Uma carta de Jorge Béja ao Papa, implorando que peça perdão aos brasileiros

 Papa Francisco,

Eu lhe imploro que peça desculpa. Mais que isso, peça perdão ao Brasil e ao povo brasileiro.  Nesta quarta-feira (26/5), na audiência pública no Vaticano, quando o padre João Paulo Souto, da Diocese de Campina Grande (Estado da Paraíba), pediu ao senhor, face a face “Santo Padre, reze pelo povo brasileiro”, o senhor respondeu brincando: “Vocês não têm salvação. Muita cachaça e pouca oração”.

Papa Francisco, nem sorrindo, nem brincando, nem de forma hilária, nem em hipótese alguma e nem de jeito algum, o senhor poderia dizer o que disse. O senhor magoou. O senhor é Sumo Pontífice. É Chefe de Estado. É o 266º sucessor de Pedro. E foi a Pedro que Jesus deu esta incumbência:

“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja…e dar-te-ei as chaves do reino dos céus”, como se lê no Evangelho de Mateus, 16:18-19.

TODOS SOFREM – Os povos de todas as nações sofrem com o flagelo da pandemia. São milhões de mortos. Milhões de enfermos. Milhões de hospitalizados. Milhões de sequelados. São muitas dores. A Humanidade está de luto. 

O Brasil e os brasileiros passam por grande sofrimento, Francisco. E num momento como este, de tanta dor,  o senhor deixa entender que nem as orações do Papa resolvem porque nós, brasileiros, não temos jeito, não somos merecedores das orações do Papa, porque bebemos muita cachaça e rezamos pouco!!.

“Vocês não têm salvação. Muita cachaça e pouca oração”. Oh! meu Deus, que palavras duras, inverídicas, cruéis e dolorosas disse o senhor ao povo brasileiro.  Não, Francisco. Nós, brasileiros, não somos assim. O povo brasileiro é cristão.  

COM OS JOVENS – O Papa veio ao Brasil e aqui no Rio de Janeiro, em julho de 2013,  na Jornada Mundial da Juventude, o senhor  testemunhou a nossa fé. Milhões e milhões de fiéis, brasileiros e estrangeiros, lotaram os quase 5 quilômetros das pistas de asfalto e da areia da praia de Copacabana para orar junto com o senhor. E o senhor diz que o Brasil não tem jeito, porque bebemos muita cachaça (somos cachaceiros, portanto). E não oramos. Não rezamos.

Francisco, peça perdão ao povo brasileiro. E peça já. Ainda que fôssemos um povo cachaceiro, de vida embriagada, sem jeito de largar a cachaça…. Mesmo se fôssemos um povo que não ora, não reza, não obra em nome de Jesus e de Deus — e aqui vai apenas um exercício de raciocínio, porque nada disso somos — nisto estaria a maior razão para que o Papa orasse por todos nós, para largar o vício e orar, orar e orar muito.

MINHA MENSAGEM – Francisco, no dia 15.3.2013, dois dias após ter sido eleito Papa, Chefe da Igreja Católica e Chefe de Estado, enviei mensagem minha para seu e-mail. E do Vaticano, o senhor me respondeu no dia 20 seguinte. Na mensagem o senhor escreveu palavras benditas e confortantes. À bênção que pedi que nos fosse dada, o senhor escreveu textualmente o que aqui vai reproduzido, ipsis litteris, fielmente.

“Date: Wed, 20 Mar 2013 12:19:12 -0500
Subject: Re: DE JORGE PARA JORGE
From: Jorge Mario Bergoglio
To: Jorge Beja

Oi, Jorge Beja:

Lhe agradeça escrever.

Lembro a você que nossa fé só deveria estar em Cristo Jesus, cabeça da igreja. Ele é o Sr. e que o Pai Celestial ressuscitou de entre os mortos. Eu o dedico a bênção escrita nas Escrituras Sagradas em Números 6:24-27 “Yahvé o abençoa, e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti. Yahvé sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz. Assim porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.             

Jorge, Se você tiver uma Bíblia, você pode ler em família o Evangelho inteiro de acordo com San Juan e você será abençoado.

Uma saudação. Francisco”.

Papa Francisco, aqui termino. E imploro ao senhor que peça perdão ao Brasil e ao povo brasileiro.

Reverentemente,

Jorge Béja

Advogado no Rio de Janeiro, ex-aluno beneditino e ex-aluno salesiano

39 thoughts on “Uma carta de Jorge Béja ao Papa, implorando que peça perdão aos brasileiros

  1. Religião : um dos maiores males da humanidade.
    Só aproveitadores, que vendem um único produto : a fé dos trouxas.
    Credo !

  2. Independente das qualidades pessoais e profissionais do eminente dr.Béja, ele tem consigo uma das mais valorosas aptidões concernentes ao ser humano:
    JUSTIÇA!

    Pode ser quem for, até o Papa, caso o advogado entender que esta pessoa cometeu um deslize, que significou uma injustiça a outrem.

