VARIADAS ESPORTIVAS, com a França na final, e o Brasil perdendo uma grande chance de voltar ao grupo de elite na Copa Davis

É impressionante o prestígio, a glória e a consagração proporcionada pela conquista da Copa Davis. E existe uma imponência esportiva e até cívica, só pelo fato de estar no chamado grupo de elite do tênis.  XXX  A França, que não era favorita, está na final, derrotando a Argentina, a vibração na quadra e na própria França (onde foi disputada a partida), inimaginável.  XXX  Ao mesmo tempo em que se disputa o título de 2010, acontecem as partidas entre os que estão no segundo escalão, e pretendem a ascensão.  XXX  O Brasil foi sorteado milagrosamente para enfrentar a Índia, adversário fraquíssimo, apesar do jogo ser lá mesmo na Índia. E pelas regras da Davis, o dono da casa escolhe o tipo de quadra, lógico a que mais lhe agradava.  XXX  Apesar disso, a previsão, análise, comparação indiscutível: o Brasil ganharia os jogos de simples, perderia o de duplas. Motivo: apesar dos dois “duplistas” da Índia estarem com 30 anos, já foram número 1 do mundo durante muito tempo. Não são mais, continuam em boa posição.  XXX  No primeiro jogo, Bellucci enfrentou o número 475 da Índia, devia liquidar o jogo facilmente em 3 a 0. Levou 4 horas e 28 minutos em 5 sets, declarou: “Tive que fazer força, mas ganhei bem”. Inacreditável.  XXX  Ricardo Mello devia ganhar o outro, quase número 200 do ranquing. Levou mais de 4 horas e 5 sets para vencer. Com arrogância mal dissimulada, afirmou: “Ganhei muito bem, não gosto de perder para quem está abaixo de mim na classificação”. Quer dizer, imitou Bellucci.  XXX  A Índia venceu a dupla, apesar do tempo surpreendente, o Brasil na frente pelos esperados 2 a 1. Nada pior do que o dia seguinte, principalmente para vencedores arrogantes e deslumbrados.  XXX  Ricardo Mello enfrentou o número 475 (que perdera de Bellucci) e apesar de ter confessado, “não gosta de perder para quem está abaixo de mim”, até agora ainda não compreendeu que a sua colocação de 89 é muito mais reluzente e brilhante do que a de 475. Perdeu.  XXX  Ficou então em 2 a 2, Bellucci só precisava vencer (facilmente, no entendimento deles) o quase 200, para o Brasil passar para o primeiro time, que perdeu em 2003.  XXX  Acontece que Bellucci perdia por 2 a 0, DESISTIU, desidratado pelo esforço das 4 horas e 28 minutos da véspera. Aos 22 anos? E o adversário, mais velho e menos capacitado, RESISTIU?  XXX  Conclusão: o Brasil foi eliminado, com a vitória garantida. Não faz mal. Ficaríamos apenas 1 ano na ELITE. Com esses jogadores e sem renovação, estaríamos REBAIXADOS EM 2011.  XXX

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