Urna eletrônica é segura? Pergunte ao Alibaba, que teve hackeados os dados de seus clientes

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Ilustração reproduzida do site Alibaba

Gabriel Sérvio
Olhar Digital

O grupo Alibaba, o gigante chinês do e-commerce com sede em Hangzhou, foi a vítima mais recente de um ataque hacker. No entanto, as fontes indicam que desta vez o caso não está ligado a um ransomware, mas sim a um dos parceiros da companhia.

De início, vale ressaltar que o Alibaba atravessa momentos turbulentos na China, estando envolvido em processos regulatórios e multas milionárias por práticas consideradas monopolistas no país. Em meio a polêmica, um vazamento sugeriu que o grupo asiático teria sido vítima de um grande roubo de dados.

DADOS COMPROMETIDOS – Bilhões de informações privadas de clientes teriam sido roubadas, ou seja, caso já tenha usado algum dos serviços do Alibaba, existe a possibilidade que seus dados estejam comprometidos. A lista de vazamento inclui nomes de usuário, números de telefone e outras informações confidenciais.

O site chinês ‘163.com’ foi o primeiro a notar o problema. Nesta quarta-feira (16), a informação também foi confirmada pelo portal de notícias Bloomberg. Conforme a publicação, o Taobao, outro site de compras de propriedade da Alibaba, teria sofrido o vazamento massivo de informações.

SOFTWARE RASTREADOR – O que chama a atenção é que os dados foram roubados por um dos comerciantes afiliados a plataforma de vendas, usando um software rastreador discretamente implementado na infraestrutura do Taobao. A ameaça operou em segundo plano por vários meses antes que o grupo Alibaba finalmente a detectasse.

Por ora, o Tribunal Popular do Distrito de Suiyang condenou o desenvolvedor do rastreador e o comerciante pelo crime. Contudo, mais detalhes sobre o caso ainda não foram revelados. O que se sabe é que a pena prevista pelas autoridades foi de três anos de prisão. A boa notícia é que as informações que vazaram não chegaram a ser compartilhadas com terceiros.

(reportagem enviada por Mário Assis Causanilhas)

15 thoughts on “Urna eletrônica é segura? Pergunte ao Alibaba, que teve hackeados os dados de seus clientes

  1. Exatamente Ricardo; o Alibaba, negocia online com cliente, não tem fronteiras, já a urna eletrônica é fechada, não tem ligação com a rede (web) é disto que falamos. Pelo menos penso(?) assim.
    PS: Sou semi analfabeto em informática; simples usuário.

  2. Felipe Quintas (via Facebook)

    O “supercomputador” comprado no ano passado pelo TSE para a contagem dos votos é da Oracle [1], empresa notoriamente ligada à CIA e ao NSA [2].

    A questão principal não é urna auditável ou não-auditável, voto impresso ou não-impresso, mas o controle das agências de inteligência e vigilância dos EUA sobre as eleições daqui, o que torna impossível qualquer “auditoria”.

    Entendem o motivo de tanta bajulação de Lula e Ciro ao Biden? E como a tramóia TSE-CIA certamente não começou em 2020, também dá para entender muito bem a subserviência de Bolsonaro a Trump.

    https://www.facebook.com/felipe.quintas.1/posts/1585731271624121

  3. Não entendi o título. As urnas eletrônicas não são conectadas à internet, logo a situação relatada no texto é completamente diferente.

  4. A urna eletrônica não funciona conectada à rede mundial. Não tem dispositivos para estabelecimento de conexão.
    A urna eletrônica tem seu drive de disquete, onde inserido o disquete dias antes e lacrado.

    Antes do início do horário de votação é impressa a Zerézima.

    Ao final do horário de votação é impresso o Boletim de Urna com os votos registrados, brancos e nulos.

    Esse disquete é retirado da urna somente depois de impresso esse BU pelo Presidente da Seção Eleitoral, na presença dos demais mesários e fpodendo ser acompanhado pelos fiscais que os partidos mandam para os locais de votação, onde se encontram, ainda, os fiscais do TRE, e os agentes das Polícias federal e estadual – lembrando que os locais ficam guarnecidos durante toda véspera pela polícia.

    O disquete dentro de envelope assinado é entregue juntamente com a urna na Zona Eleitoral pelo Presidente da Seção sob escolta policial e agentes do TRE.

    Enfim, quem quer trazer o voto no papel ou ver registro impresso, voto a voto, é quem quer tumultuar o processo eleitoral com alegações de fraude infundadas.

    Talvez até mesmo seja a intenção de que como a impressão do voto possa eventualmente depositar algumas cédulas a mais, ou dar um jeito na subtração, para se alegar fraude – quando, na verdade, os próprios promoveram a fraude…

    • Ahhh, na Zona Eleitoral as informações do disquete são lindas e encaminhadas pelo sistema do TRE ao TSE funcionando uma criptografia ponta a ponta, usuário-usuário, como são nossas mensagens de whatsapp, signal… já do telegram é remetente-servidor- destinatário.

    • A fraude acontece via software. O programa que soma os votos.
      Ali pode ser colocadas instruções direcionando votos.
      Trabalhei mais de 30 anos em Processamento de dados.

  5. Minha esposa era do TRE. Também sou leigo, como alguns acima, mas consta que a urna eletrônica não está ligada à Internet. Bolsonaro não apresentou uma denúncia formal ou consistente, com prova. Se dependesse dele, teria o voto impresso e disponível ao eleitor para as milícias poderem coagir ainda mais os eleitores. Nas zonas dominadas por eles não se pode nem fazer campanha. O resultado é a eleição de gente como o Jairinho ou a Flor de Lis.

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