    Neste aspecto, e guardadas as devidas proporções, evidente, também não suporto injustiça.
    Nada seria tão cruel, maldoso, abominável, que alguém for injusto e, muito mais grave, se propositadamente.

    Por isso que insisto em defender os desvalidos, pois são alvos de injustiças clamorosas por parte dos poderes constituídos, razão pela qual o aumento da fome, pobreza e miséria neste País.

    Mas, o Chico foi injusto com o povo brasileiro, sim.
    Mesmo querendo ser hilário, jocoso, na verdade o Papa foi debochado, escarneceu o cidadão que nasceu nesta grande Nação.
    Até porque, Francisco pecou gravemente contra a sua função:
    se bebemos muito e rezamos pouco, então por que a Igreja Católica Apostólica Romana não muda esta nossa situação, no lugar de nos condenar e acusar de bêbados?!

    A menos que o Papa tenha pronunciado essas asneiras movido como torcedor argentino no futebol, onde o seu San Lorenzo de Almagro enfrentará o Santos na Libertadores.
    Ora, o time do coração do Sumo Pontífice é de um santo somente, enquanto o time dos brasileiros pertence a todos os … santos.

    Enfim, Chicão extrapolou, derrapou, bateu no guardrail, e perdeu esta corrida.
    Se não imaginava o quanto ajudou os evangélicos brasileiros, algum cardeal deveria lhe informar do erro crasso cometido.

    E, seguiria o conselho do nobre dr.Béja, pedindo desculpas para esta povo tão sofrido, injustiçado, segregado, dividido, esfaimado, pobre, miserável, desempregado, que somos nós, os brasileiros.

    Por outro lado, o Papa deveria era agradecer ao Altíssimo, quando um de nós consegue empinar um copo de cachaça!
    Além de neutralizar parte da fome e das carências que vive, também serve como ânimo para seguir em frente.
    Função que os padres, da sua Igreja, deixam a desejar no Brasil que, diga-se de passagem, JAMAIS faltou o vinho nas missas!!!

    Parabéns ao articulista, pela oportuna carta enviada ao Papa Francisco.
    Correspondência pontual e adequada às declarações de quem deveria nos abençoar, menos nos depreciar e se negar a rezar para as pessoas do Brasil.

    • 1) Sábias palavras Chicão…

      2) Como se dizia antigamente… os evangélicos e neopentecostais estão deitando e rolando…

      3) Li nas redes que a Igreja Católica também não tem salvação pelos inúmeros casos de pedofilia…

      4) IC = Igreja Católica apoiou a Escravidão, dizia que “negróides não tinham almas” e também apoiou o apartheid na África do Sul…

      5) Sem contar Cruzadas, Inquisição etc…

      6) Uma pena… uma lástima !

      • Antonio, voce pode né dizer em qual documento ou qual(is) papa(s) diziam que o negro nao tinham alma?!

        As denominações protestantes, da qual você elogiou acima participaram no comércio de escravos, como a própria denominação anglicana, protestante confessou anos atrás.

        A África do Sul foram colonizadas por fundamentalistas protestantes da Inglaterra, franceses (huguenotes) e holandeses. O que ocasionou a separação radical de raças, que ainda prevalecer nesse país.
        O que a Igreja católica tem haver com isso?

        Suas acusações contra a igreja católica são picaretagem que ainda você repete como uma espécie de viralata!

        • 1) Obrigado pela dica Renato. Nos tempos de faculdade, nos debates acalorados falavam isso e assim reproduzi, mas vou procurar a fonte.

          2) Eram tempos de estudo do Escravismo Colonial, ótimo livro de Jacob Gorender, editora Ática.

          3) Há um livro publicado pela Editora Cultura Cristã (presbiteriana) “Calvino e sua Influência do Mundo Ocidental” e se não me falha a memória tem um capítulo sobre a África do Sul, vou procurar.

          4) Se o que escrevi magoou leitores e católicos peço as devidas desculpas.

          5) Contudo, é fácil ver nesta TI as inúmeras vezes que registro a vida de santos católicos e aparições de Nossa Senhora, dos quais sou estudioso e divulgador no Facebook onde escrevo e em outros blogs.

          6) Quanto ao viralata, grato,
          deve ser memória celular de quando em vidas anteriores reencarnei como o dito cujo.

          7) Por fim, hoje, 27/05/21 é Dia de São Bruno de Wurzburgo, foi bispo, era muito generoso e fazia milagres.

          8) Outro dia, um amigo me chamou de “budistólico”, budista católico… abraços !

          • 1) O assunto é polêmico e vasto… respeitosamente não queremos magoar ninguém…

            2) https://diariodovale.com.br/colunas/escravidao-qual-foi-a-epoca-em-que-a-igreja-disse-que-negro-nao-tinha-alma/

            3) O artigo acima defende a Igreja Católica, mas nos comentários o historiador Renato Cunha Nunes diz que “a bula Divino Amore Comuniti, de 18/06/1452, emitida pelo Papa Nicolau V, a escravidão é legitimada,esse mesmo papa tinha 101 escravos”

            4) O historiador Renato Cunha Nunes diz ainda que “José Júlio Chiavenato no livro As Lutas do Povo Brasileiro, página 8 (existe referência e bula de outro Papa Inocêncio IV onde mais uma vez a escravidão é justificada”.

