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Decisão foi publicada pelo secretário Marco Rubio
Deu no Estadão
Os Estados Unidos oficializaram a classificação das facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como terroristas, em publicação no Diário Oficial americano desta sexta-feira, 5.
A decisão é assinada pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Ele havia anunciado a classificação no dia 28 de maio. A medida foi divulgada à revelia do governo Luiz Inácio Lula da Silva, e após pedido expresso e apoio político do pré-candidato de oposição ao Palácio do Planalto e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O governo brasileiro entende que a designação permitiria, no limite, que os EUA promovessem uma operação militar em território nacional.
ENQUADRAMENTO – Apesar de a designação ter sido anunciada após o encontro entre Flávio e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os EUA já estudavam há meses o enquadramento dos dois grupos e mantinham diálogo com o governo brasileiro sobre a intenção de efetivar esse plano.
Na decisão publicada no Diário Oficial, Rubio escreve que PCC e CV “são estrangeiros que cometeram ou tentaram cometer, representam um risco significativo de cometer, ou participaram de treinamento para cometer atos de terrorismo que ameaçam a segurança de cidadãos norte-americanos ou a segurança nacional, a política externa ou a economia dos Estados Unidos”.
SEM AVISO PRÉVIO – O secretário autoriza, sem aviso prévio, o bloqueio de bens e de fundos pertencentes a essas organizações nos EUA. O documento afirma que a designação foi adotada em concordância com a Procuradoria-Geral e a Secretaria do Tesouro dos EUA.
Especialistas ouvidos pelo Estadão manifestam receio sobretudo em relação à insegurança jurídica e a possíveis impactos ao mercado financeiro, uma vez que operações recentes apontam, por exemplo, o elo do PCC com a economia formal. Os pesquisadores afirmam ainda que a decisão pode comprometer a soberania nacional e, na prática, até mesmo dificultar a troca de informações entre os países.
O Governo Trump e qualquer outro dos EUA não está preocupado com as bandalheiras do Governo Lula, o foco é combater a concorrência desleal.
Porque estas formas ilícitas de trabalho distorcem a concorrência.
– Trabalho Forçado
– Reduz artificialmente custos de produção, criando vantagem competitiva desleal.
– É tratado como ameaça à segurança nacional por gerar instabilidade e servir a rivais geopolíticos.
– A Seção 307 proíbe a importação de qualquer produto feito com trabalho forçado.
– A Seção 301 investiga países que não barram esses bens, podendo impor tarifas.
– A UFLPA presume que produtos da região chinesa de Xinjiang usam trabalho forçado.
– Crime Organizado
– Distorce preços por meio de roubo, extorsão, suborno e fixação de mercados.
– Cartéis de drogas são designados como organizações terroristas (FTOs), permitindo ferramentas antiterrorismo.
– Infiltra negócios legítimos para lavagem de dinheiro e corrupção.
– Leis como RICO e FCPA são usadas para desmantelar organizações criminosas.
Marx explica o bó.
Os EUA usam a Seção 301 como instrumento coercitivo unilateral contra o Brasil. Em maio de 2026, agravam o conflito ao declarar as facções PCC e CV como organizações terroristas – medida que eleva custos de compliance, afugenta investimentos e aprofunda a vulnerabilidade brasileira.
– EUA dominam a infraestrutura (tecnologia, finanças, produção);
– Brasil reage na superestrutura (política, direito, ideologia). O discurso de “soberania” funciona como disfarce ideológico para não enfrentar problemas reais – dependência externa, desindustrialização e fragilidade produtiva.
Na teoria marxiana, infraestrutura (base material) é o conjunto das forças produtivas e relações de produção que determinam a vida social; superestrutura é o conjunto das formas de consciência, instituições políticas e jurídicas que se erguem sobre essa base e a legitimam.
Enquanto Trump busca melhorar as condições de concorrência das empresas norte-americanas e , logo, qualidade de vida para os cidadãos (infraestrutura) , Lula entope o trem do povo com idiotices como soberania (superestrutura).
O lema do jacu: se não tem pão, como ideologia.
Trump, vai despachar os sugados tidos entulhos para El Salvador, segundo tratativas com Bukele!
O Bonde da Maluco escapou .
Se depender de Trump, deste que o esgoto não transborde nossas fronteiras e contamine suas relações comerciais, permaneceremos na periferia da borda da Economia Mundial, com a nossa dupla: capitalismo ilícito, onde atua a criminalidade e Economia Estatal, onde atua a corrupção.
Tudo coroado por um presidente que se opõe a qualquer desenvolvimento tecnológico, que vê como empecilho pro seu governo tacanho e seu rosário de kôs.
https://www.youtube.com/watch?v=lsD9WHEPrwE
“Especialistas” defendendo o capitalismo ilícito:
“Especialistas ouvidos pelo Estadão manifestam receio sobretudo em relação à insegurança jurídica e a possíveis impactos ao mercado financeiro, uma vez que operações recentes apontam, por exemplo, o elo do PCC com a economia formal.”
A que ponto chegamos.
E não esperem dos EUA a solução dos nossos bós.
Com essa medida do Laranjão, o traficante Lularápio, sócio fundador da facção narco-socialista Foro de SP e CPX do CV/PCC no Brasil, tornou-se alvo do Tio Sam. O seu fim será o mesmo dos seus cúmplices Maduro e Carvajal: cumprir cana num presídio dos USA (de preferência em Guantanamo). O rato etílico sabe disto e já deu o salve para o assassinato do Flávio.
A única explicação racional para a campanha midiática odiosa contra uma medida amplamente apoiada pelo povo e contra a família Bolsonaro é o comprometimento dos grandes bancos (Itaú, Bradesco, BTG, BB e Caixa) com a lavagem da grana do PCC e do CV.
E ainda há quem ache que isso, CIA incluso, não é intervenção estrangeira.
Só falta a maior Orcrim brasileira na lista mais conhecida como PT.
O bicho tá pegando, vai haver, está começando o pranto e ranger de dentes.