, são “131 milhões de mensagens”!! Que, ainda, achando pouco, conseguem verificar: “das quais apenas 53 milhões tinham origem e fim definidos” e “77 milhões de mensagens de autores, em sua maioria, desconhecidos pelos que disputam o Palácio do Planalto”. Como assim, como conseguem triar ainda o conteúdo de toda essa quantidade fantasiosa e saber tudo isso?! Será que conseguem mesmo!? …Não daria pra mentir um pouco menos não!? Ah, outra coisa, qual a fonte mesmo desses números absurdos? Faltou! (?)…rs

    ABRAM OS OLHOS, POIS ESTÃO AOS POUCOS NOS CALANDO!

    • Plenamente de acordo. Esses grupos da mídia, profissionais das mentiras, fake-news, estão sofrendo com a perda de leitores devido a internet, em que a maioria silenciosa obteve a sua liberdade para expressar seu pensamento, antes cerceado por essa gente comprometida com ideologias e corrupção.

  3. A Globo deveria ensinar seu pessoal a dizer menos boa-noite. É um saco ouvir esses correspondentes cumprimentar Deus e o mundo. Boa-noite Juju! Não

  4. Se a IMPRENSA E OS JORNALISTAS que desesperadamente inventaram as noticias falsas pra vender seu produto, for lutar contra, que fechem seus jornais.
    A imprensa é uma industria que vende seu produto, informação ou desinformação ao gosto do pagador e também atendendo o quarto poder interesses próprios, tal qual a farmacêutica que vende a talidomida e vende o anador,
    como já disse antes aqui na T I , temos o espaço de dissecação da noticia e do fato, caso contrario a T I estaria na vala comum

  5. TRABALHO INFORMAL, MAIOR INIMIGO DO INSS E DO FGTS.
    40% dos empregos ocupados referem-se a trabalhadores informais.
    Então devemos acabar com a informalidade e jogar esses 40% pra debaixo da linha da pobreza, vejamos um exemplo, o R A que todos conhecem só ele tinha 5 empregos em uma determinada época, ele deveria se negar a viver assim, e nos privar de sua inteligencia, deveria se ancorar a um salario medíocre em um só emprego formal.
    Isso só mostra o quanto o governo nos rouba e impede nosso desenvolvimento, são problemas complexos com soluções pontuais que são tratadas de baciada, vai dar errado.
    Citando a grobo como acima, imagina se ela fosse pagar aquela turma de atoa em tempo integral sem vender nenhum produto, estaria falida a muito.
    O próprio Silvio Santos pagava salários irrisórios aos seu funcionários conforme entrevista deles, pois ele os dava a visibilidade de se venderem para propagandas, coisas pontuais sendo tratadas a baciada

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