            5) Ou seja, são pesquisas históricas, acadêmicas, muito longas, controversas, polêmicas, mas não queremos ferir a sensibilidade de ninguém.

            6) E pedimos novamente desculpas se algum leitor discordar ou sentir-se constrangido.

          • Eu quero um documento onde prova que a igreja dizia que os negros não tinham alma.

            Os proprios escravos eram batizados, incluindo isso é dito nesse documento em que você mencionou.
            Inclusive esses escravos eram batizados até mesmo por padres NEGROS.
            Se os negros não tinham alma, por que eram batizados?
            Detalhe: Eu não sou católico.

    • Essa grande nação só é em território, caro Bendl.
      Sua população é composta de miseráveis em sua maioria, aqueles que ficam em cima do muro e malandros.

  3. 1) Todo mundo tropeça, escorrega nas palavras, os chamados atos falhos…

    2) Tenho simpatia pelo Papa Francisco, por ser progressista e simpatizante das Democracias… e escrevo com todo o respeito e reverência…

    3) Mas na hora que li a notícia lembrei da antiga rivalidade do futebol entre argentinos e brasileiros, uma pena… no começo de sua vida como Papa, ele também fez outra brincadeira que circulou nas redes afirmando que Maradona era melhor que Pelé.

    4) Um brincalhão, está perdoado… mas é possível que alguém lembre da Bíblia que fala:

    5) “A boca fala do que está cheio o coração”… contudo… penso que a ironia não foi contra o povo brasileiro, mas contra o governo atual…

  4. Minha mae diz que esse não é o papa. so vai ser quando o outro morrer.
    mas acho que quem deve desculpas, é quem divulgou e fez imagem de um momento intimo de descontração do papa com um antigo colega.
    o papa não tem como ficar procurando locais isolados para conversar particulares com todos.

  5. O Papa é um homem de bom humor. Ele já fez piada sobre os próprios argentinos num encontro com o papa a quem sucedeu. Foi qualquer coisa assim: diz-se que um modo imediato de ficar rico na argentina é comprar um argentino pelo preço que ele pensa que vale e vendê-lo pelo preço real.
    E me satisfaço em ser ateu.

    • Ao contrário: comprar pelo preço real e vendê-lo pelo preço que ele pensa que vale!
      Até eu, com toda minha sapiência de argentino, errro.

    • Talvez o senhor não se ofenda com o tratamento fedorento que as autoridades medíocres pés de chinelo se tratam: Vossa Excelência, Vossa Senhoria, doutor pra qualquer advogado de esquina. Isso sim é ofensa, é gozação. Mas a gente releva. Em pouco estaremos comendo capim.

  6. Certa feita dizem, um padre rezava uma missa, e lá no meio do sermão, acusou os brasileiros de excesso no consumo de bebidas alcoólicas, dizendo
    que o Brasil estaria em segundo lugar no mundo em consumo de álcool.
    Um cidadão, já meio “mamado”, que estava na missa,
    resolveu protestar, alegando que o fato ocorreria por culpa dos crentes.
    O padre, então resolveu contra argumentar: – Culpa dos crentes, porque, se eles não bebem?
    Então o bêbado resolveu “trocar em miúdos”. Pois é, se eles bebessem, estaríamos em primeiro.
    Como esta missa já foi a muito tempo, parece que o nome do tal padre, era um tal de Padre Bergóglio, ou algo parecido.

  7. Sofremos diariamente com o deboche e as injustiças ofertadas pelas “vossas excelências”, esses parasitas eleitos para nos representarem, nos defenderem, mas a cada subida de degrau, tornam-se cada vez mais sedentos de luxo e poder. Isso me afeta!

    A piada do papa, mesmo falando em tom de brincadeira, mas sério, não me afeta,

  8. Francisco é a fusão do povo mais latino de todos e doutro neolatino = italiano + argentino. O que ambos têm de traço mais forte? São desprovidos de papa na língua. Bolsonaro também tem as duas bandas italianas.
    Aliás, prudente seria não mexer com o pontifice, principalmente, vocês, papa-dízimos: ele é o guardião do segredo dessa enganação massificante chamada cristianismo. Cristianismo que teria cometido algumas injustiças, compelido mais pelo domínio instintivo do que pela malícia. Mas que foi requintado pelas mentes mefistofélicas dos sacripantas protestantes. Porquanto, o dia que Chico resolver “puxar a descarga”, bilionários da fé tornar-se-ão mendigos, pois suas máquinas de esbulhar trouxas serão trituradas.
    Cumpre ressaltar o papel do bispo anglicano, Desmond Tutu, no desmonte do regime segregacionista.
    Abaixo, um link direciona para a denominação, não católica, que mais apoiou o Apartheid:

    https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft24019905.htm

  9. Acho que o Papa não quis ser desrespeitoso, fez um comentário (quase que em off) jocoso, apenas isso.

    Claro que temos o direito de nos ofender, mas o Papa também é humano e erra.

