É preciso ser muito otário para acreditar em pesquisas neste início de campanha

Arquivo de A hora da Justiça Eleitoral - Jornal Opção

Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)

Carlos Newton

O acordo entre Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) pra formação de chapa única mudou expressivamente o panorama visto da ponte que nos conduz às eleições presidenciais. Ainda faltam quase quatro meses para as eleições presidenciais, e muitos votos vão passar por essa ponte. Mas os efeitos desse entendimento entre os dois pré-candidatos provocaram imediatas reações.

Chega a ser comovente o esforço da imprensa para demolir a terceira via, pois há um considerável grau de dificuldades para os ataques, já que tanto Caiado quanto Zema têm ficha limpa e estão entre os ex-governadores que não se deixaram corromper pelo banqueiro fraudador Daniel Vorcaro.

Além disso, seus governos em Goiás e Minas foram muito bem avaliados pelos eleitores, e ambos foram reeleitos e deixaram o poder com baixos índices de rejeição.

ARMADILHA – Diante dessa realidade, a imprensa tenta encontrar argumentos e procura dividir a direita, usando as relações entre o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) e o dono do Banco Master. O presidenciável Romeu Zema caiu na armadilha, dizendo que isso foi uma tapa no rosto dos eleitores. Porém, Caiado é mais experiente e escapou do assédio, dizendo que Flávio Bolsonaro tem o direito de se defender e está na mesma posição do filho de Lula, Fábio Luís, acusado de envolvimento no escândalo do INSS.

Essa declaração de Zema favoreceu Caiado, que agora tem mais chances de atrair eleitores de Flávio Bolsonaro que estejam descontentes com o comportamento dele em relação a Vorcaro.

TERCEIRA VIA – A perspectiva de uma chapa realmente viável de terceira via é ansiada por considerável parcela do eleitorado, mas depende de uma série de circunstâncias.

Caiado sabe que Lula é um candidato fortíssimo. Por isso, defende a união da direita, de forma incondicional, o que significa apoiar Flávio Bolsonaro, caso ele consiga manter a polarização.

E o acordo com Zema continua de pé; Assim, o candidato a presidente será quem estiver melhor posicionado nas pesquisas no início de agosto – dentro de dois meses, portanto.

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P.S. 1 –
Não acredite em pesquisas nesta fase. A manipulação não tem limites. Tanto assim é que o instituto Atlasintel dá Lula vencendo o segundo turno, como seis pontos de frente, enquanto o Gerp indica o contrário, com Flávio Bolsonaro vitorioso, com 5,7 pontos de frente. Somando as diferenças, dá um total de quase 12 pontos, e isso non ecziste, diria o Padre Quevedo, que não aceitava empulhações.

P. S. 2 – Aqui no Brasil, a campanha nem começou. Só vai ser iniciada depois da Copa do Mundo, como sempre acontece. Entre futebol e política, o brasileiro sempre prefere aquilo que realmente interessa. (C.N.)

26 thoughts on “É preciso ser muito otário para acreditar em pesquisas neste início de campanha

  1. Censura de Flávio e Kassio a pesquisa merece repúdio

    Aspirante do PL tenta calar críticas, e presidente do TSE arbitra aspectos técnicos de sondagem eleitoral

    Praga da tutela estatal se acentua nas eleições, quando ataques e conteúdos incômodos dão ensejo a interditos do Judiciário

    (…)

    Fonte: Folha de S. Paulo, Opinião, 9.jun.2026 às 22h00 Por Editorial

    • Acredito apenas nas pesquisas sobre quem será o campeão da Copa do Mundo que começa hoje.

      Aliás, o campeão, o vice e o terceiro colocado, para ganhar prêmios nas preciosas tampinhas de refrigerante.

  2. Com a suspensão da pesquisa AtlasIntel, Nunes Marques alimenta tese conspiratória dos Bolsonaros

    Decisão do presidente do TSE já embasa retórica bolsonarista de que as pesquisas possuem viés prejudicial aos Bolsonaros

    (…)

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 09/06/2026 | 21h22 Por Roseann Kennedy

  3. Faltam coragem e ideias a Caiado e Zema

    Partidos, analistas políticos e candidatos se acostumaram a uma dinâmica pré-eleitoral que suprimiu de forma dramática, até aqui, qualquer discussão de fôlego sobre diferentes projetos estratégicos para o Brasil.

