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Senador tenta conter danos à sua campanha
Victoria Azevedo
O Globo
Integrantes do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmam que o discurso de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em audiência nos Estados Unidos nesta terça-feira reforçou a imagem de que o senador se coloca contra o tarifaço imposto pelo governo Donald Trump apenas por um cálculo eleitoral, e não para defender os interesses brasileiros.
Flávio participou de audiência organizada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que não foi transmitida, numa tentativa de conter danos à sua campanha à Presidência.
CONTRA A SOBERANIA – A atuação dele junto a autoridades americanas vem sendo usada por aliados de Lula para criticar o senador, afirmando que ele atenta contra a soberania brasileira. Nas últimas semanas, governistas reforçaram o mote de “Tariflávio” para associar o senador à implementação das tarifas.
Em sua fala de cinco minutos nesta terça, Flávio disse que o “momento” eleitoral é o “pior possível” para a implementação das taxas de 25% contra os produtos brasileiros e que elas “foram exploradas politicamente pelo atual governo brasileiro”. O senador também defendeu o Pix, mecanismo de pagamento que virou alvo do governo americano.
Segundo o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, Flávio faz “diplomacia clandestina da pior qualidade”. “O sinal foi claro: implorar para o Trump não fazer nada até outubro e apontar que entregaria tudo que ele quer caso fosse eleito, inclusive o Pix”, afirmou.
SEM SUCESSO – De acordo com um integrante do governo, a fala de Flávio seguiu roteiro já esperado pelo Palácio do Planalto, com o teor semelhante ao de carta enviada ao parlamentar aos EUA . Ele diz também que o senador está muito associado à imposição das tarifas e que não teve sucesso para desfazer essa imagem. Na avaliação desse governista, Flávio atua de forma oportunista e eleitoreira.
Esse integrante do governo, no entanto, avalia que a fala do parlamentar pode prejudicar as negociações que estão em andamento entre os dois governos, já que o senador estaria dando tom político e eleitoral a uma questão que deveria ser tratada tecnicamente.
TOM POLÍTICO – Na avaliação desse governista, ao citar encontros que teve com Donald Trump, JD Vance e Marco Rubio, Flávio tenta imprimir tom político nas conversas. O governo brasileiro deverá insistir no diálogo institucional pelas vias diplomáticas para buscar um entendimento e evitar a aplicação das tarifas. A audiência desta terça integra a etapa final da investigação comercial aberta pelos Estados Unidos com base na legislação americana.
Além do Pix, o procedimento avalia políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol, tarifas preferenciais, combate à corrupção e desmatamento ilegal. As manifestações apresentadas durante os dois dias de audiência servirão de subsídio para a recomendação técnica que será encaminhada ao governo americano antes da decisão definitiva sobre a aplicação ou não das tarifas, prevista para 15 de julho.
Segundo esse governista, novas conversas entre os representantes dos governos americano e brasileiro deverão acontecer nos próximos dias. Ele diz ainda que há expectativa de uma nova reunião entre o ministro Márcio Elias Rosa (Indústria) e Jamieson Greer, representante comercial dos EUA no governo Donald Trump.
Ao que parece o oportunismo vitimista do jacu de gaiola neandertal, com sua causa-tampão, o idiossincrático anti-imperialismo é que está em baixa.
– Império Romano: cerca de 500 anos (ou quase 1.500 anos considerando o Império Bizantino).
– Império Mongol: cerca de 160 anos.
– Império Otomano: cerca de 623 anos.
– Império Espanhol: cerca de 480 anos.
– Império Britânico: cerca de 400 anos, com seu auge entre os séculos XIX e XX.
– União Soviética (superpotência, embora não um império colonial clássico): 69 anos.
Império Narcola-Soça-Comuna – 28 anos.
Com um nano-mini-minúsculo-salário minimo de 1.621,00 contos de réis….
100,00 contos não enche uma sacola nas feiras livres..
O que aconteceria com a Economia Mundial, caso os amiguinhos medievais, misóginos, homofóbicos e canalhas iranianos do jacu de gaiola neandertal, conseguissem desenvolver a bomba atômica para fazer os EUA do mapa:
Se os Estados Unidos falissem repentinamente ou fossem destruídos como potência econômica, o impacto seria provavelmente a maior crise econômica da história moderna. Os efeitos dependeriam da causa (falência financeira, guerra, desastre natural etc.), mas, em linhas gerais:
• Colapso dos mercados financeiros: bolsas de valores despencariam no mundo todo. Grande parte dos investimentos globais está em ativos americanos.
• Crise do dólar: o dólar é a principal moeda de reserva internacional. Seu colapso geraria enorme incerteza no comércio e nas reservas dos bancos centrais.
• Recessão mundial: muitos países exportam para os EUA ou dependem de empresas e consumidores americanos. O comércio internacional sofreria uma queda brusca.
• Quebra de cadeias produtivas: setores como tecnologia, medicamentos, aviação e semicondutores seriam gravemente afetados, pois empresas americanas são peças centrais dessas cadeias.
• Aumento do desemprego: empresas exportadoras e multinacionais reduziriam produção, provocando demissões em diversos países.
• Crise bancária internacional: bancos e fundos com títulos americanos poderiam enfrentar insolvência.
• Alta volatilidade de preços: alguns produtos poderiam encarecer por escassez, enquanto commodities como petróleo e minério poderiam cair inicialmente devido à retração da demanda.
E o Brasil?
O Brasil provavelmente enfrentaria:
• queda das exportações;
• desvalorização dos ativos financeiros;
• retração dos investimentos estrangeiros;
• aumento do desemprego e desaceleração do PIB.
Ao mesmo tempo, no médio e longo prazo, outras economias como a da China, União Europeia e Índia tenderiam a assumir parte do espaço econômico deixado pelos EUA, levando a uma reorganização da ordem econômica mundial. Entretanto, essa transição provavelmente levaria anos ou décadas e seria marcada por forte instabilidade.
Em resumo, uma falência ou desaparecimento súbito dos EUA dificilmente significaria apenas a crise de um país; representaria uma crise sistêmica global, comparável ou superior à Grande Depressão e à Crise financeira de 2008, devido ao papel central dos Estados Unidos na economia mundial.
ChatGpt
É tudo o que o jacu de gaiola quer: destruir o país para ser reeleito eternamente, ainda que conservado no formol.
Como uma múmia representante da decadência moral, civilizacional e temporal da vagabundagem que se auto-intitula “esquerda progressista”.
Tão progressista que está virando peça de museu da burguesia cleptopatrimonialista.
Um país soberana que tem um Estado paralelo narcotraficante, cuja território comporta 25% da população.
Papo furado de canalha irrecuperável!
https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/50-milhoes-de-brasileiros-vivem-em-areas-dominadas-por-faccoes-criminosas/
Até os gênios imbecilizados, idólatras do jacu de gaiola, sabem disto.
O que o governo diz sobre seu opositor tem tanto valor quanto o que este diz sobre o governo.
parodiando, o imortal clássico:
Vestiu uma camisa amarela e saiu por aí. Dizendo que era patriota e com a bíblia na mão.
Em vez de Brasil, gritava USA, USA.
Como pode um falso patriotismo, último refúgio dos canalhas, enganar tantos? O pior é que os incautos se acham entendidos, mas suas análises rasas só são repetidas mecanicamente (ajudadas pela tecnologia), tais como papagaios que repetem as palavras que ouvem.