Versões petistas são como genéricos da verdade incômoda

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Os artífices do caos petistas estão de volta às ruas

Percival Puggina

A nação, aos poucos, foi identificando a distância que se estabeleceu entre o discurso que levou o PT ao poder e a posterior prática na gestão dos negócios públicos. Alguns, entre os quais me incluo, predisseram, bem antes, os riscos aos quais se expunha uma sociedade que confiasse poderes de governo e de Estado a uma organização que fazia uso das práticas que caracterizavam a ação petista. Refiro-me, especificamente, aos seguintes meios:

  1. a) organização e manipulação de movimentos sociais para atos que atentavam à ordem pública, à lei, ao direito de propriedade e às determinações judiciais;
  2. b) desrespeito pela honra alheia e o assassinato das reputações de quaisquer adversários que se colocassem no caminho traçado pelo partido;
  3. c) articulação partidária internacional com governos totalitários, com organizações terroristas e com movimentos revolucionários de esquerda, dos quais o Foro de São Paulo é apenas um exemplo regional em meio a inúmeros outros mundo afora;
  4. d) transformação de instituições do Estado, de setores importantes da administração pública, bem como de conselhos profissionais, órgãos de cultura, instituições de ensino e organismos religiosos como a CNBB, em aparelhos do partido.

LEGITIMIDADE – Os milhões de brasileiros que saíram às ruas, bem como os autores das cinco dezenas de requerimentos de impeachment formulados por juristas munidos de exaustiva coletânea de fundamentos, respeitaram a legitimidade de três sucessivos mandatos presidenciais do PT. Três mandatos cuja lisura, aliás, com as revelações da força-tarefa da Lava Jato, ingressam na mais nebulosa suspeita. Bastaria isso para descredenciar a veemência da tropa de choque do governo extinto. Do início ao fim desse exaustivo processo conviveram, braços dados, a obra e o conjunto da obra de uma específica mandatária.

Na gênese deste impeachment, conviveram o crime de responsabilidade e uma vultosa mistura de ingredientes. Eles vão da incompetência, passam pelo conhecimento de que uma organização criminosa causou um dos maiores casos de corrupção da história e desaguam na mais tormentosa crise econômica e social da vida republicana.

LULOPETISMO – Como reage o petismo diante desse quadro? Com arrogância, virulência e irresponsabilidade. Em momento algum, desde março do ano passado, o partido, seus agentes e a própria presidente demonstraram qualquer preocupação com a situação nacional. Nada! Brandiam os números dos tempos de bonança, da China compradora e do petróleo em alta, como se fossem méritos, e méritos permanentes, do governo.

Nunca dedicaram uma palavra sequer aos 14 milhões de desempregados de agora, nem às famílias cuja renda despenca, nem às vítimas da criminalidade que se abastece do ódio de classes, raça e “gênero” semeado, nem às empresas que fecham as portas. Só os mobiliza a construção de discursos que possam pavimentar uma viela de retorno ao poder.

ARTÍFICES DO CAOS – Não lembro de outra circunstância em nossa história na qual os ditames constitucionais tenham sido tão minuciosa e longamente observados. Para o petismo, porém, tratava-se de uma nova queda de Jango, de um novo suicídio de Vargas. Impossível não ver em tudo isso o mesmo petismo de sempre, dedicado à dissimulação da realidade, às mentiras, ao espargimento de ódios e à construção de versões como genéricos da verdade incômoda. Portanto, onde alguns veem combatividade e dedicação à causa eu identifico contumácia, vícios empedernidos, incorrigibilidade. Já não queimam pneus, os artífices do caos?

4 thoughts on “Versões petistas são como genéricos da verdade incômoda

  1. Se aplicar a lei e somente a lei para esses arruaceiros. Na verdade pessoas Profissionais trabalhando por um partido. Estava observando as filmagens, a maioria não aparentar ter 30 anos. Jovens que foram garimpados no meio da sociedade.

  2. Sr. Puggina.

    Quatro Estados deste Páis numa guerra civil não declarada apavoram a população.
    O Estado do Rio Grande do Sul, seu desgovernador jogou a tolha, foi pedir ajuda ao desgoverno Federal, que por coincidência é do mesmo Partideco com a Força Nacional , sua (in)competência para governar foi par ao brejo.
    O Estado do Rio de Janeiro a mesma coisa, mais de 70 policiais mortos neste ano, seu Secretário da Violência Pública, beltrame, disse para todo mundo ouvir “A VioL~encia está fora do controle”, vai também ao Desgoverno Federal para pedir S.O.S, e por concidência também é desgovernado pelo mesmo Partideco que está no poder.
    O Estado de São Paulo, mesmo que o Desgoverno do Gênio Francês e seu Secretário da Violência dizer que “ZEROU A VIOL~ENCIA”, estamos com estatísticas melhores do que a Suiça, Suécia, Noruega, a carnificina é diária, competindo com o Rio de Janeiro de quem mata mais policiais, a difirença que no os Jornalistas Amigos somente citam os números do Rio de Janeiro, aqui fica no Sub-Solo 45 do Palácio do Bandeirantes, tudo escondido para não deixar chateado o Gênio da Administração.
    O Estado do Paraná, que é do mesmo Partideco Corrupto do EfeagaC~e Alckimini, tem até Novo Cangaço, deixando a população apavorada.
    Creio eu, que a Organização Criminosa que não pode Citar as Três Letrinhas já expandiram seus negócios e já estão com seus téntaculos nesses Estados citados.

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