    Nós somos os reis da brincadeira e da piada, o mundo inteiro sabe disso é nos orgulhamos de ser assim, justamente por isso, somos internacionalmente reconhecidos como o povo mais alegre do mundo.

    Agora, não podem pisar nos nossos calos, que a gente pula logo.
    Evidentemente foi a piada errada no momento errado, foi infeliz, reconheço.

    Lembremos também das piadas que pulularam em todo o Brasil quando ele foi o eleito no conclave de 13 de março de 2013, em detrimento de Dom Odilo Scherer, os memes foram milhares e alguns bem, inconvenientes. Enfim, isso ja é história… mas ninguém subiu nas tamancas por estas plagas… e creio que os argentinos nem reclamaram, sejamos justos, tiraram de letra.

    Não esqueçamos que o primeiro país escolhido pelo Papa a ser visitado foi o Brasil em 2013.
    Antes mesmo da Argentina seu país de origem. Convenhamos que foi uma deferência e tanto.

    Sinceramente creio que o Papa não se referiu ao povo em si, mas sim, a classe política.
    É um homem culto e informadíssimo, portanto tenho a impressão que esse “míssil brincalhão” dirigido ao Brasil e seu povo, tinha o objetivo de atingir a principalmente os atuais políticos que estão encastelados no poder, com o genocida e a sua trupe ensandecida.

    Sabemos que ele é um esquerdista contumaz e conivente com as falcatruas da esquerda, sejam do seu país ou no Brasil.

    Eu me senti ofendido por ele ter recebido o Ladrão de nove dedos, o maior ladrão da história da humanidade
    e não vi ninguém subir nas tamancas.

    Dito isto:
    Uma verdade tem que ser dita, ninguém aguenta mais!
    Nem o Papa!

    Voltando ao assunto, como bons brasileiros, matamos o míssil no peito e assumimos a responsabilidade, ficamos chateados… diria tristes mesmo.

    Será que não foi falta de fair play nosso?

    O ignóbil tripudia da população todos os dias, sacaneia mesmo, sem dó!
    Festeja a morte do nosso povo, faz questão de mostrar sua felicidade!
    E o que nós fazemos? Nada!
    Não quero tergiversar, apenas constatando um fato.

    Vejam, não tenho a menor simpatia pelo Papa, (apesar de ser católico) pelo seu posicionamento político, mas acho que para o bem da diplomacia ele deve pedir desculpas, sim.

    É a minha forma de ver este imbróglio, separando o joio do trigo.

    Brincadeira tem hora, aguardemos o desfecho…
    JL

    P.S. NINGUÉM MAIS AGUENTA! NEM O PAPA!

  10. Papa Francisco vs Maradona /Pelé
    Lembrando ao Papa Francisco que Maradona jogou duas finais de Copas do Mundo.
    Venceu uma e perdeu uma.
    Participou diretamente de 2 gols ( nestas duas finais).
    Pelé disputou duas finais. Venceu as duas. Participou diretamente em 5 gols (nestas duas finais).
    Maradona se despediu das Copas sendo pego em dopping.
    Pelé se despediu das Copas carregado nos ombros pelos mexicanos.

