Verdadeiro, textual e entre aspas

José Sarney: “Não fui eleito para limpar a lixeira da cozinha do Senado”. Ué, tudo começa com Atgaciel Maia, nomeado por Sarney na primeira “presidencia” do Senado. E parceiros durante 14 anos.

Sarney não tem o minimo de condições de demitir Agaciel, seria arriscado e perigoso. Não há um senador, mesmo aliado, parceiro ou intimo do ex-presidente da Republica que deixe de concordar ou perguntar: Agaciel faria 1 por cento do que fez sem a “cobertura” do grande patrocinador que sempre foi Sarney?”

Agora, desespero duplo, de Sarney e Agaciel. Este partiu para a chantagem, Artur Virgilio, da tribuna da “casa” pediu sua demissão. O momento é gravissimo, não para alguns senadores, mas para o Senado e para a democracia.

Senadores garantem para o reporter: “Sarney tem saudade do PDS da ditadura. Com um soco na mesa abandonou o partido que o projetou e o manteve no autoritarismo, lançou-o no espaço democratico”.

Já falam e não em segredo: “Sarney tem que tirar licença, pelo menos de 60 dias”. Licença? Vou lembrar a Sarney: em 1954, “sugeriram” a Vargas uma licença da Presidencia. Ele aceitou. Mas quando soube que era “licença sem volta”, Vargas deu o famoso tiro no peito e entrou na Historia.

Só que Sarney não tem sobrenome, não confia na memoria nem anda armado. Quanto a Sarney entrar para a Historia, deixemos de brincadeira, o momento é de alta seriedade.

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