    Esse ritual mecanizado consiste em aguardar sempre a próxima pesquisa para, a partir de dados que têm oscilado pouco e confirmado a tendência a uma eleição polarizada, ditar o próximo post, a frase de efeito, a conclusão apressada e a estratégia de tiro curtíssimo.

    A ausência de aprofundamento e de consistência fica ainda mais gritante quando se olha para os postulantes a quebrar a tendência a que a eleição se decida entre Lula e Flávio Bolsonaro.

    Os dois nomes mais experientes nessa liga, os ex-governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, têm percorrido os mesmos roteiros, aparecido nas mesmas agendas, disputado os mesmos chavões e, pior, se empenhado numa espécie de campeonato incompreensível para ver quem atua melhor como linha auxiliar do bolsonarismo.

    Quando se sabe que a única chance de qualquer um deles avançar ao segundo turno é no lugar de Flávio, se torna ainda mais difícil entender a dificuldade que têm de se diferenciar, minimamente que seja, do discurso do filho de Jair.

    Afinal, “propostas” como o indulto ou a anistia ampla ao ex-presidente e a seus aliados são muito mais críveis e esperadas no filho que naqueles que dizem pretender que se vire a página da direita no país.

    A condescendência da dupla com a atuação da família no episódio das novas tarifas anunciadas por Donald Trump em relação ao Brasil também salta aos olhos.

    Creditar tudo ao governo e a Lula é o discurso óbvio para o senador do PL, que corre o risco de ser responsabilizado por parte do eleitorado pelo revés comercial ao país e pela subserviência em relação ao governo dos Estados Unidos.

    Mas falta coragem mínima a Caiado e a Zema para sequer fazer a distinção e mostrar como um governo de direita poderia, de forma soberana, defender os interesses do Brasil sem repetir a maneira como os Bolsonaros têm atuado desde que Eduardo se mudou para o Texas.

    Existe clara demanda de setores do eleitorado por opções à repetição, pela terceira eleição consecutiva, de um confronto entre o bolsonarismo e o lulismo. As pesquisas mostram isso mês a mês, por meio de diferentes sondagens feitas pelos institutos.

    Mas não há repertório algum que faça com que se olhe para esses políticos e se enxergue neles um caminho com começo, meio e fim para o governo. O que de diferente fariam em relação a Lula e a Bolsonaro na área fiscal, no meio ambiente, nas relações internacionais e em outras áreas que justifique prestar atenção a suas proposições?

    A cada entrevista ou postagem em redes sociais, a opção parece ser sempre por se mostrar opositores a Lula, algo óbvio, mas nunca como alternativas melhores que o outro nome da própria direita. O efeito que isso produz é o eleitor não ver chance de que eles cresçam na pesquisa — a única métrica, diante do deserto profundo de uma mísera ideia nova que seja.

    Assim, quem quer derrotar Lula segue tapando o nariz para aquilo que eventualmente rejeita no Bolsonaro. E as mesmas pesquisas mostram que a rejeição é alta.

    A exceção a essa retranca política parece vir de Renan Santos, líder do Movimento Brasil Livre, pré-candidato pelo Missão e concorrente ao posto de outsider.

    Por não ter passado na política nem ter vinculação com o tal “sistema”, ele tem aproveitado melhor as deixas para fustigar Flávio em temas como o financiamento de Daniel Vorcaro ao filme “Dark Horse”.

    Parece ter sido o único a entender uma lógica comezinha: a vaga em mínima disputa no segundo turno é a da direita, já que, neste ano, à esquerda, Lula não terá contendores.

    Com militância digital conhecida e familiaridade com temas caros aos jovens e a setores conservadores da sociedade, ele tem chance de se destacar diante da mesmice e da falta de coragem de seus concorrentes da velha guarda cansada de guerra.

    O Globo, Política, 10/06/2026 02h00 Por Vera Magalhães

  4. Não é só em pesquisas, mas também em nossos políticos, na nossa justiça, no nosso futebol, na nossa imprensa, e em especial em instituições que antigamente nos sacam orgulho, cnbb, oab, abi.

  5. Sr. Newton,

    Congrats

    Mais um detonação concluída com sucesso.

    O Terror dos Comunas não pára nunca,ainda mais na escala 7×0..

    eh!eh!eh

    Aquele abraço.

    PS.

    Estamos vigilantes, se o Sr. esquecer, “deixa com nóis”…..