  11. *O papa é hispânico. É latino. O sentido de humor e espontaneidade é inconfundível. Podemos acrescentar que o papa tem mais algo de espanhol ou italiano do que necessariamente argentino. Os portenhos têm fama de chorosos, lamurientos. O papa está longe disso. É visivelmente sanguíneo, como o primeiro papa, Pedro. O humor do papa é também o nosso humor. Ou era.
    Contudo, o Brasil da atualidade é triste, depressivo, carrancudo, insatisfeito. Se por um lado, a população foi bombardeada por uma verdadeira histeria politicamente correta na educação, na mídia, nas universidades, tanto pela esquerda como pela direita (sim, a direita tem seus dogmas, seus chavões intocáveis), por outro lado, vivemos numa época de miséria moral em todos os sentidos. Um país desprestigiado, desesperado, a violência urbana dominando o cenário das ruas, a pobreza ameaçando as famílias e a classe política corrupta e indiferente, tratando o povo como gado.
    Por outro lado, o Brasil experimenta uma perda de identidade. O escândalo causado por alguns setores políticos da direita reflete muito de uma certa psicologia importada, que não condiz com o que somos. Começa pela protestantização e norte-americanização do Brasil. O protestantismo é a espiritualidade burguesa insossa e materialista. É a ideologia do sujeitinho “empreendedor”, que só quer ganhar dinheiro e cuja “fé”, por assim dizer, se coaduna com seus caprichos monetários. O sentido de “comunidade”, por assim dizer, é sectário, no clubinho da seita. O endeusamento do indivíduo e dos Estados Unidos é um problema. É aquela disciplina pasteurizada, sem muita imaginação, sem muito senso de humor, do homem que trabalha que nem um condenado, quando mal beija a boca da mulher ou vê os filhos. É por isso que os liberais e conservadores são entusiastas do protestantismo. Querem um bando de robozinhos pensando em dinheiro e prosperidade, como se fosse a economia fosse a essência última da sociedade humana.
    O discurso político e cultural brasileiro virou mera reprodução dos cacoetes mentais da política e da cultura norte-americana. Cacoetes mentais, pq na prática, são uma expressão deformada, caricatural, de uma cultura estrangeira. A direita protestantizada e norte-americanizada odeia o Brasil como ele é, nas raízes. Até pq, com todas as imperfeições do catolicismo brasileiro, a presença católica é forte demais para ser negada, com todo o imaginário supersticioso e heterodoxo do brasileiro médio. Então é preciso reinventar um outro país, uma outra cultura. E também uma outra espiritualidade. O Brasil está trocando uma cultura espiritual alegre, espontânea, fecunda e irreverente por outra, triste, cheia de receios, de meticulosidades e de uma pobreza simbólica assustadora. Até o humor se tornou chato. Uma mera imitação do talk show norte-americano.
    Pior é ver católicos caindo nesse engodo de repreender o papa pelo seu humor. Muitos desses sujeitinhos que se ofendem por bobagens, são capazes de aceitar as piores bizarrices da política por poder e dinheiro, e também de humoristas duvidosos norte-americanos quando eles debocham do ibero-americano. Mas o papa é um protótipo do brasileiro de 50 anos atrás, galhofeiro, irônico, risonho, sem papas na língua. Para quem tem ainda um certo comportamento alegre, mais descontraída, mais brasileira, ele nos faz rir de si mesmos! A ironia do papa a própria expressão do Brasil. O nosso portenho não teve muita cerimônia e já decretou: o Brasil é um país de CACHACEIROS SEM SALVAÇÃO, COM AQUELA GARGALHADA DIVERTIDA DE UM PAPA que se esquece, por um tempo, de que é um papa e se torna um paroquiano de Buenos Aires, tomando uns tragos com os amigos numa taverna de baixada.
    Não imagino essa alegria e descontração “cachaceira” com homenzinhos tão enfadonhos como Malafaia, Caio Fábio, pastor Feliciano ou Edir Macedo. Esses burguesinhos chatinhos não interessam. São irrelevantes. Tacanhos. A direita brasileira é tão tacanha quanto. Está no nível mais baixo. Que o papa nos dê mais o aval de sua alegria, enquanto continuar o seu pontificado.*

  12. A reação de Renato sobre o comentário do professor Rocha, que a Igreja Romana afirmava que o negro não tinha alma, comprova exatamente a falsa superioridade católica perante os demais credos, que não professam o cristianismo.

    Na sua agressividade para com o colega, Renato esqueceu que muito mais grave agiu a Igreja contra os “hereges”, judeus, as mulheres, consubstanciadas nas Cruzadas, Inquisições, e influência política e econômica mundo afora.
    Se algum ser humano provou da maldade, do sadismo, da crueldade da Igreja, infinitamente mais grave que esta discussão tola e ridícula sobre a existência ou não de negros e indígenas terem alma foram as mulheres, ainda mais aquelas de cabelo vermelhos e olhos azuis, taxadas de bruxas pelos “santos padres”.

    Muito mais importante seria o debate sobre a mulher ainda ser inferiorizada pela Igreja até os dias de hoje, sendo impedida de rezar missa, atender o confessionário, e ter acesso à hierarquia eclesiástica católica, que a discussão estéril sobre “alma”.

    Sem que haja necessidade de maiores pesquisas ou conhecimentos, a mulher sempre foi caracterizada como um demônio dissimulado, conforme reza a história da Igreja.
    Na verdade, os padres, bispos e cardeais, sabiam que a mulher – a NATUREZA -, seria o maior empecilho à carreira religiosa.
    Nada seria tão tentador para o sacerdote deixar de lado seus votos de castidade e de pobreza, que não fosse a sedução feminina, a sua poderosa atração que os homens sucumbem facilmente, por mais que se esforcem em lutar contra a natureza humana!

    Ora, havia Papa que tinha a sua família – mulher e filhos – vivendo com ele no passado.
    O próprio Lutero tinha um filho.
    Agostinho, um dos pilares filosóficos da Igreja, conseguiu encher um livro inteiro, as Confissões, relatando as suas aventuras e desventuras como ovelha desgarrada. As Confissões são como um relato sem tarjas feito por uma celebridade sobre os seus segredos mais sórdidos e sobre os aprendizados vitais que obteve depois de atingir vários fundos do poço.

    Enfim, a “fé” precisava ser materializada para ser levada adiante.
    A mulher seria esta luta traçada entre a “pureza” e as tentações seculares, demoníacas, a ponto que raros foram os religiosos que não se açoitavam para eliminar o desejo irreprimível de ter ao seu lado o corpo de uma fêmea, de uma representante do inferno.

    Logo, não seriam somente os negros e indígenas que não teriam alma mas, as mulheres muito menos, pois eram classificadas como o motivo desvirtuador da fé, da crença, da religião, do amor de Deus!

