VARIADAS, com a crise do Santos, a saída de Dorival e a rebeldia de Neymar, bem interpretada pelo colunista Geraldo Couto

O jogo do Santos, quarta-feira, foi o que normalmente se esperava. Os “meninos da Vila” (precisam de outra denominação) sofreram um processo exaustivo e confuso de desgaste.   XXX   Todos se meteram na questão, até demasiadamente, complicando os fatos.   XXX   Acho que quem melhor escreveu sobre o Neymar e o que aconteceu, foi o colunista da Folha, Geraldo Couto.   XXX   Depois de examinar criteriosamente os fatos e o comportamento dos personagens, concluiu: “Tenho um filho de 18 anos que mal consigo controlar, como posso querer controlar um filho dos outros com os mesmos 18 anos?”   XXX   Quanto ao Dorival, sem querer culpar ou absolver ninguém, a verdade é que foi precipitado, arriscado, e não percebeu (ou esqueceu?) que só poderia “prestar serviço ao atleta, que adoro”, se ficasse no clube.   XXX   Saindo, abandonou o jogador, e até mais grave, deu a oportunidade a ele de se julgar vencedor, coisa que não houve para ninguém.   XXX   O Santos, o treinador, o jogador e até os torcedores, não foram vencedores, nem sabem o que fazer.   XXX   O “constrangimento” total e absoluto, quando isso terminará?   XXX   No jogo de anteontem, o Santos podia ter feito 3 a 0 facilmente, perdeu chances enormes. E o Dorival devia saber, que a suspensão por 1 jogo, e a vigilância psicológica era o máximo que o Santos poderia suportar.  XXX   Dorival encontrará MERCADO DE TRABALHO como tinha no Santos? E o Neymar, idem, idem? O próprio clube estará no caminho da recuperação?   XXX

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