    Avisaremos com toda dedicação para que a detonação não errar o alvo…

  6. Com viés, sem viés e enviesado.
    Os europeus estão atentando contra nossa democracia, a carne brasileira está proibida. Esses europeus são uns golpistas, estão tramando contra o Governo Loola e o estado democrático de direita.
    E daí lá vem a mulher no Estadão dizer que os meninos são preparados pare sem machistas, e eu vou no embalo, as menina são trabalhadas para serem feministas.
    Especialidade da esquerda, pegar um pedaço de cocô pelo lado limpo, “o governo agiu rapidamente pra suspender a aplicação da vacina, e o Haddad havia dito que essa vacinação seria maior do planeta”.
    O filho do Bolsonaro tem tudo a ver com o Vorcaro e em compensação o filho do Loola não tem nada e não sabe de nada.
    A tal pesquisa não tem nada de tendenciosa, o ministro é que é tendencioso, contrariamente aos outros ministros que são os mais isentos que já arrastaram a bunda no cascalho deste lado da Via Láctea, o Caminho do Santiago.

    O salve saiu lá de cima, do capo de tutti capi, “Os bolsonaros são os maiores traidores da pátria, maior inclusive que o Silvério dos Reis que foi desmembrado na derrama”. Hehehehe
    E por culpa dele morrem por dia nas ruas mais de 600 mil crianças de fome.

  7. Sr. Newton

    Será que o NarcoLadrão está pedalando igual a Dilmanta..??

    OPINIÃO DO ESTADÃO

    Lula quebra o Brasil para se reeleger

    Petista usa truques contábeis para esconder o aumento cavalar de despesas, lembrando as malfadadas pedaladas fiscais de Dilma. Mas a conta da dívida pública explosiva sempre chega

  8. É preciso ser muito otário para acreditar em pesquisas neste início de campanha

    Tragam um Oscar para o Editor-Chefe, aliás, vai ter de contruir um galpão para colocar todos os “Oscares” recebidos pela Academia dos Fatos e Realidades Brasileiras……(essa é de grátis, eh!eh!eh|)..

    Sr. Newton

    Acredito em todas as pesquisas, iguais áquelas de 2.018 para o Senado..

    As Narco-Pesquisas da Extrema-Nazi-Fasci-Comuna-Midia Porca Imunda e Nefasta já tinham sentado a candidata Dona Dilmandioca na cadeira do Senado..

    Em todas as Narco-Pesquisas Dona Dilmandioca estava sempre em 1o. Lugar com 300 pontos á frente dos demais candidatos..

    A guerrilheira sanguinária carniceira terrorpetista fracassada derrotada assaltante de bancos era a ESTRELA máxima dos Meliantes das Redações e das Narco-Pesquisas.

    Não tinha para ninguém, ela estava eleita nas Urnas Eletrônicas Indestrutíveis que resiste a ataques nucleares….

    Bom, o resto a história conta “tim-tim por tim-tim”,, como se dizia antigamente….

    Aquele abraço

    e não esqueça de esconder a carteira e os dogs, o Casal Marginal não perdoa nem os velhinhos….

    “Deus ajuda quem cedo madruga”….

  9. Continuarei acreditando na capacidade demolidora de softwares “maliciosos e usurpadores”, pelo expert
    Elon Musk & Equipes!
    Aguardemos a lisura requerida e que será implementada para os próximos pleitos, desarmando e identificando os autores das lesivas arapucas!

  10. Somente acredito em terceira via , quando não houver mais do mesmo , ou seja , não envolver carreiristas e velhacos da política , sendo que até o momento nenhum desses pretensos candidatos a presidência da república , revelaram a que vieram , além de dilapidarem e entregarem o patrimônio público a preço vil a estrangeiros e sangrarem ainda mais os cofres públicos do país .