    Paradoxal e contraditoriamente, Maria, mãe de Jesus, era glorificada porque havia sido virgem!
    Se os padres estudassem um pouco mais sobre si mesmos, teriam chegado à conclusão que seria o homem o transgressor, o impuro, o dissimulador da crença em Cristo.

    O medo da beleza feminina, do seu cheiro, do seu corpo, de suas curvas, do prazer que ela proporciona, de até mesmo um padre perder a sua fé e abandonar a carreira religiosa é tanta, que foi necessário a Igreja tomar atitudes para afastar os desejos masculinos sobre as mulheres.

    Muito mais “admissível” seria o homossexualismo mantido a sete chaves nas celas dos sacerdotes nos conventos, que o “homem de Deus” se deixar seduzir pelos feitiços das mulheres ou a prática febril do onanismo, considerada como um “alívio” em certas circunstâncias, logo permissível aos olhos do Criador!

    Se a Igreja cometeu um erro grave, imperdoável, inexplicável e injustificável, foi – e continua – a sua luta contra a Natureza.
    Não existe poder maior de atração e de amor, que o sexo entre homem e mulher, pois a continuidade da espécie humana está contida neste desejo de um pelo outro, então os hormônios de ambos que se procuram avidamente.

    Querer impedir essa absolutamente normalidade e necessidade, de o homem ter a sua mulher e vice-versa, tem sido o fator mais importante de descontentamento pelo catolicismo.
    Afinal de contas, quantos milhares de padres deixaram a carreira religiosa por um rabo de saia?

    Errado?
    Sacrilégio?
    Votos que foram jurados que seriam cumpridos, desobedecidos?

    Nada disso.
    O homem quis ser homem, mais nada.
    E, com o seu amor ao lado, a sua paixão, o real motivo da sua existência, a sua fé é mantida com muito mais entusiasmo, determinação, paz, vontade, que só corroendo as suas entranhas pela falta da mulher, de seus encantos, daquela pessoa que É A ÚNICA que consegue o homem concretizar o seu amor pela humanidade e até por Deus, a mulher!

    Pouco importa se o negro, o indígena, o branco, amarelo, mestiço, pardo, cafuzo, mameluco, judeu, árabe, cristão, budista, politeísta, ateu, espiritualista … têm ou não a tal de alma.
    O que se deve ter dentro de cada um é o amor, o respeito, a consideração, a caridade, a solidariedade.

    Por acaso a alma não seria uma ilusão?
    O espírito não existiria até a morte do seu condutor?
    Quem pode contestar essas questões?

    Agora, retruquem a importância da mulher;
    Reprovem o seu encantamento;
    Aleguem que o meu enaltecimento a elas é exagero;
    Critiquem eu afirmar que a mulher seria exatamente a presença de Deus no coração do homem??!!

    Alma … grande coisa!
    Para que serve, mesmo?
    Alguém tem provas que somos dotados desta invenção religiosa?

    Renato, esqueceste que até vira-latas tem alma, nessas alturas!

    • Francisco, eh do conhecimento de todo mundo que os indígenas eram defendidos pela própria igreja, o que ocasionou a revolte de muitos traficantes JUDEUS de índios.
      Como que agora você inclui índios nos tais que não tinham alma?!
      Aliás, por que não se é falado que a maioria dos traficantes de escravos primeiro indígena, e depois negros, eram judeus?!
      Medo de ser chamado de antissemita?
      Detalhe: Eu não sou católico.

      • Renato,

        Gosto de debater assuntos polêmicos.
        Não me furto em discutir, ainda mais quando proposto desta forma, com respeito e educação, tuas características neste blog, diga-se de passagem.

        Escreverei por etapas:
        O interesse da igreja com os indígenas brasileiros era de conquistar novos fiéis e estabelecer a fé católica como a maior do mundo, mantendo-a no topo, visto que a Igreja havia perdido poder e adeptos após a Reforma Protestante.

        Em vez de simplesmente incorporarem o cristianismo, os indígenas realizaram um diálogo intercultural, modificando ou rejeitando conceitos trazidos pelos europeus. …

        Durante muito tempo, historiadores enxergaram a catequização indígena como uma mera imposição, na qual o cristianismo era forçado na cultura nativa.

        O interesse pelos indígenas, por parte Igreja não era defendê-lo, em princípio. Havia a necessidade de os fiéis católicos aumentarem, diante do surgimento de Lutero e Calvino, que levaram consigo alguns milhões de católicos quando houve o movimento protestante, lembrando que teve início em 1.517, na Alemanha.

        Lembremos também o tratamento que era dado ao negro na legislação:
        O contraste entre o indígena e o negro é nesse aspecto evidente, pois estes contavam com leis protetoras contra a escravidão, embora estas fossem pouco aplicadas.
        O negro escravizado não tinha direitos, mesmo porque era considerado juridicamente uma coisa e não uma pessoa.

        Ao contrário da indígena, a escravidão africana nunca chegou a ser questionada, nesta época, sendo objeto de simples observações ou surgindo como solução para o trabalho na colônia, em face dos limites que a sujeição de nativos impunha aos Senhores.

