Flávio Bolsonaro recorre ao STF para tirar investigação de Dark Horse das mãos de Flávio Dino

14 thoughts on “Flávio Bolsonaro recorre ao STF para tirar investigação de Dark Horse das mãos de Flávio Dino

  1. O filhote do MIto(?!) é um grande entreguista e sabujo. Se for eleito, o que será de nós? Até quando ele vai ficar de joelhos para o amarelão da Casa Branca?

  2. Carlos Newton, será que o Juca Kfouri continuará chamando a CBF de Casa Bandida do Futebol como a Mídia confirmou ?

    “O jornalista Juca Kfouri usa a expressão Casa Bandida do Futebol para criticar a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) devido a denúncias de corrupção, falta de transparência e gestões irregulares de ex-presidentes como Ricardo Teixeira e José Maria Marin. A Confederação processou o jornalista, mas a Justiça garantiu o direito de opinião do colunista.”

    E o Juca Kfouri vai continuar a atacar a CBF sob o Comando de seus Amigos e Aliados da Esquerda Jurídica Lulista confirmada pelas falas e firmeza do Comando da Gilmar Mendes e seu Filho dentro da Direção da CBF ????

    • Ah! Tá, viu!

      “O jornalista Juca Kfouri tem um histórico de defesa da figura do presidente, tendo criticado veementemente a Operação Lava Jato e os processos que levaram à prisão do líder petista. Ele chegou a descrever as condenações como um “escândalo” e um processo injusto contra o político.”

      É mesmo muito contra a corrupção!

  3. O que jacu de gaiola neandertal quer com sua causa tampão vitimista, que oculta que é um inútil, em profundo processo de decadência moral , civilizacional e temporal, o idiota e inócuo anti-imperialismo.

    Se os Estados Unidos falissem repentinamente ou fossem destruídos como potência econômica, o impacto seria provavelmente a maior crise econômica da história moderna. Os efeitos dependeriam da causa (falência financeira, guerra, desastre natural etc.), mas, em linhas gerais:
    • Colapso dos mercados financeiros: bolsas de valores despencariam no mundo todo. Grande parte dos investimentos globais está em ativos americanos.
    • Crise do dólar: o dólar é a principal moeda de reserva internacional. Seu colapso geraria enorme incerteza no comércio e nas reservas dos bancos centrais.
    • Recessão mundial: muitos países exportam para os EUA ou dependem de empresas e consumidores americanos. O comércio internacional sofreria uma queda brusca.
    • Quebra de cadeias produtivas: setores como tecnologia, medicamentos, aviação e semicondutores seriam gravemente afetados, pois empresas americanas são peças centrais dessas cadeias.
    • Aumento do desemprego: empresas exportadoras e multinacionais reduziriam produção, provocando demissões em diversos países.
    • Crise bancária internacional: bancos e fundos com títulos americanos poderiam enfrentar insolvência.
    • Alta volatilidade de preços: alguns produtos poderiam encarecer por escassez, enquanto commodities como petróleo e minério poderiam cair inicialmente devido à retração da demanda.
    E o Brasil?
    O Brasil provavelmente enfrentaria:
    • queda das exportações;
    • desvalorização dos ativos financeiros;
    • retração dos investimentos estrangeiros;
    • aumento do desemprego e desaceleração do PIB.
    Ao mesmo tempo, no médio e longo prazo, outras economias como a da China, União Europeia e Índia tenderiam a assumir parte do espaço econômico deixado pelos EUA, levando a uma reorganização da ordem econômica mundial. Entretanto, essa transição provavelmente levaria anos ou décadas e seria marcada por forte instabilidade.
    Em resumo, uma falência ou desaparecimento súbito dos EUA dificilmente significaria apenas a crise de um país; representaria uma crise sistêmica global, comparável ou superior à Grande Depressão e à Crise financeira de 2008, devido ao papel central dos Estados Unidos na economia mundial.

    ChatGpt

  4. Como o jacu de gaiola será preservado em formol, no museu da “esquerda progressista”, mantido pela burguesia cleptopatrimonialialista, poderá estar presente no fim do império norte-americano.

    Comparando com os grandes impérios da história, os Estados Unidos já estão entre as hegemonias mais duradouras da era moderna, mas ainda não superam alguns dos impérios mais longevos.

    Se considerarmos o início da hegemonia global dos EUA após a Segunda Guerra Mundial, ela já dura cerca de 80 anos (1945–2026). Se o marco for o fim da Guerra Fria, quando passaram a ser a única superpotência, são cerca de 35 anos.

    Em comparação:

    – Império Romano: cerca de 500 anos.
    – Império Otomano: 623 anos.
    – Império Britânico: cerca de 400 anos.
    – Império Espanhol: cerca de 480 anos.
    – União Soviética (como superpotência): 69 anos.

    O que diferencia os EUA é que sua influência não depende principalmente de colônias, como ocorreu com muitos impérios históricos. Ela se apoia em uma combinação de poder econômico, militar, financeiro, tecnológico e cultural.

    ChatGpt

  5. A soberania defendida pelo jacu de gaiola 02.

    https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/50-milhoes-de-brasileiros-vivem-em-areas-dominadas-por-faccoes-criminosas/

    Um Estado soberano que não tem a posse efetiva de seu próprio território.

    _______

    Soberania é a autoridade suprema e o poder de decisão independente de um Estado sobre o seu território e a sua população. Ela garante a autonomia para criar leis, administrar a justiça e conduzir políticas internas e externas sem interferências de outros países.

  6. A China só tirou 800 milhões da miséria, quando abandonou este idiotice de anti-imperialismo e foi buscar o ouro onde está.

    “A China acelerou seu desenvolvimento tecnológico e industrial através de um ecossistema de espionagem que inclui desde a transferência forçada de tecnologia até a atuação de hackers patrocinados pelo Estado. Essas táticas permitiram ao país encurtar décadas de pesquisa e desenvolvimento (P&D). [1, 2, 3, 4]
    O crescimento chinês ocorreu através de pilares específicos:
    • Espionagem Cibernética e Corporativa: Agências chinesas, como o Ministério da Segurança do Estado (MSS), foram acusadas por governos ocidentais de realizar ataques virtuais em larga escala para roubar propriedade intelectual e segredos comerciais de setores como aeroespacial, semicondutores e energia. [1, 2]
    • Transferência Forçada de Tecnologia: O governo chinês exigia que empresas estrangeiras formassem joint ventures (parcerias com empresas locais) e compartilhassem seus segredos de fabricação em troca de acesso ao mercado chinês. [1]
    • Aquisição de Startups e Talentos: Programas estatais buscaram recrutar pesquisadores e cientistas de ponta no exterior, muitas vezes adquirindo empresas estratégicas estrangeiras ou utilizando ex-alunos para obter acesso à inovação ocidental. [1]
    • Inteligência Artificial (IA): O roubo de tecnologia de IA em escala industrial tem sido utilizado para compensar déficits de poder computacional, permitindo que laboratórios chineses repliquem capacidades centrais de modelos ocidentais a um custo muito menor. ”

    ChatGpt

  7. Impérios só são derrotados por outros.

    Cadeia simplificada de sucessão de hegemonias

    Império Medo → Império Persa
    Império Persa → Império Macedônico
    Reinos Helenísticos → Império Romano
    Império Romano do Oriente (Bizantino) → Império Otomano
    Império Espanhol → Império Britânico (hegemonia marítima e colonial)
    Império Britânico → Estados Unidos (hegemonia econômica, militar e tecnológica após a Segunda Guerra Mundial)

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