  11. O que a Inteligência Artificial, o terror do jacu de gaiola nos traz a respeito.
    ________________________________________
    1. O ponto central: isso NÃO é problema de “estatística básica”, é de viés de mensuração (measurement bias)
    Na estatística moderna de pesquisas eleitorais, o problema não é “a conta estar errada”, e sim:
    • o desenho do questionário pode induzir resposta
    • isso gera viés sistemático, não erro aleatório
    Esse tipo de viés é conhecido como:
    • question wording effect
    • priming effect
    • framing effect
    • em surveys experimentais: survey experiment bias
    ________________________________________
    2. O que foi contestado na pesquisa AtlasIntel
    Pelos registros do caso:
    • a pesquisa incluiu estímulo com áudio/conteúdo relacionado ao candidato
    • isso teria sido apresentado antes ou durante parte do questionário
    • a defesa do candidato alegou que isso poderia influenciar:
    o intenção de voto
    o imagem
    o rejeição
    Fontes indicam que o TSE considerou haver “elementos de possível comprometimento da neutralidade metodológica” (UOL Notícias)
    E a própria AtlasIntel afirmou que:
    • o conteúdo não teria sido usado para induzir respostas
    • e que a parte de reação ao áudio seria separada do bloco principal (InMagazine)
    ________________________________________
    3. O que o estado da arte em estatística diz sobre isso
    3.1 Sim: estímulos narrativos podem alterar resultados
    Isso é extremamente bem documentado na literatura científica.
    Em survey methodology moderna (AAPOR, Pew Research, Groves et al.):
    • pequenas mudanças no enunciado mudam resultados
    • inclusão de informações emocionais altera preferências políticas
    Exemplo de consenso:
    • perguntas “neutras” vs “carregadas” → mudam até 5–20 pontos percentuais dependendo do tema sensível
    ________________________________________
    3.2 Isso NÃO invalida automaticamente a pesquisa
    Aqui é o ponto importante:
    A estatística moderna NÃO diz que:
    “qualquer estímulo invalida a pesquisa”
    Ela diz:
    • depende do desenho experimental
    • depende se o estímulo:
    o veio antes ou depois da variável principal
    o foi aplicado a todos igualmente
    o ou afetou subamostras
    Se:
    • todos os entrevistados receberam o mesmo estímulo
    • e a ordem foi controlada
    então ainda pode ser:
    • uma pesquisa válida com efeito mensurado, não necessariamente viés inválido
    ________________________________________
    3.3 O problema real: ordem causal (isso é crucial)
    O que o TSE e críticos apontaram é um ponto técnico forte:
    Se o fluxo for:
    áudio → reação → perguntas eleitorais
    isso gera:
    • contaminação da variável dependente
    Se for:
    intenção de voto → depois áudio
    então vira:
    • experimento de reação (válido, mas não puro “intenção de voto isolada”)
    ________________________________________
    4. O ponto estatístico mais importante (estado da arte)
    Em termos formais:
    Se chamarmos:
    • ( V ) = intenção de voto
    • ( S ) = estímulo (áudio/descrição)
    • ( Y ) = resposta observada
    Se o desenho for contaminado:
    [
    Y = V + f(S)
    ]
    então:
    • o estimador de V está enviesado
    • não é mais “intenção pura”
    Isso é exatamente o que a literatura chama de:
    endogeneity introduced by survey design
    ________________________________________
    5. Então a AtlasIntel está “errada”?
    Resposta técnica honesta:
    ❌ Não dá para concluir que:
    • “a pesquisa é inválida”
    • “os números são falsos”
    • “há fraude estatística”
    ✅ Mas é correto dizer que:
    • há uma discussão metodológica legítima
    • existe risco real de viés de enquadramento
    • e isso depende do desenho exato do questionário
    ________________________________________
    6. Comparação com boas práticas internacionais
    Institutos como:
    • Pew Research
    • Gallup
    • YouGov
    evitam:
    • conteúdos emocionais antes de intenção de voto
    • estímulos narrativos antes de variáveis principais
    Quando usam isso, normalmente:
    • separam como experimento controlado, não como “poll padrão”
    ________________________________________
    7. Conclusão (estado da arte)
    📌 O que a estatística moderna diria:
    • A crítica não é “política”, é metodológica válida
    • O problema potencial é viés de enquadramento (framing bias)
    • A validade depende do fluxo do questionário
    • Sem esse detalhamento completo, não dá para aceitar nem rejeitar totalmente
    ________________________________________
    Resumo simples
    • ✔ AtlasIntel pode estar tecnicamente correta em números gerais
    • ⚠ mas esse tipo de estímulo pode sim alterar respostas
    • ❗ o ponto decisivo é a ordem e separação das perguntas
    • 📊 portanto: é uma discussão de validade de desenho experimental, não de “conta errada”.

    ChatGpt

  12. No Brasil eleição sempre foi assim. Candidato que sai na frente, é “cavalo paraguaio”, chega atrás.
    Pesquisa não eleger ninguém, tem que esperar a eleição.