        Entretanto, contribuíram, dentre outros fatores, na introdução do escravo africano no Brasil, o fato de colonizadores portugueses terem conhecimento das habilidades dos negros na atividade açucareira, pois estes já eram utilizados nas ilhas do Atlântico. E, ainda, os negros provinham de culturas em que trabalhos com ferro e a criação de gado eram usuais, sendo sua capacidade produtiva superior a do indígena.

        Os africanos foram trazidos do chamado “continente negro” para o Brasil em um fluxo de intensidade variável. Estima-se que entre 1550 e 1855 entraram pelos portos brasileiros quatro milhões de escravos, na sua grande maioria, jovens de sexo masculino

        Quanto aos traficantes de escravos serem judeus, tenho sido um defensor deste povo ao longo do tempo que frequento a TI.
        Faz-se mister, portanto, que alguns esclarecimentos sejam feitos quanto à tua acusação que os judeus eram os maiores traficantes, e a observação de que eu teria medo de ser chamado antissemita.
        Nenhuma coisa e nem outra, Renato.

        “Ao despachar uma remessa de escravos africanos do Rio de Janeiro para a Bahia, o maior traficante de escravos do país, conhecido pelo apelido de Zé Alfaiate, enviou junto uma carta ao comprador, justificando o motivo pelo qual alguns escravos foram marcados no peito com ferro em brasa, com o sinal “5” em vez do sinal “V”. O ferro original quebrou, e não houve tempo para o conserto.
        ****
        O ano era 1846, e José Francisco dos Santos, o Zé Alfaiate, já era um homem rico. Seu apelido se deve ao fato de que, ainda na adolescência, aprendeu a trabalhar com couro, costurando belas peças e encantando seus clientes. Deixou seu ofício para comercializar africanos quando se casou a com filha de Francisco Félix de Souza, à época o maior comerciante de escravos da África.

        Quando morreu, aos 94 anos, Zé Alfaiate era considerado um dos homens mais ricos do mundo. Deixou uma fortuna avaliada na época em mais de US$ 120 milhões de dólares. Havia expandido seus negócios para a exportação de ouro, azeite de dendê e óleo de palma, sendo pioneiro nesse comércio. Deixou 53 viúvas, 80 filhos e 12 mil escravos. Zé Alfaiate possuía um harém digno de qualquer sultão.

        A história de Zé Alfaiate foi retratada no livro “O vice-rei de Udá”, de Bruce Chatwin, e em um longa-metragem alemão de 1987, dirigido por Werner Herzog, intitulado “Cobra verde”.

        A maioria das pessoas questiona: “Por que nunca ouvi falar deste sujeito?”. A resposta é muito simples: a quase totalidade dos historiadores tenta desesperadamente apagar a existência de Zé Alfaiate da História porque ele foi um escravo.
        Isso mesmo: Zé Alfaiate foi escravo e devido à sua destreza na confecção de peças de couro ganhou a simpatia de brancos ricos, que compraram sua carta de alforria, ou seja, sua liberdade, e tornaram-se seus clientes.

        Na Europa e nos EUA, o respeito das elites financeiras por Zé Alfaiate era total. Dizia-se que, nos negócios com ele, bastava apenas e simplesmente a palavra.
        Zé Alfaiate não foi o único escravo liberto que se tornou rico e passou a escravizar seus semelhantes. Há centenas e centenas de registros esquecidos propositalmente, pois só assim narrativas manipuladas politicamente são aceitáveis para a manobra das mentes preguiçosas que se recusam a buscar a verdade.

        Escravizar semelhantes foi uma prática desde os templos bíblicos. Em uma guerra, os perdedores eram escravizados, e isso não dependia da cor da pele. Deus puniu o Egito com as dez pragas para forçar a libertação dos hebreus. Manipular a História para que seja adequada à narrativa política, a ideologias, em última análise é também querer escravizar.
        *****
        Os terríveis erros cometidos pela humanidade, como a escravidão, o Holocausto, a matança de dissidentes políticos, tiveram sempre como apoio a ignorância e a preguiça em buscar a verdade.”

        https://extra.globo.com/casos-de-policia/comissario-de-policia/ze-alfaiate-maior-traficante-de-escravos-do-brasil-24504196.html

        Precisamos é nos despir do preconceito contra os judeus, a verdade é esta.
        Perseguidos ao longo de milhares de anos, o fator preponderante que manteve e ainda preserva a união deste povo é a sua religião!

        Muito mais esta fé no monoteísmo pelos judeus ocasionou a ira de europeus, que o fato de a maioria absoluta estabelecer-se no comércio, enquanto a Europa era formada por camponeses.

        O nazismo, cuja essência era o preconceito racial, na verdade tinha no judeu a sua aversão maior com a religião, com a união deste povo, com a obediência incontestável às leis religiosas.

        Estivessem em qualquer local do planeta, os costumes e tradições religiosas jamais foram abandonadas pelos judeus, que sempre se mantiveram fiéis na sua crença de um Deus único.

