VARIADAS, com o técnico Magnano do basquete e com a apatia da eleição presidencial

Alguns tiveram a audácia de duvidar da seriedade do técnico Magnano, pelo fato de ser argentino e estar enfrentando a Argentina. Burrice e das grandes.  XXX   É argentino, passou a ser técnico brasileiro, nem se sabia que haveria esse jogo. Além de ser um profissional, teria que ser um “mágico”, para “entregar” o jogo, por 2 pontos quando faltavam 1 segundo e 9 décimos para terminar.  XXX  Critiquei muito antes a contratação de Magnano, não por ser argentino, e sim estrangeiro. Como também não me conformei com a entrega da direção do basquete feminino a um espanhol.  XXX  Temos profissionais competentes tanto no masculino quanto no feminino. E se não insistirmos com técnicos brasileiros, como estimulá-los?  XXX A aparição dos que fingem “disputar” uma eleição insípida, monótona, cansativa, é conseqüência dessas três palavras aplicadas aos candidatos.  XXX  E reconheçamos: embora sem charme, sem programas, sem compromissos, a culpa não é só deles.  XXX  Falta emoção eleitoral, que não pode existir onde não existem partidos. Mas a partir da falta de projetos de REFORMA PARTIDÁRIA, os candidatos também se incriminam.  XXX  De onde surgiram Dilma e Serra, já que os outros não têm votos, mas suas legendas são conhecidas?  XXX  Como acreditar em eleição, se o maior partido do Brasil, o (PMDB), não tem candidato a presidente?  XXX  E não é a primeira vez que isso acontece.  XXX

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