Zona Franca de Manaus é um polo industrial vitorioso que beneficia a Amazônia e o país

Arthur Virgílio, prefeito de Manaus, está hospitalizado com coronavírus. – Blog do Expedito Peronnico

Boicotar a Zona Franca é um grave erro, afirma Virgilio

Vicente Limongi Netto

A Zona Franca e o Polo Industrial de Manaus sempre foram alvos dos apetites doentios de maus brasileiros. Escória eternamente desapontada com os benefícios sociais, econômicos e ambientais que o vitorioso modelo trouxe à região. Volta e meia, durante a tramitação de alguma reforma que o governo manda para o Congresso, parasitas tentam solapar a Zona Franca.

Nesse sentido, o prefeito Arthur Virgilio Neto permanece vigilante, altivo e firme, defensor dos interesses da Zona Franca.

INCOMPREENSÃO – Como deputado federal, ministro de Estado e senador, jamais permitiu canalhices contra o modelo. No Senado, a voz de Arthur Virgilio Neto ecoava como sentinela do bem. Nunca se intimidou com ameaças dos prepotentes.

Arthur admite que fica deprimido quando nota que pessoas de currículos admiráveis não conseguem sentir que o futuro brasileiro passa necessariamente pela Amazônia, pela parceria que levaria a resultados sociais e econômicos formidáveis.

Ele não aceita a atitude canhestra de misturar o joio e o trigo, como se fosse justo cortar, de hora para outra, todos os subsídios, os bons e os ruins, sem atrair consequências graves para o país.

PARCERIAS CORAJOSAS – Segundo o prefeito de Manaus, a Zona Franca precisa de apoio e não de algozes. “Buscamos parcerias corajosas que saibam explorar a rica biodiversidade à disposição de quem for lúcido e ambicioso por um Brasil equânime. Precisamos de reformas e investimentos em infraestrutura, que possibilitem a preparação efetiva para a quarta revolução industrial”.

Arthur Virgilio Netto manifesta confiança nas ações dos parlamentares do Amazonas. “Eles saberão articular saídas hábeis. Argumentarão com o peso de quem conhece a face verdadeira da moeda. Não se curvarão aos preconceitos nem a opiniões equivocadas e monoliticamente encrustadas em alguns parlamentares, e temos o dever de alertá-los sobre o erro de combater a Zona Franca”, finaliza.

UM GRANDE REITOR –  Por má-fé e cinismo, sacripantas deixam de salientar que Azevedo também era graduado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) em Mestre e Doutor em Fisica, Mestre em Engenharia Nuclear e Mestre e Arquitetura e Engenharia Naval.

Não é preciso raciocinar muito para constatar, portanto, que os desafetos de Azevedo não tinham e não têm gabarito intelectual para insultá-lo nem colocar em dúvida sua competência. Azevedo deixou a UnB sem dívidas e respeitada no Brasil e no exterior. Cresçam mentalmente e espiritualmente antes de jogar as patas em José Carlos Azevedo.

Por fim, agradeço as mensagens enviadas e que reconhecem a importância desse magnífico reitor.

2 thoughts on “Zona Franca de Manaus é um polo industrial vitorioso que beneficia a Amazônia e o país

  1. Tem razão o Prefeito de Manaus-AM Sr. ARTHUR VIRGILIO em defender a Zona Franca de Manaus.

    Googlei e aprendi o seguinte:
    A Zona Franca de Manaus foi criada pela Revolução Civil-Militar de 64 em 1967, via Incentivos Fiscais criar um Polo de Industrialização no Centro da Amazônia, dentro da ideia correta de “Ocupar para não Entregar”.

    Trata-se de uma Área Física delimitada, onde as Empresas ali instaladas estão isentas de Imposto de Importação, que na época eram bem maiores do que hoje, IPI, CSLL, COFINS, PIS-PASEP.

    Com isso hoje são produzidos TVs, Celulares, Motos, Microcomputadores, Chips, Aparelhos de som e vídeos, de Ar condicionado, Rádios receptores/transmissores, etc, e todas as Empresas principais produtoras destes Produtos estão lá. Também Empresas do Agro-Negócio e Serviços estão presentes mas essas tem menos Incentivos Relativos.

    Atualmente a Zona Franca de Manaus possui 100.000 Empregos Diretos e 450.000 Indiretos.

    O Dpto do TESOURO perde um pouco com isso mas a Economia Nacional ganha muito em Produção/Emprego. Custo-Benefício altamente positivo ara a Economia Nacional.

    Deveríamos estudar/analisar criar outras Zonas Francas, principalmente no NORDESTE, visando principalmente a Exportação.

    É uma grande ferramenta para ajudar nossa INDUSTRIALIZAÇÃO, sem o qual nosso Padrão de Vida Médio do Povo sempre será baixo.

  2. Este modelo da Zona Franca de Manaus é um modelo ultrapassado. Só para citar uma constatação é óbvio que Manus não tem como competir com outros centros de produção, principalmente os que estão instalados nos países asiáticos.A produtividade nem chega perto ainda mais levando-se em conta o fator logistico. Isso apesar de todos os enormes incentivos fiscais concedidos.
    Havendo uma reforma tributária e adotando-se o principio mais do que racional da tributação no destino, aí sim, vai ser o prego no caixão da Zona Franca.
    A solução para a Amazonia se configura cada vez mais em projetos que saibam explorar a bio diversidade sem destruir o meio ambiente, muito pelo contrário, investimentos podem recuperar o meio ambiente em areas degradadas.
    São inumeros exemplos, mas dá para citar aqui, projetos já em execução de implantação de madeiras nobres(como TEKA, Mognos e outras nativas ou não) em areas de Roraima, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e outros estados.
    São projetos que visam o longo prazo(mais de 15 anos) mas nada impede que na implantação outras culturas de curto prazo possam ser implementadas. Até mesmo a pecuaria pode ser instalada, desde que sem derrubada de matas. Quem já pode observar o gado aprecia muito as sombras, tem até um aumento de peso em função do maior conforto termico, portanto não é necessário se derrubar arvores e muito menos queimá-las para criar gado. Nem citei outras atividades tradicionais na Amazonia, tais como açai, borracha, guaraná, piscicultura tradicional e de criação e muitas outras. Além naturalmente do turismo.
    Portanto é o caso de se repensar sim a Zona Franca de Manaus, talvez mante-la naquilo que puder ser compativel com uma nova estrutura tributária, mas nunca fazer com que a manutenção da ZFM seja um entrave a mais na super necessária reforma tributaria.

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