        Como podes constatar, os judeus não foram os maiores traficantes de escravos, e muito menos eu teria receio de ser chamado de antissemita, até porque tenho me insurgido contra alguns colegas que tentam desviar a História da verdade, que o Holocausto não existiu, que não morreram 6 milhões de judeus na Segunda Guerra … e outras afirmações falsas comumente postadas.

        Obrigado pela oportunidade de esclarecer esta questão.

        Abraço.

        • Essa conversa toda é só para esconder que o monopolio do comércio da escravidão indigena e negra estava nas mãos de judeus?!

          Os judeus foram perseguidos também perseguiram. Mostrar que o comércio de escravos era administrado por judeus é um fato histórico e que tem que ser mostrado. Isso é história.

        • Interessante é que lá nos States a colonização puritana protestante dizimou as tribos indígenas existentes. E não é invenção. São provas visíveis devido a pouca existência de índios no território norte-americano.
          Os puritanos deram até um nome bonitinho para o extermínio das tribos indigenas: “Expansão para o Oeste”.

        • Estudar o papel dos cristãos novos (judeus) portugueses
          no tráfico de escravos para a América espanhola durante a União Ibérica, entre 1580-
          1640 é obrigatório.

          Os cristãos novos (judeus) portugueses formaram redes comerciais que os permitiram
          estabelecer relações comerciais em todos os continentes conhecidos então.
          Muitos dos cristãos novos (judeus) estudados foram financiadores reais. Esse fato, contudo, não diminuiu a
          vigilância sobre eles por parte da Inquisição.

          Por exemplo, o caso de 1636, o português Francisco Rodriguez Solis foi preso pela Inquisição de Cartagena de Índias acusado de ser judaizante. Francisco pertencia a uma importante família cristã nova (judeus) que possuía diversos contratos com a Coroa. Francisco
          foi a Cartagena para tratar da liquidação dos negócios de seu falecido cunhado, o comerciante de escravos e fidalgo da Casa Real, Antonio Fernandes D’Elvas (judeu). Depois da liquidação, Francisco permaneceu em Cartagena como comerciante e traficante de
          escravos. Embora tenha sido reconciliado com o Santo Ofício, Francisco Solis ficou preso por dois anos e teve que responder ao processo da Inquisição. Suas relações com membros financiadores da Coroa não impediram que fosse preso mesmo sendo um cristão novo (judeu).

          Nessa época existiam 2 tipos de cristãos novos (judeus): aqueles que se convertiam de forma forçada, e aqueles que se convertiam por livre e espontânea vontade. Esses últimos se convertiam de livre escolha para ampliar os seus empreendimentos comercias no Novo Mundo, o Continente Americano. Tanto um grupo como o outro de cristãos novos (judeus) não seguiam a doutrina cristã e mantinham as suas praticas judaicas às escondidas.
          Isso se explica do porque o comercio de venda de escravos de nativos ou de negros acontecerem aos Domingos, dia sagrado pelos cristãos, e não aos Sábados, dia sagrado pelos judeus.

  13. 1) Prezados, último sábado do mês de maio comemoramos o Dia de Nossa Senhora do Sagrado Coração…

    2) Gratidão Mãe Maria por cuidar de nós, que a senhora seja muito feliz !

    3) Abençoa os comentaristas, colunistas e editores da TI com bastante saúde junto a seus familiares.

    4) Bom fim de semana para todos (as) !

  14. Sinceramente. Não sei porquê o povo brasileiro está dando , tanta importância a está declaração. Um homem comum. Pois aqui na terra não há santo e todos os bens da igreja católica foi adquirido pela inquisição que seifou milhares de vidas tudo pra ter seu império. Homens que dizem fazer votos de pobreza e que vivem em ostentação? Deus conhece o coração de cada uma de suas criaturas. Pois ele é o nosso criador. Portanto deixem isso nas mãos de Deus. Pois é muito estranho está sabatina em cima deste senhor. Sabendo que é lá que está os maiores pecadores. Deus não é igreja e nem tão pouco religião. É momento de oração em casa e largar este blá blá blá devido ao que diz o Papa Francisco ou não. Religião separa o homem. Deus nos quer unidos como irmãos. Hoje e sempre o que se vê são guerras em nome de Deus por parte de fanáticos . Deus não quer fanáticos. Ele quer criaturas dele . Até porquê a Bíblia foi escrita pela mão do homem. E como tal há várias contradições. Quem pode afirmar que Deus deixou escrito que teria que ser um homem que o negou 3 vezes. E não Maria Madalena que ficou com ele até o fim. Machismo geral. Pois se colocarmos a palavra da Bíblia ao pé da letra. Ficaremos arrasados. Com tanta mesquinhez. E atrocidades . É um monopólio masculino lógico. E que fala mais alto os bens materiais. Sem contar que desce os primórdios se vê que era uma verdadeira sacanagem. Pois é de família pra família abastadas que se passava o bastão. Sem lógica alguma. Amai a Deus sobe todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. Nestas palavras há sabedoria. Eu creio que realmente Jesus Cristo disse isso. Pois Deus é só Amor por nós.

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