Veto de Eduardo Cunha

Helio Fernandes

O deputado do PT (está na Câmara há tanto tempo que já esqueceram) Jorge Bittar ia ser candidato a vice de Eduardo Paes, na eleição (para ele, reeeleição) de 2012. Tudo acertado.

Acontece que todos ficaram sabendo que o dossiê que voou baixo, pousou na mesa de Dona Dilma, e atingia fundo o “dono de Furnas”, foi mandado ao Planalto pelo próprio petista.

Eduardo Cunha usa uma frase-base: “Não tenho medo de ninguém, não há dossiê que possa me intimidar”. Aí, Cunha mudou de alvo e de objetivos: não quer mais atingir Dona Dilma, e sim se compor com ela, ajudá-la. Faz isso com toda a simplicidade: “Não quero nada, nem ver o deputado como vice do Rio”. Está otimista.

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KASSAB QUER VIA RÁPIDA

O prefeito de São Paulo, criado, amamentado e fortalecido por Serra, agora está contra ele. E espalha que o povão trafegará por caminhos mais toleráveis, acha que assim chegará facilmente ao PMDB.

Já o vice Michel Temer, no primeiro dia no Planalto, mandou informar ao seu próprio partido: “Não quero mais ser chamado de vice e sim de ex-presidente”. O recado foi levado por alguém de confiança absoluta: o Ministro da Agricultura. Tão forte que ficou com um ministério e Moreira Franco sem nenhum.

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