  13. Se o Brasil fosse uma Nação de Poderes Confiáveis e Respeitáveis já teríamos Auditoria em todas essas Pesquisas que saem diariamente ao sabor das vontades da ” cleptoditadura” e que desmoraliza a Nobre Profissão de Estatístico que assistem envergonhados narrativas sem qualquer sustentação Técnica e Ética diante do quadro vergonhoso e imoral dos Três Poderes da Nação envolvidos com o Banco Master, Vorcaro, os Assaltos aos Velhinhos Aposentados e o total arrombamento dos Cofres Públicos Impune e Cinicamente. Será que o Povo brasileiro é burro e cego de acreditar que um gente ruim Transitado , Julgado e Condenado em todas as Instancias como Corrupto e seus Sócios e Cúmplices Arrombando os Cofres Públicos, novamente e como sempre, e que não conseguem andar pelas ruas do país para não serem vaiados tenham mais de 50% de aprovação e se demorar mais dois meses as próximas Pesquisas vão trazer eles com mais de 100% de aprovação ??? As ruas estão dando respostas que as Pesquisas jamais ouvirão ou passarão por perto. Prestem atenção na “Rede Pravda News da Cleptoditadura” o que faz nas transmissões de jogos da Seleção Brasileira de Futebol Masculina e Feminina, que criminosamente tira o som do público e só deixa o som da Banda como se os Estádios não tivessem nenhum ser humano cantando o Hino Nacional, vide a armação de dois cantores errando o Hino para frear a força e a vontade de gritar do Povo Brasileiro e cantar seu Hino com Amor e Respeito que merecem nos jogos contra o Panamá, Egito e ontem contra os Estados Unidos no jogo da Seleção Feminina quando um público de mais de 65.000 pessoas cantou o Hino Nacional e a TV Pravda só tinha o som da banda e essas pessoas seriam mudas com as mãos no coração dublando o que querem a “CleptoDitaduraJudicial” Brasileira. Acreditem em Deus e não permitam que tenhamos o “replay dos Fora das Leis de missão dada missão cumprida” e que nos empurraram para esse caos que a Nação assiste envergonhada e triste !

  14. Na verdade, essas pesquisas dizem respeito a 50
    % do eleitorado, quando muito, até porque os outros 50% do eleitorado, e do povo braseiro, no mínimo, não estão nem aí com pesquisas e eleições da turma do mais dos me$mo$, pelo contrário estão mais preocupados com a libertação e o destino da Humanidade, vítima, refém, súdita e escrava da loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, dos me$mo$, por isso dando graças a Deus pela coragem do Papa Leão XIV, em boa hora, bater de frente contra a loucura do comandante-chefe da patota dos me$mo$, dentro do QG mundial da dita-cuja.

    • Fato esse que faz do Brasil uma nação dividida em três segmentos sociais, tais sejam a banda do lulopetismo, do Bolsonarismo e dos Humanistas, olheiros e defensores da Humanidade, fechados com o Papa Leão XIV enquanto libertador da Humanidade porque seres humanos é o que somos e não coisas inanimadas manipuladas pelas diversas espécies de vigaristas e charlatões. Contexto este sob a égide do qual os Humanistas enxergam o Lula como solução apenas contra a loucura bolsonarista com os seus Vorcaro$ a tiracolo, consciente do acerto da sabedoria popular que diz que na merda quanto mais mexe mais ela fede, com a prudência recomendando paciência porque a mega solução séria, completa, via evolução, mais dias ou menos dias haverá de vir porque, até porque em sã consciência, ninguém suporta mais o continuísmo da mesmice dos me$mo$.

  15. Candidatura de Flávio derrete, preocupa PL e afasta Faria Lima

    De nada adiantou a canetada intervencionista de Kassio para proibir a divulgação da pesquisa AtlasIntel.

    O cenário de pesquisas, tanto públicas como os trackings internos, aponta um derretimento persistente da candidatura de Flávio Rachadinha.

    Nos bastidores do Partido Liberal (PL), esse diagnóstico gera um clima de abatimento (…).

    A ala mais pé no chão da sigla — começa a avaliar internamente que Flávio, se continuar num ritmo de ladeira abaixo nas intenções de voto, pode inclusive prejudicar e inviabilizar a jornada de outros políticos do PL.

    Ou seja, Flávio se tornou um problema para a legenda comandada por Valdemar “Boy de Mogi”, que tem como seu principal objetivo ampliar o número de deputados federais.

    Afinal, é com o tamanho da bancada que eles garantem tempo de TV, recursos dos fundos eleitoral e partidário e, consequentemente, mais força para barganhas políticas.

    Para além dos gráficos eleitorais, também existe uma forte retração junto ao setor produtivo e no coração financeiro do País.

    (…)

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 10/06/2026 | 10h11 Por Roseann Kennedy

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